Lilypie Third Birthday tickers

sábado, 5 de março de 2011

Algumas das coisas que o fazem vibrar









(Todas as imagens tiradas de vários sites)

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cuidado com o Tigre... quando está a ver o Pocoyo não gosta de ser incomodado!



O rapaz ficou espantadissimo com os pés de tigre que lhe fiz. Acho que foi o que mais gostou, o resto foi-lhe indiferente. Ainda bem, porque deram-me uma trabalheira... e infelizmente eu não sou muito jeitosa com o corte e a costura. Ah! E também achou alguma piada ver-se ao espelho com o nariz preto.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mais duas conquistas

Na semana passada começou a abrir portas em casa. Já as fechava à muito tempo empurrando-as, mas só agora chega à maçaneta para as abrir. Ups... lá se foi a nossa segurança do "Fecha a porta para ele não ir para aí".

No fim de semana descobriu como enroscar e desenroscar uma tampa. E adorou.

Onde está?

O João sabe onde está e aponta o pé, a perna, a barriga, a mão, o nariz, os olhos, a boca, a lingua, o cabelo. Só se baralha um pouco com as orelhas, mas chega lá. Quem é que o ensinou?? A primeira vez que lhe perguntei assim tudo seguido respondeu-me direitinho. Podem achar que isto já é banal nesta idade, mas fiquei surpreendida com coisas que ele sabe e eu nem adivinho... :-)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Da linguagem

Aprendeu a dizer Avô. Do nada, saiu-lhe um "Abô" quase perfeito não fosse a troca do V pelo B. Insisti meses para que o dissesse e nada. Quando desiti ele resolveu dizer. Danado, este rapaz.

Onde está o João?

E ele aponta com o seu dedito para o nariz. Tão querido!

terça-feira, 1 de março de 2011

Do Saúde 24

Liguei para a Saúde 24 na madrugada de Domingo. Liguei porque a febre não baixava mesmo com Ben-u-ron e Brufen de quatro em quatro horas, porque ele tinha aquela respiração ofegante característica da febre, mas acima de tudo porque estava tão mole que nem acordava quando lhe mexiamos (nada característico dele) e gemia ao respirar. Depois percebi que os gemidos são normais quando se tem  febre, mas eu nunca tinha ouvido.

Atendeu-me uma enfermeira simpática que ouviu tudo o que lhe expliquei, fez algumas perguntas e concluiu que o deveria levar ao hospital apenas porque poderia estar desidratado (praticamente não bebeu soro de rehidratação e a água que bebeu vomitou) e porque não era normal ele ter febre dois dias depois de ter acabado um antibiótico (o da otite).

Em relação ao primeiro aspecto claramente ele não estava desidratado. Eu conheço-o bem e  por isso não me preocupei. Quanto ao segundo, inconscientemente fiquei um pouco apreensiva. Mas já no hospital, enquanto esperávamos pelo pediatra, fez-se luz. Oh senhora enfermeira: então a senhora não sabe que os antibióticos servem apenas para curar infecções provocadas por bactérias? Que não fazem nada quanto aos vírus? E que provavelmente o que ele tinha era uma virose, conforme a senhora disse e muito bem? Assustou-me sem necessidade!! Obviamente isto foi confirmado tal e qual pelo pediatra de serviço (um amor!) que me confirmou que até a meio do antibiótico para eliminar uma bactéria poderia surgir febre provocada por um vírus.

A fotografia possível

Querem que vos conte o fim de semana? Querem mesmo? Eu não quereria...

Ora bem... envolveu um bebé com medo da neve, vómitos, febres altas que não baixavam dos 38,5º, um hotel com um quarto a 30º que não ajudava a baixar febres, telefonema para Saúde 24, hospital às 6h da manhã, choros e rabujices mais que justificados, etc. Muito bom, portanto. Como devem imaginar. Mas nós vamos voltar! Os vírus que não pensem que nos dominam ou atemorizam!!!

(Ontem a febre já estava controlada e ele bem disposto como costume. Hoje já nem febre tem. Ficou com o avô só por precaução.)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fim de semana!

Se o João não trouxer nenhum bicharoco da creche (deixem-me cruzar os dedos), este fim de semana vamos apanhar banhos de sol e de neve. Lá para os lados da Serra da Estrela.
E se tudo correr bem vamos comer muito bem, fazer bonecos de neve, dar alguns trambolhões, comprar umas pantufas tradicionais da zona ( Conseguiste arranjar para o Santiago? Senão trago umas!), ver alguma das aldeias históricas da zona, desejar trazer um cão da serra lindo e meigo(só desejar!), etc. Vamos ver como corre. Depois conto-vos tudo. Bom fim de semana!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Nos jardins do Palácio de Cristal


"Hmmm Hmmm Hmmm Hmmmmmmm"
João, 19 meses

[Tradução livre: "Raio dos bichos que não páram quietos para eu os agarrar"]

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Do padre da paróquia

A coisa não correu mal. Diria que até correu muito bem. O padre, apesar de não ser antipático, não é uma pessoa tão simpática nem acessível como o outro. Mas eu levei alguém que, sem querer, me abriu portas.

Como o pai estava a trabalhar, levei comigo o avô e o tio (padrinho). Quando chegamos, a senhora do cartório paroquial lamentou-se que não sabia se ia conseguir ligar o computador para emitir o documento necessário, que estava meio avariado e que se desligava com muita frequência. Ora... o meu pai trabalhou em informática a vida toda e o meu irmão percebe tanto ou mais que o meu pai porque adora essas engenhocas informáticas. Claro que o meu irmão se ofereceu para ajudar a senhora e conseguiu resolver o problema.

O padre e a senhora ficaram tão encantados com a ajuda inesperada que nem se lembraram de perguntar mais nada para além do nome do bebé, pais e padrinhos. Como entretanto se fez tarde e o padre tinha uma missa de sétimo dia, não consegui trazer o documento. Mas sexta feira vou lá buscá-lo. 'Tá feito!

Peixinhos

No fim de semana conseguimos finalmente comprar os peixinhos que tinhamos prometido ao João. Desta vez apostamos em peixes de água quente o que nos permite ter mais peixes e, se tudo correr bem, durarão mais que 3 meses.

O João adora-os. Por ele passava um tempão debruçado no aparador a ver os peixes. Ainda bem que não chega lá sózinho, senão já os tinha tentado tirar do aquário. Gosta especialmente de os ver comer, embora só o façam uma vez por dia. Acaba por ser um ritual giro para ele.

Ontem ao jantar, quando eu lhe disse "Vá João, come o arroz com o peixinho!", olhou para o aquário atrás dele e fez uma careta muito estranha como quem diz: "Tens a certeza? Como os peixinhos? Não percebo!".

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Encontro com o Sr. Padre

No Domingo demos uma fugida à igreja onde o João vai ser baptizado para falar com o Padre. A minha Avó já lhe tinha falado no assunto e ele estava encantado por o termos escolhido. Convidou-nos a ir ter com ele depois da missa para tomar um café e conversarmos.

Encontramos um senhor ainda bastante novo, encantador, desempoeirado e dedicado aos seus paroquianos. Depois da missa "lancha" com os paroquianos (maioritariamente velhinhas e escuteiros) e dedica um bocadinho do seu tempo a falar com cada um deles. Gostei de ver. Disse-me depois a minha Avó que ele tem  curso superior de Teologia, de Arquitectura e ainda um outro que não me soube precisar.
Explicou-nos qual seria o processo e que não depende dele o facto de aceitar ou não os padrinhos. Como moramos numa outra paróquia, tem que ser o Padre da nossa paróquia a tratar de todo o processo. Diz ele que há uns padres ranhosos (palavras dele!) que exigem o crisma aos padrinhos, mas o mais que pode acontecer é cada um deles ter que apresentar uma declaração de idoneidade passada pelo pároco da paróquia da sua residência.

Referi os meus receios em que o João não se comportasse convenientemente durante a missa do baptizado. Disse-lhe que ele era mexido e conversador, que gostava pouco de estar muito tempo no mesmo sítio. Ele descansou-me dizendo que era apenas uma criança e que ele já viu de tudo: pais que lhe disseram o mesmo que eu e depois os bebés portaram-se que nem uns anjinhos, pais que lhe garantiram que os seus filhos eram os mais bem comportados da paróquia e que depois viraram a igreja do avesso, etc. Que não me preocupasse com isso. Esqueci-me de lhe perguntar pelas fotografias durante o baptismo... eu sabia que faltava mais qualquer coisa!

Ficou apalavrado para o mês de Maio, mas confirmamos depois de todo o processo estar concluído.

Se todos os padres fossem assim.... as igrejas estariam bem mais cheias.

O João gosta tanto de antibiótico...

...que no sábado, só de o ver ao longe, começou logo a cuspi-lo.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ninguém diria que está com uma otite!

E isso é que nos vale! Com excepção do dia em que fomos ao pediatra tem andado como sempre: feliz e contente. Apenas por uma vez denunciou a otite: estava a almoçar e de repente deu um grito de dor e levou a mão à orelha. Chorou um bocadito, mas logo lhe passou e ainda não se repetiu. Acho que o bicho foi apanhado mesmo a tempo.

E entretanto estão uns dias tão bonitos de sol e nós fechados em casa com medo que ele se constipe mais e repita a otite... é a vida!!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Com uma otite do tamanho duma casa grande

Foi assim que o pediatra do João descreveu como o João acordaria hoje se não tivessemos ido lá ontem.

Quando o Avô o foi buscar à creche disseram-lhe que esteve choroso e mimalho o dia todo. E que punha muito a mão na orelha. O Avô não lhe conseguiu dar de lanchar. Só chorava e queria colo. Não se acalmou com o colo do Avô, nem do Pai, nem tão pouco comigo. Como não é normal nele liguei ao pediatra que me mandou ir imediatamente ter com ele ao consultório. Assim fizemos. Chegou lá mais calmo, menos choroso, mas sem ser o furacão que conhecemos. Não se meteu com a recepcionista, não mexeu em todos os brinquedos, não correu mil e uma vezes pelo longo corredor que há por lá , não atacou os outros meninos de beijos. Nada disto que é habitual quer vá a consulta de rotina, quer vá a consultas de "emergência" como esta. Portanto o caso era sério. E lá estava a otite a começar no ouvido esquerdo. Antibiótico em xarope que ele adora (not) e mimo são a solução.

Fomos para casa e durante algum tempo ainda esteve choroso. Demos-lhe um biberão de leite porque certamente recusaria a sopa ou mesmo a papa. Dei-lhe Ben-u-ron para as dores e acho que foi remédio santo. Arrebitou e ainda jantou com os papás. Depois ainda pediu bolachas e queijo. Estava a recuperar do lanche perdido.

Por incrivel que pareça dormiu a noite toda seguida e hoje acordou bem disposto. Talvez a pedir mais colinho que o habitual, mas nada mais.

E pronto: é esta a nossa primeira otite, quase com 20 meses. E com isto tudo não fomos comprar os peixinhos que lhe prometemos (o pai até saiu mais cedo de propósito!) nem brincar com uns meninos giros, giros, giros. Será que nos dão uma segunda oportunidade???

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Quem foi?

Quem é que acordou hoje às cinco da manhã, quem foi? O João (e nós).

Quem é que esteve alegre e contente até às seis e meia da manhã, quem foi? O João (nós não estavamos alegres nem contentes, estavamos com sono!)

Quem é que voltou a adormecer perto das sete da manhã, quem foi? O João (hoje, excepcionalmente, o pai  levantou-se a essa hora e eu pouco depois).

Quem é que dormiu até às nove, foi vestido a dormir e quase comeu papa a dormir, quem foi? O João (e eu a fazer horas para deixá-lo dormir mais um bocadinho numa tentativa de que não fique com os horários trocados e, consequentemente, muito mal disposto lá para o final da tarde!)

Quem é que chegou quase uma hora atrasada ao trabalho, quem foi? A mãe!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Baptizado

Finalmente decidimos baptizar o João. Será no primeiro Domingo de Abril ou Maio, só o saberemos depois de falar com o Padre. Escolhemos um padrinho que é apenas baptizado (não tem crisma) e uma madrinha que para além de ser também apenas baptizada vive em pecado (não é casada) e é mãe solteira. :-) Prevê-se uma negociação difícil com o Sr. Padre. Temos esperança que seja algo facilitada pela boa relação que a bisavó tem com o Sr. Padre da Paróquia dela. Foi por isso que escolhemos essa Paróquia. Vamos ver como corre.

Entretanto aceitam-se sugestões (no Porto ou pertinho!):

- onde mando fazer um bolo simples e lindo mas acima de tudo delicioso sem ficar com pena de o comer de tão caro que foi???

- onde compro uma vela e uma toalha de baptizado fora do tradicional?

- onde compro uma roupa de baptizado para o João bem catita e modernaça sem folhos nem cetins?

- como manter sossegado um míudo irrequieto de 20 meses durante aproximadamente uma hora de missa?

- devo escrever baptizado ou, segundo as novas regras, batizado?

Contem-me as vossas experiências!

No final de uma visita ao SeaLife

"João, qual foi o peixinho que mais gostaste?"
"Hmmm", apontando insistentemente para o extintor.

Ando eu a pagar bilhetes caríssimos para ele ver os peixinhos quando, para o fazer feliz, bastava levá-lo a qualquer edifício que tenha um extintor. Mãe sofre.

[Mas delirou com o tanque das raias (queria que o pusessemos lá dentro) e com a parte mais gira do tanque principal (quando passamos por baixo dele)]

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mais uma nódoa negra

Desta vez caiu do sofá em casa do Avô e deu com a cara em cima do porta-revistas de madeira.  Ainda não sei como o fez já que estava de mão dada comigo. Que raio de volta ele conseguiu dar para aterrar naquele canto???

Resultado: nódoa negra na bochecha e um bocadinho esfolado junto à orelha.

E muito me continuo a surpreender com o meu sangue frio e rapidez de raciocínio ao:
- pegar nele imediatamente sem esperar ajuda (a pensar que se tinha magoado no olho que era onde ele punha a mão!),
- levá-lo para debaixo da torneira para refrescar a zona e ver os estragos (não havia sangue, mas se fosse no olho....)
- entregá-lo ao Avô e pegar numas delícias do mar para lhe por na cara... "Mas tinhas lá daquelas placas de gel apropriadas" dizia o meu pai! (claro que peguei no que vi primeiro)
- pegar no Arnidol e esfregar-lhe na bochecha.

(E eu sempre pensei que ficaria muito aflita... acho que o instinto maternal supera todas as possibilidades de ter um "chilique")

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Porque hoje é Dia dos Namorados...

... há umas bebés lindas que vão receber nas caixas do correio reais (não virtuais) uns cartões de Dia dos Namorados. Feitos por nós com a ajuda do site do Pocoyo, claro está. Que isto da crise não permite que se comprem corações de peluche e ramos de flores caríssimos. Adiante.
Para a escola seguiu na mochila o mesmo cartão para as educadoras e para todos os meninos da sala com o desejo de que passem um bom dia.
Claro que estou ansiosa para saber se receberam, viram e gostaram!



Qualquer dia vamos presos

O João tem a mania de nos chamar muitas vezes e muito alto. Mesmo quando estamos à frente dele. No sábado, no carro, ele gritava "Papá!!!" e o papá respondia-lhe também alto e bom som "Diz!!!". Estiveram nisto um tempão até eu acabar com a brincadeira já farta dos berros :-)
Saímos do carro e fomos ao supermercado. Claro que depois de ter gostado* da brincadeira ele esteve todo o tempo a gritar "Papá!!!!!" alto e bom som enquanto se passeava ao colo do pai... mas aqui o pai já não gritou. Estava mesmo a ver quando alguém chamava um segurança acusando o Nuno de ter raptado um pobre menino: afinal a criança não parava de chamar (gritar?) pelo papá...


(*ups... não era gosado, mas sim gostado! Está feita a correcção.)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Pocoyo vs Ruca

O João adora o Pocoyo. Desde muito pequenino (uns 6/8 meses, talvez). Vê os episódios com bastante atenção (pelo menos o primeiro da sessão!) e ri com algumas brincadeiras que fazem. Conhece todas as personagens pelo nome e identifica qualquer uma em qualquer sítio sem nenhuma hesitação. No entanto não diz o nome de nenhuma (nem do Pocoyo) nem sabe pedir (verbalmente) para por o dvd na televisão. A única coisa que faz é o seu HmmHmm enquanto nos tenta convencer a pegar no comando do leitor de dvd's.


O João nunca viu um episódio do Ruca. Gosta da música do início mas mal acaba vira costas. Nós não insistimos para que veja. No entanto, mal vê a imagem do Ruca seja onde for diz "RRRuca" na perfeição e repete até à exaustão.
Há coisas curiosas, não há?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

João, como faz o tio?

"Aaatchiiim!"

(Nota-se que o tio espirra muito?)

Palavra da semana

"Cuuucuuu!"

Repetida um número inimaginável de vezes ao longo do dia... e desconfio que a dormir também. E fica tão lindo a dizê-la enquanto nos faz aparecer à frente um boneco, um fantoche de dedo ou ele próprio!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Da semana passada

Estava o João junto à mesa de centro da sala do Avô a brincar com uns carrinhos que eram do tio em pequeno. O Avô, para evitar que ele fizesse algum risco na mesa, disse-lhe: "João, não se brinca na mesa! Brinca com os carrinhos no chão.". Ele olha-o com ar de desdém, a "torcer" as sobrancelhas e olha para a mesa da sala (de jantar) como quem diz: "Mesa? Mas tu não estás a ver que a mesa está ali e eu estou aqui? Dahhhh".
Só visto! Claro que nos saiu logo uma gargalhada e lá se foi o ralhete!

Digam-me lá!

O nascimento dos dentes dos vossos pequenos/as costumam vir acompanhados de febre? E como é essa febre? Alta? Baixinha? Passa logo?
O João nunca teve febre por causa dos dentes. Mas suspeito que pela primeira vez isso aconteceu. Ontem de madrugada, sem qualquer explicação, apareceu a febre. 39,5º no rabinho. Dei-lhe  Ben-u-ron e a febre baixou. Voltou a subir a meio da tarde. Quando estava sem febre andava bem disposto e brincalhão. Mas de vez em quando, sem nada que o explicasse, começava a chorar desesperado. Sem cair, sem bater em algum lado ou sem alguém ralhar com ele. Nada. Hoje de manhã já não tinha febre. Isto parece-vos familiar?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Da CUF...

A filha de uma amiga esteve lá há 15 dias. Com um ano e com suspeita de varicela. Confirmaram o meu diagnóstico. Sim, eu já tinha diagnosticado ao telefone só pela descrição das borbulhas e até já tinha medicado se fosse preciso (nunca, claro está!!! Limitei-me a dizer-lhe o que o nosso pediatra tinha receitado). Voltando à CUF. O diagnóstico foi feito e veio para casa com Fenistil para as borbulhas e um pó (ou gel?) para por na água do banho. Passou um dia. Na madrugada a seguir teve que voltar lá porque a bebé não consegui parar de chorar desesperada com a comichão. Nem dormir, sequer. Nessa altura, com outra equipa na urgência, veio medicada tal e qual como o João quando teve varicela (e todos os outros bebés que conheço). Porque é que o primeiro médico não a medicaou como deve ser? Porque é que a bebé teve quase dois dias cheia de comichão e com borbulhas a nascer em catadupa? Porque é que não lhe deram nada para impedir que a varicela se espalhasse ainda mais? O João teve muito menos borbulhas que ela porque, segundo o nosso pediatra, quanto mais depressa tomasse a medicação menos "borbulhenta" iria ser a varicela.

No ano passado a bebé de um colega do N.tinha dores e chorava noite e dia. Foi à CUF, mas já não sei o que diagnosticaram. Nada de especial. Voltou lá no dia seguinte porque a bebé não parava de chorar e de se contorcer. Depois de novos exames, a bebé não tinha mesmo nada de especial. No mesmo dia ainda a levaram ao Hospital da Boa Nova para uma segunda opinião. Não tinha nada de especial mais uma vez. Ao terceiro dia, já desesperados, levaram-na para o S. João. Foi operada de urgência pois tinha uma apendicite já transformada em peritonite. Foi diagnosticada por um estagiário. Que disse ser apenas um estagiario e numa primeira avaliação lhe parecia ser esse o problema mas que foi imediatamente chamar um superior para confirmar o diagnóstico e dirigi-la para cirugia. Um dia mais tarde podia ser muito mais complicado. Um estagiário diagnosticou aquilo que pelo menos dois médicos supostamente credenciados e bem pagos não conseguiram.

Sim, eu sei que as apendicites às vezes são dificeis de diagnosticar em crianças pequenas. Às vezes.  E que existem várias opiniões quanto ao tratamento da varicela. Eu sei. E que os médicos são humanos e erram. Mas já são dois casos que me levam a duvidar do serviço prestado na CUF.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Ainda da queda

Tenciono ir ao infantário falar com a educadora. Não pela queda porque sei que pode acontecer em casa, na creche, em casa do avô ou em qualquer lado. Imagino que façam tudo para que não aconteça, mas às vezes pode acontecer.

O que não é aceitável é que perante uma queda que, aparentemente, foi bem jeitosa, não deêm mais informações a quem vai buscar os bebés. Pelo menos um "mantenha-se atento para ver se ele está bem, que o tombo foi grande!". Não me importo com mordidelas de outros meninos, com nódoas negras nas pernas (sei que ele as faz em casa!) e outras coisas "menores". Mas há coisas mais sérias e que podem ter outras consequências.

Não sei como caiu, de que altura, onde bateu com a cabeça, a que horas, se chorou ou não, se lhe puseram gelo ou não, etc. Tudo perguntas feitas pelo pediatra, pela triagem do S. João e posteriormente pela médica que o viu em Cirugia. E eu sem uma única resposta. Isso é que me deixa danada. Hoje era eu que o ia deixar na creche para saber porque é que não informaram o Avô de nada. O pai é mais brando, logo tinha que ir lá eu senão não ficava satisfeita. Mas decidimos deixar o João no Avô para conforto dele (não vão os outros meninos mexer-lhe no galo!) e para eu acalmar esta vontade de insult... vá, pelo menos, resmungar com as educadoras!

Ajudem-me a perceber se tenho razão ou não. Não foi nada, mas podia ter sido, certo? Estou a exagerar? Nem sei se vá à creche hoje de propósito ou se deixe para segunda feira quando o for levar...

A nossa primeira visita ao Hospital de S. João

Quando foi buscar o João à creche, o Avô foi recebido com um "O João deu um trambolhão! Olhe para a cabeça dele..." Estava um pouco vermelho. Tudo bem. Trambolhões há-de dar muitos. Este é só o primeiro.

Enquanto lhe dava o iogurte ao lanche, o Avô começou a notar um grande galo que começava a ficar escuro. Lá me ligou para saber onde estava o Arnidol recomendado pela Princesa e pôs-lhe um pouco entre choros de dor.

Quando o fui buscar achei que estava com um grande galo, mas apenas isso: um galo. O pai foi dar-lhe banho e ao lavar-lhe a cabeça repara que acima do galo está uma espécie de bolha gelatinosa com uns dois centimetros de comprimento. Muito esquisito. Liguei ao pediatra que antes de explicar me perguntou se ele tinha chorado ao cair. Não sabia. Assumi que sim, caso contrário deviam ter informado o Avô. Então, disse ele, isso não é nada. Depois expliquei-lhe da tal bolha e aí o caso mudou de figura. Disse-me que podia ter uma fractura do parietal. Hospital de S. João com ele, disse o pediatra. Que não era nada de grave, mas que tinhamos que saber se era isso através de um raio-x. Não sei se me disse que não era grave para não me preocupar antes de tempo, ou se não é mesmo grave. Ainda não googlei a questão. Nem sei se o faça...

Ainda ponderei entre o S. João ou o Hospital da CUF, mas com tantas opiniões negativas sobre a CUF que tenho ouvido... a hesitação não foi muita. Vamos para o S. João.

Depois de uma consulta relativamente rápida (valeu-nos a classificação laranja, se fosse amarela ou verda ainda lá estariamos a esta hora!) e de um raio-x, o rapaz não tinha nada de grave. Um galo que iria cantar à meia-noite, segundo a médica. Deixá-lo dormir em paz foi a recomendação: "Nada de o acordar para ver se está bem, mãe!". Prestar atenção a alguns sinais escritos num papel que me entregaram (desorientação, sangramentos pelo nariz ou ouvidos, prostração, etc) e nada mais. Ah! Ben-u-ron, se achar que tinha dores.

O galo não cantou à meia noite, ele dormiu sossegado como habitual e acordou muito bem disposto. Hoje ficou entregue aos mimos do avô, para compensar o susto.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Paixão não correspondida

No sábado jantamos com dois casais amigos. Todos com bebés mais ou menos da mesma idade que o João. Com excepção de um casal que, além de ter um bebé como o João tem também uma menina de 13 anos mais coisa menos coisa. Simpática, mas senhora do seu nariz. Próprio da idade e de estar apenas entre adultos e bebés. Mas pouco dada a bebés, pelo que me disseram os pais.
O meu filho apaixonou-se por ela! Encostava-se às suas pernas, abraçava-se a ela, agarrava-lhe a mão e o braço, pedia-lhe colo insistentemente. A miuda não era baby friendly, já o disse. Com alguma insistência dos pais lá lhe deu colo e tal... mas sem grande entusiasmo. Nada disso demovou o João que insistentemente lhe fazia festinhas na cara. O seu primeiro amor não correspondido! Habitua-te filho. Às vezes acontece!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Nunca vos aconteceu?

O João está deitado na cama dele. A dormir. No quarto ao lado do nosso ou a metros da sala. De repente dá-me uma vontade de o abraçar com força, de lhe dar um colo grande. Sem razão nenhuma. Só porque tenho saudades. Como se o mundo fosse acabar amanhã e eu tivesse a maior urgência em estar com ele. A maior parte das vezes resisto. Outras vou ao quarto dele e passo-lhe a mão pela cabeça enquanto lhe susurro "Dorme bem bebé." Isto de ser mãe tem coisas engraçadas.

[Sim, mas outras vezes apetece-me é deitá-lo rapidinho porque ele não pára quieto um bocadinho e faz asneirola atrás de asneirola. E aí deixo as saudades para o dia seguinte. Ninguém é perfeito!]

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Extintor

Alguém saberá onde é que eu posso encontrar um extintor em plástico para brincar?

Se bem se lembram o João tem uma paixão por equipamentos de segurança sejam eles extintores, mangueiras de incêndio, portas de emergência, sinalética de emergência, etc. Sejam eles vermelhos, verdes, ou simples portas brancas com um sinal de saída de emergência. Em plena secção de brinquedos do El Corte Inglés ele primeiro vai ver as portas de emergência e os extintores e só depois se vira para os brinquedos.

Lembrei-me por isso de o mascarar no Carnaval de bombeiro. Não será difícil comprar um disfarce de bombeiro no Toys R Us ou noutro sítio qualquer (digo eu!). É possível comprar disfarces de bombeiro americano, inglês, espanhol, em vários sítios na internet. Mas para o disfarce ficar completo e para o João gostar terá que ter um extintor... alguém me ajuda? Onde, meus senhores? Onde?

[No Amazon Americano há tudo! Mas nunca encomendei nada... apenas experimentei o Inglês. De qualquer modo acho que a maior parte das coisas - como esta, que era fantástica - não enviam para Portugal...]

Dentes

E não é que o João já tem mais dois dentes de fora? Desta vez são os dentes caninos de cima. E um deles já está bem de fora.

Que pais desnaturados que só ontem é que deram conta!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Abó

É a mais recente palavra do João. E não tem nada a ver com o que parece. O que ele quer dizer é "a bola". Diz outra coisas como "até amanhã" e "dá cá" mas é ainda muito à moda dele e só quando lhe apetece.

Ainda do Colacao

No dia em que fomos ao Centro de Saúde dar-lhe as vacinas aconteceu um episódio curioso. A enfermeira esteve a ver uma unha encravada no pé do João e quando terminou meteu o bisturi que tinha usado no recipiente de recolha deste tipo de materiais. Um recipiente plástico, circular e amarelo com tampa vermelha. Mal o João lhe pos os olhos em cima exclamou: "Cococao!". A enfermeira achou um piadão. Mal a nossa médica de familia entrou no gabinete para nos cumprimentar (é amiga da nossa família há anos) contou-lhe o que ele tinha dito. Deviam ver o ar escandalizado da médica a perguntar: " E ele já bebe Colacao??". Lá tive eu que lhe explicar que nem sequer alguma vez tinha provado tal alimento e que nem sabemos porque é que aprendeu a dizer tão depressa essa palavra.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Como fazer uma criança feliz... parte 2

O Pocoyo é outra paixão do João. Noutro dia, através do facebook, descobri que no facebook e no site do Pocoyo existem uma série de actividades. O João ainda é pequeno para a maioria, mas encontrei uma que achei engraçada: um medidor de altura. Lá estive eu a imprimir, acertar os tamanhos, recortar, colar, etc. Colei no armário do João e ele adorou. Primeiro tentou arrancá-lo, mas depois de dois ou três "Não!" desistiu. Agora entretem-se a dar beijinhos aos bonecos, a apontar para os que estão mais em baixo e a tentar chegar à Elly que está perto dos 150cm. Ainda falta um bocadinho "assim"!

Como fazer uma criança feliz...

Que o João gosta muito da embalagem do Colacao já se sabia. Até já diz cada vez melhor a palavra: passou de "cocao" a "cococao".
Noutro dia, numas arrumações a uns armários de tralhas descobri uma embalagem pequena de Colacao que tinha sido oferta na compra de uma caixa de 3Kg. Supostamente é uma embalagem de viagem para que os viciados possam levar o seu Colacao para todo o lado. Mas o pai lá de casa, embora viciado, não chega a tanto e por isso a embalagem estava lá arrumada.
Quando a encontrei dei-a ao João e foi o maior sucesso! Ele identificou-a logo e levou-a para comparar com a embalagem grande. Não a largou mais...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Vacinas

Ontem foi dia de vacinas. Nunca foi tão mau. Não pelo que chorou (nem foi muito!) ou pelo que lhe custou na altura, porque isso passa com uma chupeta, um colo mais prolongado e um livro do Pocoyo estrategicamente colocado na mochila já a pensar nesta eventualidade.  Foi mau pelo que passou depois. Adormeceu no carro. Chegou a casa, acordou e chorou, chorou, chorou. Não nos deixava sequer por gelo. Mas se tocava em qualquer um dos braços (levou a dos 18 meses e o reforço da Prevenar) encolhia-se e chorava. Chorava muito. Soluçava sem parar. Acabei por lhe dar Ben-u-ron para as dores. Não jantou, nem sequer o biberão de leite que lhe oferecemos. Acabou por dormir bem, mas hoje de manhã ainda se encolheu quando lhe tocamos no braço. Não lhe dei outro Ben-u-ron e estou para aqui a pensar se não o deveria ter feito...
O que vale é que, segundo sei, agora só voltamos aos 5 anos.

Babetes

O João detestava babetes. De há uma semana para cá vai à gaveta do quarto onde estão guardadas, tira uma e dá-nos para lha pormos. Ou para a pormos em nós. Isto quando não as espalha todas no chão do quarto dele. Está bonito, está!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Jardim zoológico

No sábado, para comemorar os seus 18 meses, rumámos ao Jardim Zoológico da Maia. Acho que já esteve em melhores condições do que está agora. Não me pareceu muito limpo nem  cuidado, impressão contrária à que eu tinha da última visita há uns anos. Não pudemos ver o show das focas porque supostamente ao fim de semana só se realiza da parte de tarde quando no site e na entrada está bem explicito que há um show às 11h diariamente (mas vai seguir mail a reclamar!). Alguns dos animais ainda "dormiam" ao meio-dia (estavam fechados nos dormitórios, não se viam). Podia ser por causa do frio. Podia. Mas pareceu-me que não tinham pessoal para os "acordar" a tempo e horas.

O João... gostou. Delirou com os patos, os cangurus, a corça, o pavão. Detestou o macaco e ignorou os poucos felinos que já tinham acordado. Assustou-se com as galinhas (não sei porquê não lhe inspiram muita confiança) e com o pónei. O hipopótamo não quis sair de dentro de água por isso não o viu muito bem. Brincou muito no escorrega e não queria vir embora.

Resumindo e baralhando: é ainda muito pequenino para se aperceber de tudo o que está a ver, mas foi uma manhã bem passada. A voltar quando estiver mais quentinho!!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Há coisas que ainda me espantam

No Continente:
Farinha N/ Láctea 8 Cereais Iogurte Cerelac Nestlé emb. 250 gr
€ 9,32 / kg
Preço € 2,33 / Unid.


No Carrefour em Espanha:
 Nestlé Papilla en polvo de 8 cereales con yogur - paquete de 600 g.
4,37 €/kg.
Precio 2,62 €

A propósito da Feira do bebé no Continente lembrei-me disto. Embora a imagem seja diferente, o produto é exactamente o mesmo. A diferença de preço é brutal: quase metade! É de lamentar que só tenha descoberto isto há uns dois ou três meses. E este é apenas o primeiro exemplo que me apareceu já que a diferença de preço em todas as papas da Nestlé e da Milupa é semelhante. Eu quando vou de passeio ou fim de semana para aqueles lados (o que acontece pelo menos uma vez por mês) aproveito sempre. O mesmo se passa com boiões de fruta e outros produtos para os mais pequenos (e não só). Curiosamente, nas fraldas passa-se o inverso. Por muito que se diga que as fraldas são mais baratas em Espanha isso não é verdade. Ou são ao mesmo preço ou ligeiramente mais caras.

Estamos na fase dos beijinhos

O meu filho é um beijoqueiro. Dá beijinhos às meninas, dá beijinhos ao Pocoyo de peluche, dá beijinhos ao Burrinho (do Pooh) gigante, dá beijinhos aos bonecos mais pequeninos dos Legos, dá beijinhos ao pacote das bolachas, dá beijinhos a ele mesmo no ecran do portátil... enfim!

Mas beijinhos a sério, com barulho e tudo. Aprendeu na última semana. Os beijinhos que ele dava até agora eram... especiais! Abria aquela bocarra linda e encostava à nossa cara babando-a toda. Beijinhos bons, esses! Mas estes também são óptimos... e mais apropriados para dar às meninas pequeninas, sem dúvida!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sábado e domingo de sol!






O mar e os bichinhos são algumas das suas paixões!
Ainda falta muito para o próximo fim de semana de sol?

sábado, 22 de janeiro de 2011

Não consigo resistir









O Avô, a meu pedido, mandou-me algumas fotografias para eu escolher a que iria colocar no post dos 18 meses. Não consigo escolher uma!!

18 meses

És lindo!

Irrequieto, impaciente e curioso. Queres ver tudo, mexer em tudo, correr, jogar à bola, brincar, ver televisão... se possivel tudo ao mesmo tempo. Não tens grande interesse por puzles, mas gostas de encaixar peças 3d no teu carrinho laranja. Gostas de esconder brinquedos debaixo do banco do carrinho azul em casa do avô e depois descobri-los novamente. Começas a encaixar e desencaixar Legos, mas giro, giro é atirar com eles. Continuas a gostar muito de livros e a passar páginas muito rapidamente. Impaciente! Adoras as bolinhas de sabão que fazemos e tentas fazer... mas ainda não percebeste como. Gostas de arrastar e puxar carrinhos. Tens um tão giro do Pocoyo que anda sózinho, mas tu gostas mesmo é de o empurrar. Pocoyo! Ai o Pocoyo! Não há mais desenhos animados para este menino! Só vê o Pocoyo. E os dvd's de músicas infantis. Ou os videoclips Loca e WakaWaka da Shakira e os da Kate Perry. Não são os mais indicados para ti, é certo. Mas foste tu que os escolheste. Quando começa a dar na televisão, corres de onde estiveres para dançar em frente à televisão. Telemóveis, telecomandos, computadores, etc. são fantásticos. E a tua cara de alegria quando consegues fazer alguma coisa neles? E tubos de creme. Não és esquisito: muda fralda, creme de corpo, creme de cara... não interessa! Adoras cães, ver passar aviões e tinonis. Só de os ouvir ficas logo atento e à procura de os ver.

Limpinho. às vezes avisas quando tens a fralda suja. Detestas lixo nas mãos e desatas a esfregá-las uma na outra para a limpar. Apanhas todo o lixinho que encontras no chão lá de casa (a maior parte provocado por ti, mas isso não interessa nada!).

Comilão. Depois de uma fase de negação à sopa, começas a comer melhor. Já percebi que não queres ser um mero espectador. Queres ter um papel activo. Então dou-te uma colher para mão enquanto te dou a sopa e tu vais comendo por ti também. Aliás, começaste a comer pela tua mão e não te safas nada mal. Às vezes esqueceste que estás a comer e lá vai a colher de arroz passear até à cabeça ou dar umas voltas no ar. Mas é pacífico. Adoras de paixão bolachas. Cada vez mais. Começaste a aventurar-te noutras comidinhas. Até um happy meal do MC Donalds já comeste. Pronto... era composto por sopa, hamburguer com queijo sem molhos e água... e o hamburguer foi o pai que o comeu quase todo. Mas conta, não conta?

Dorminhoco. Depois de duas semanas a dormir francamente mal, voltaste ao menino que eras. Malditas viroses que nem dormir te deixam. Agora dormes entre as 21h e as 21h30 e acordas às 8h. Mesmo ao fim de semana, quando te deitas um bocadinho mais tarde. Dormes seguidinho sem tosse, choraminguisses, leites ou incursões à cama dos papás. Continua assim meu rico filho!

Birrento de vez em quando. Para vestir, para mudar a fralda, para sair da cadeira da papa, para sair do carrinho, para sentar na cadeira do carro... estou a determinar um padrão. Tudo o que te imobilize durante algum tempo deixa-te um bocadinho aborrecido. Lamento, mas tem que ser. Não podemos andar de pijama o dia todo, pois não? Por isso vamos continuar a não ligar às tuas birras (ou fingir que não, porque na verdade temos que estar de olho em ti para não te magoares).

Espertalhão! Andas muito. Tropeças tal é a velocidade com que o queres fazer. Noutro dia corrias atrás de um menino com um balão e via-se que as pernas não andavam tão depressa como tu querias!! Fazes expressões giríssimas com a cara e o corpo. Percebes tudinho o que te dizem. Às vezes fazes de conta que não. Quando não te interessa ou queres fazer outra coisa. Continuas bebé de poucas palavras, mas só numa semana começaste a dizer mais duas ou três. Será que é desta que vais falar? A tua educadora diz que sim. Entretanto gritas muitas vezes de alegria. Quando consegues alguma coisa que queres gritas de felicidade.

E tens o sorriso mais lindo do mundo, as bochechas mais fofas, os olhos mais luminosos que conheço. E és meu. Pronto, tá bem, nosso!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Curtas 3

Quando dizemos "Vamos mudar a fralda!" ele levanta a camisola com as duas mãos até ao pescoço :-)

Curtas 2

Quando bate com a cabeça em algum lado, leva as duas mãos à cabeça e esfrega-a. Tal e qual como nós fazemos só que com as duas mãos.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Para além de cocao

Diz também:

papá
mamã
aoao (cão)
olá
játá
oia (olha)
caca (bolacha, de vez em quando)
có (cocó, mas esta é ainda raro)
Tauga (Tartaruga - esta só é ouvida na escola!)


e mais uma série de algarviadas que eu ainda não consegui decifrar. Xiiii! E há meninos que se explicam perfeitamente com 18 meses!!! Ele também, mas é mais por gestos! ;-)

[E entretanto adoro vê-lo a abrir os bracinhos e acompanhar com a respectiva expressão facial quando quer dizer "Não há" ou "Não está" ou "Acabou"]

Por incrível que pareça

Uma das palavras que o João diz há mais tempo mas que eu não queria acreditar que tinha mesmo significado é... Colacao. Ele diz "cocao" já há uns dois meses, mas eu sempre achei que era mais coincidência que outra coisa. Mas não! Olha para a embalagem e diz "Cocao" cada vez melhor.

Nunca bebeu leite com Colacao, mas adora a grande embalagem amarela com tampa vermelha que normalmente vê em cima da mesa do pequeno almoço. E pede para lha darmos para a mão. Acho que sai ao paizinho dele que só bebe leite com Colacao. E tem que ser original!!!




quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Curtas

A educadora e auxiliar juram a pés juntos que ele diz tartaruga quase na perfeição (eles têm uma na escola). Nunca ouvi!

Consulta no pediatra

Enquanto esperavamos encontrou uma menina com a mesma idade que ele na sala de espera: a Clarinha. Dirigiu-se a ela, deu-lhe um grande abraço e um beijinho. Depois começou a disparatar e a empurrá-la, mas eu ralhava, dizia-lhe que não se magoa a menina e lá ia ele fazer-lhe uma festinha de desculpa.

Mal viu o pediatra (ainda na sala de espera) começou a chorar. Lá lhe deu um passou-bem entre dois choros de mimo, mas só parou de chorar muito para lá do meio da consulta. O pediatra diz que é o síndrome das batas brancas ;-)

"Óptimo" foi o que o pediatra escreveu no livrinho dele. Ficou surpreendido positivamente quando o auscultou pois depois da virose que apanhou em Dezembro e que o deixou com uma tosse terrível, contava que o João ainda estivesse cheio de tosse. Nada! Pulmões limpinhos.
Pé direito para dentro ao andar é normal para um bebé. Até aos 2/3 anos deve passar. Para já nada de preocupante. O tropeçar idem. Contou-nos que a neta, com 3 anos, ainda tropeça que se farta com a pressa em andar/correr. E pior que o João, não sabe cair. O João normalmente defende-se: põe as mãos à frente.

Baixou um bocadito de percentil, mas é normal por várias razões. Primeiro porque não pára quieto um minuto: a maior parte do que come é gasto em correrias e brincadeiras. Além disso esteve doente três ou quatro vezes durante este período. Nada de grave, mas afectou-lhe o apetite. Parece-me que finalmente agora voltou em força.

Disse-nos que o nosso bebé era dos bons, ou seja, daqueles que dormem a noite toda seguida e que ainda tem sono para dormir mais durante o dia. E nós temos consciência da sorte que temos.

Despediu-se do Dr. P. com mais um passou-bem muito tímido e respirou de alívio quando o viu pelas costas.

E agora lá vamos nós às vacinas. :-(

Para registo:
Altura: 82 cm
Peso: 11340gr
PC:47,8 cm

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

E não é que ele percebe tudo?

Ontem ao final da tarde comentava com o Avô que tinha feito uns cupcakes de chocolate que tinham ficado razoáveis mas que tinham um pouco de café a mais. O João, que estava sossegado e sentado ao meu colo, levanta-se rapidamente e corre para o outro lado da sala. A princípio não percebi o que queria, até o ver apontar insistentemente apontar para a Nespresso do meu pai. Ouviu-nos falar em café e pensou que iamos tirar café da máquina, coisa que ele gosta de ver. Um perigo, é o que é! Nem quero imaginar se já falasse... tinhamos que ter muita atenção às conversas em frente a ele. Está muito mais atento do que imaginavamos!

O Domingo em fotos


"Anda depressa Mãe! Anda depressa Pai! Vamos ver se há patos!"


"Mas vocês ainda vão demorar muito??? Parecem umas lesmas com uma máquina fotográfica na mão!"


"Olha! Um cão!"


"Não me apanham!! Não me apanham!! Não me apanham!!"

"Será que isto é bom para comer?"


"Larga-me Papá! Eu só queria provar um bocadinho desta água... e nem é má! Coisas pretas na boca? Não faz mal, é só um bocadinho de lodo!"


" Cair? Eu? Não! Estou é a fazer pose para a fotografia! "



"Deixa-me só apanhar mais uma destas coisas brancas e amarelas Mamã! Ajudas-me?"

" Podemos voltar para a semana??"


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Andar

Ao fim de dois meses e tal a andar parece-me que o João está a ficar muito trapalhão. Tropeça nos tapetes, nos próprios pés, nos bonecos... por tudo e por nada. E ele não era assim.

Quero crer que a justificação seja a sua maior autonomia, a sua vontade de correr e não de andar, o não ligar ao que está a fazer porque já é natural.

Mas na consulta de amanhã não vou deixar de perguntar ao pediatra se será normal...

Balanço de uma manhã de Domingo no passeio

- Cinco ou seis quedas na terra ou relva (que tinha lama por baixo) sem consequências físicas
- Uma mão mergulhada numa fonte muito suja e levada imediatamente à boca antes mesmo de alguém conseguir dizer um "Ui"
- Um braço mergulhado até ao cotovelo num lago mais limpinho (acho eu)
- Calças, body, camisola, casaco trocados no carro já que iamos almoçar fora e ele estava terrivelmente sujo
- As sapatilhas não foram trocadas (não havia outras!) mas foram devidamente polidas com quilos de toalhitas pelo pai - e foram eleitas as sapatilhas do passeio na lama já que, por coincidência, eram as mesmas deste dia .
- Mãe a tentar impedir que a criança se atirasse ao lago, à fonte, aos cães, às escadas, etc. Nesta tentativa ficou com a camisola cheia (cheia mesmo!) de lama das sapatilhas do mais pequeno. Foi devidamente gozada pelo pai mas graças a um conselho amigo dado aqui tinha uma camisola suplente na mala do carro.
- Muitas fotografias giras (que a mãe se esqueceu de fazer download)
- Muita brincadeira, muito riso e muito passeio. E isso é que conta verdadeiramente. Venha mais um fim de semana!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Das pessoas simpáticas ou Livro de Recomendações e Reclamações em simultaneo

Com esta vertente de mãe encontro e falo obrigatoriamente com muito mais pessoas. Ou porque o João se mete com elas ou porque elas se metem com o João. E constato com agrado que a maioria das pessoas e até crianças mais velhas são muito simpáticas com ele. Deixam-no fazer festas nos cães e até se aproximam dele para o ajudar nas festinhas, piscam-lhe o olho ou deitam-lhe a língua de fora nos elevadores, os outros meninos deixam-no brincar com a sua bola e ainda dizem "Só tenho medo que ele se magoe que a bola é muito grande para ele" com ar carinhoso e preocupado, etc. E eu fico encantada com tanto carinho!

[E depois há aqueles que perante um bebé a apontar insistentemente para o seu cãozinho (que reciprocamente se encaminha para o bebé) o afastam para o outro lado dizendo "Vamos embora depressinha Bobi, que já estamos muito atrasados, não temos tempo para brincar com criancinhas". Buuuu para essas pessoas!]

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Pela primeira vez...

O João avisou-me que tinha a fralda suja. Estava na despensa (por estranho que pareça... estava a investigar o que lá havia de bom para comer ao pequeno almoço) e apontou para a fralda e disse "Có". E não é que mal me aproximei dele o aroma instalado na despensa permitiu-me perceber à primeira o que ele dizia? É o primeiro passo em direcção à sanita.

[Primeiro de muitos e longos, claro está!]

Sexta feira!

Finalmente! E com sol! Será que amanhã vai continuar assim? Alguém têm uma cunha no sistema metreológico? Pleaseeeee!

Porque às vezes as pessoas falam demais ou Livro de Reclamações

Noutro dia estive numa loja que me encantou. Tinha imensos brinquedos didáticos e pensados mesmo para as crianças. E acima de tudo muito diferentes de tudo o que se vê noutras lojas. Saí de lá encantada.

Passado uns dias mandei-lhes um e-mail a perguntar se tinham imanes ou qualquer coisa que os substituisse e que pudesse ser colada no frigorifico para o João brincar e estar debaixo de olho enquanto eu faço alguma coisa na cozinha.

Um à parte: o João brinca com uns imanes em casa do Avô que são perfeitos. São de um plástico parecido com a borracha, inquebráveis e que não têm peças pequenas e que não se desfazem. Eu procurava algo do género já que os que se veêm agora são dum material que parte mal cai ao chão o que obviamente não dá para brincar.

Recebi a resposta da dona da loja dando-me um "chá": que eu não devia deixar o João brincar com imanes, que o devia habituar de pequenino a brincar com brinquedos didáticos e não com qualquer coisa. Era um e-mail de cerca de uma página a falar só sobre este assunto e a informar-me que tinham muitos brinquedos adequados à sua idade. Acreditem: caiu-me mal. Lembrei-me logo da cena do Centro de Saúde da Patricia. Obviamente que eu sei que imanes não são brinquedos. E tantas outras coisas como comandos de televisão e tupperwares. Mas brincam com eles. E agora? Vamos pô-los numa redoma? Fechá-los no quarto? Não são facas, ferramentas ou coisas pequenas que possam por na boca.

Mas também sei que as crianças com 3 anos não devem ficar a dormir sózinhas num carro estacionado perto da loja como estava a filha da senhora (que me disse que o fazia porque a menina adormecia à vinda do colégio e não a queria acordar). E eu não fiz qualquer comentário. Mas depois desta resposta apeteceu-me. Apeteceu-me mandar-lhe um e-mail apenas com uma linha informando-a disto mesmo. E agora vou arejar para não stressar...

[Entretanto encontrei uns giríssimos no El Corte Inglés: uns peluches da Nici que têm um iman dentro de cada pata... nem se vê o iman! E ainda encontrei outros de borracha e com iman por dentro, também no El Corte Inglés]

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

É um amor

Principalmente quando tem sono o João agarra-me na cara, uma mãozita bem aberta em cada uma das minhas bochechas e encaixa o seu narizito em cima do meu de forma a que fiquemos colados. E se desvio um bocadinho a cara ele volta à posição original: olhos nos olhos, testa na testa, nariz no nariz, mãozitas nas nossas bochechas. Fecha os olhos e fica ali sossegadinho por uns instantes. Em paz, digo eu. Aconchegado. Ele e nós, que isto é só privilégio do pai e da mãe. É tão bom!

Refeições na creche

A educadora confirmou-me que desde o Natal que os meninos mais pequeninos comem o prato principal sózinhos e que o João até se safa muito bem. Quando não consegue acertar com a colher na boca de forma a conseguir comer vai lá com a mãozita ajudar e tudo corre às mil maravilhas. Perguntei-lhe como ficava o refeitório depois das refeições deles e ela disse-me que até nem ficava mal. Disse-me que tinham como truque estender a babete grande para cima da mesa e por o prato em cima da babete. Assim tudo o que caia ficava na babete. O problema é quando eles se viram e vai prato e comida para o chão. Mas que o João até nem faz isso, é muito bem comportadinho a comer e come muito bem a sopa, o prato principal e a fruta.

Só me ocorre uma questão: querem ver que me trocam o míudo na creche quando mo entregam?

[Ontem pus-lhe um prato à frente e deixei-o comer sem interferir... a bem da verdade tenho que dizer que foi com uma interferência mínima só quando ele começou a agitar os braços todo contente com a colher cheia de arroz. Só posso dizer que o chão comeu bem mais que ele. Mas se não treinar nunca mais lá chega. E o aspirador tem que trabalhar.]

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

É deliciosa

a gargalhada (com som) que ele dá quando lhe perguntamos se quer alguma coisa que gosta.

Quando perguntamos "Queres queijo João?" abre o sorriso e faz "Eheheheheh". Ou bolachas. Ou o Pocoyo. Ou pão. Ou água. Ou fiambre. Ou fruta. Em tudo, basicamente. O "sim" dele é uma gargalhadinha deliciosa "Eheheheheh". À sopa não tem feito isto. Humpffff.

[Que pena não ter imagens e som destes momentos para partilhar convosco. É que são mesmo fantásticos!]

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

E o resultado do desafio é....


Trabalho para casa

Um trabalho sobre o Inverno para ser realizado pelo João e os Pais.

Ora o que é que vamos inventar desta vez?

Ontem de manhã...

o comentário que fiz com o Pai e o Avô foi: "Desta vez não ficou doente!"

Isto porquê? Cada vez que aproveitamos os raros dias de sol e vamos apanhar ar o João acorda no dia seguinte constipado e com tosse (uma vez até febre teve!). Ele vai sempre bem agasalhado, não percebo!

Mas desta vez optei por outra estratégia. Em vez de lhe vestir um kispo optei por lhe vestir uma camisola polar por baixo da sweat-shirt que ele trazia vestida para além do body e da camisola de gola alta. Quentinho ele estava e parece que resultou. Desconfiei que o kispo era que o fazia ficar doente. Isto porque quando vamos passear ele corre e transpira e o kispo acaba por fazer um pouco de efeito de estufa não deixando o corpo respirar. Vamos experimentando até ver o que resulta para ele (e não é que eles são mesmo todos diferentes?).

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ainda do fim de semana

Andamos a passear pelo Parque da Cidade. Muito pontapé na bola... o pai e a mãe que nem gostavam agora vão ficar craques da bola. Muito passeio. Alguns tombos. Muita lama. Calças, camisola e sapatilhas directas para a máquina de lavar. Bolachas com fartura. Várias tentativas de ir atrás dos patos para o lago. Umas lambidelas bem jeitosas de uma amiga canina bem pequenina (em idade e tamanho) e simpática. Assustou-se na primeira. Depois só queria ir atrás dela fazer-lhe festinhas e fazer-se às lambidelas.
[Que pena não poder ter um cão!!! ]

Circo Girassol


Este fim de semana o João foi à Casa da Música com o Avô. Foram a um workshop chamado Circo Girassol. Parece-me que a avaliar pelas bochechas vermelhas e por ter adormecido à mesa durante o almoço que a sessão foi bem animada!


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Dia de Reis


Ontem na creche tiveram direito a uma coroa de dia de Reis com as mãos deles pintadas e umas estrelinhas brilhantes (na parte de trás). Não ficou lindo o nosso Reizinho?
[E a educadora contou-me que foi muito dificl pintar as mãos dele porque ele odeia ter as mãos sujas... e ter tinta nas mãos, para ele, era como ter as mãos sujas. Muito limpinho este meu filho!]

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Primeira paixão?

Na semana anterior ao Natal o João não foi à creche porque esteve doente. Na segunda feira seguinte, quando o fui buscar ao final da tarde, diz-me a educadora: "Oh mãe, o João e a Renata passaram o dia aos beijos e abraços. Tive que os separar que eles não se largavam. Deviam ser as saudades." Tão queridos!!!

Adenda: afinal descobri que a paixão verdadeira é pela Fábia, uma menina ainda mais novinha que ele... a Renata é o segundo amor :-)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Isto de ter um filho que não fala...

Na semana passada o João acabou de comer a papa na sua cadeira e começou a apontar para o sofá. "Uhhh, uhhh" dizia ele. E insistia. E apontava. E "falava". E eu perguntava-lhe o que queria. E ele tornava a insistir, já a ficar impaciente. E eu dava-lhe o livro. Não era, afastava-o com a mão e apontava para o sofá. Dava-lhe o comando da televisão. Também não era, devolveu-mo. Dava-lhe a almofada. Não. Dei-lhe mais não sei o quê que por lá andava. Não acertava nem por nada. Até que se fez luz: peguei no comando do dvd, liguei-o e pus o Pocoyo. E o sorriso dele iluminou-se. O que ele queria era ver o Pocoyo!! Apontava para o sofá porque era onde estava o comando do dvd e ele sabe que é com o comando que surge o Pocoyo na televisão. Filho: não comeces a falar depressa e vais ter muitas dificuldades em conseguir o que queres! Pelo menos podias ter apontado para a televisão que era mais fácil para eu perceber, não?

[Quando ele está solto (isto é, não está na cadeira) pega no comando e vem entregar-nos para o pormos a ver o Pocoyo]

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Pela primeira vez que me lembre...

... o termómetro subiu até aos 40º. Nada de extraordinário nas crianças, eu sei. Mas assusta. Para além do Ben-u-ron lá lhe tirei a roupa e deixei-o em body no quarto dele até a febre descer. Não sem ouvir um raspanete da minha avó que dizia que as crianças com febre devem-se agasalhar muito bem. E que não interessa o que o pediatra diz porque antigamente é que era bom. Mas o pediatra nem é novo, já tem uns sessentas e... Não interessa!
E foi assim o primeiro dia do ano. Com um bebé lindo mas com bastante febre que aparecia a cada 3/4 horas. E praticamente sem brincar e sorrir como deve ser. E sem comer. E sem dormir de noite mas a dormir muito de dia (ele, que nós estivemos vigilantes). E com muito mimo e colo. E muito Pocoyo.
No domingo já estava um pouco melhor e o máximo que teve foi 38,6º logo de manhã. Hoje de manhã estava fino para ir para a escola.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Na última noite do ano...

... O João adormeceu no meu colo esgotado de tanta brincadeira. Faltavam 10 minutos para a meia noite. Não me ocorre melhor maneira de entrar no novo ano. :)