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terça-feira, 17 de abril de 2012

Primeira noite sem chupeta

Ontem de manhã resolvi guardar todas as chupetas da casa. Se ele não as visse não se lembraria delas... assim eu esperava.

Não se lembrou até se deitar. Aí pediu-a ao pai. O pai disse-lhe que não havia. E ele deitou-se. Ao contrário do esperado, adormeceu rápido sem ela. Dormiu a noite toda. Acordou sem ela e sem a pedir. Será que vai ser assim tão fácil? A ver vamos.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Da linguagem

Cada vez está mais desenvolvido. A cada dia que passa emprega novas expressões, sabe novas palavras, tudo. A última é usar o "me". "Ajuda-me" e "Diz-me" em vez do "Ajuda o João" ou "Diz ao João", por exemplo.

Conta até 20 sem se enganar e se o ajudarmos vai por aí fora. Mas conta mesmo, não se limita a enumerar. No inicio aldrabava um bocadinho, mas agora estica aquele dedinho gorducho e conta os elementos que lhe mostramos.

Conhece o aeiou e uma série de outras letras. Sabe empregá-las bem, não se limitou a decorá-las. Concluiu sózinho  que o M de mãe também é de mão, por exemplo.

Conhece as cores todas (até o cinzento, o bege e outras do género!), as formas geométricas, os opostos (quente frio, grande pequeno, alto baixo, aberto fechado, etc) e muito mais.

Cresceu num intante...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Frases do momento proferidas pelo rapaz lá de casa

"O João ajuda!"
"O João faz!"
"O João consegue!"
"O João mexe!"
"O João calça!"
"O João fecha!"
"O João liga!"
"O João põe!"
...

Qualquer dia sento-me no sofá e ele faz tudo por mim. Boa!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Da sua perspicácia

Num dos hóteis onde estivemos na semana passada havia um grande parque infantil onde havia um slide (um cabo preso em dois lados que permite deslizar por ele apoiado numa espécie de banquinho). Comentário do João enquanto andava: "É igual ao eléctrico!"

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Prevenção rodoviária

Aqui há uns meses começamos a explicar ao João que só se podia atravessar a rua se não viessem carros de um lado e de outro. Penso que agora já está bem interiorizado... na medida da capacidade dele, claro. Volta e meia ficamos uma eternidade para atravessar a nossa rua que é calma mas muito comprida... e se ele vir um carro lá muito ao fundo diz "Vem carro!" e já não podemos atravessar. E no fundo com razão.

Mas ontem foi ele que nos deu a lição. O Avô veio acompanhar-nos ao carro (que estava longe) depois de jantar em casa dele e, para não voltar a pé para casa, sentou-se ao meu lado. Como só ia dar a volta ao quarteirão nem pôs o cinto de segurança. Ouve-se logo o João de lá de trás "Vovô, põe cinto! Vovô! Põe cinto! Põe cinto!". Boa João!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

As birras!

Ontem não queria jantar o segundo prato. Comeu a sopa antes de nós, como sempre, mas quando foi altura de nos sentarmos todos à mesa não queria. Como acho que está na altura de lhe impor este tipo de regras (já há algum tempo que o fazemos) não facilitei.

Insistiu que não queria com um ar grave e sério e com um (ou vários) NÃO bem vincado. Ora então se não quer jantar vai para a cama. E o pai foi pô-lo na cama. Chorou dois minutos e fomos buscá-lo com a condição de se sentar à mesa. Lá se sentou mas recusava-se a comer o salmão grelhado (que adora!) e o arroz branco. Chorava e olhava para nós com ar de sofredor. Fingido. Muito fingido mesmo. Optei por fazer de conta que não estava a ouvir e não insisti mais com a comida. Continuei a jantar sossegadamente. De vez em quando esquecia-se de chorar distraído a olhar para os peixes ou outra coisa qualquer. A televisão estava obviamente desligada. Mas assim que se lembrava voltava a choramingar. De vez em quando tentava levantar-se da cadeira dele mas bastava olhar para ele para se voltar a sentar e choramingar.  A certa altura parou de choraramingar definitivamente. Aguardei um bocadinho e ofereci-lhe o salmão, mas insistiu no não. Voltei a pousar no prato e continuei a jantar. Mais um minuto e puxou para ele o prato e meteu uma colher na boca.  Meteu outra e pediu para eu ligar a televisão. Disse-lhe que não, só depois de comer o que estava no prato e de pedir desculpa por ter feito birra. "Upa" mamã, "upa" papá.

Estivemos nisto uns 10 minutos. Talvez mais um bocadinho no total. Mas resultou na perfeição. E a vontade de rir que me deu pelo meio graças ao choro fingido, ou à tentativa de evitar o meu olhar, ou às caretas fingidas que fazia? Mas eu sou forte e lá tapei a boca para ele não ver a minha contenção! Lá pelo meio, enquanto eu ignorava o seu choro, o pai olhou para ele... ele achou que tinha um aliado e começou logo a pedir ajuda "Papá, Papá...". Lançei um "Janta!" ao pai como quem diz "Ignora".

E continuo a dizer: mais que gritar, o silêncio e o ignorar são o melhor remédio para birras. E depois explicar que agiu mal. Eu sei que não é possível em todas as situações, mas sempre que for possível é o melhor remédio. E é muito importante distinguir quando eles choram a sério (não querem fazer determinada coisa porque estão doentes ou derreados de sono ou...) ou quando estão a fazer jogo. E eles jogam tão melhor que nós!

sábado, 17 de setembro de 2011

Já passaram uns tempos, mas...

...fica aqui o registo. Há um pouco mais de um mês o João esticou uma mão à frente da minha cara e disse: "Mão". Esticou a outra mão e disse "Outra mão". E finalmente concluiu "Duas mãos!". A partir daí faz isto muitas vezes. "Um autocarro! Outro! Olha, dois autocarros!" "Um cão" Outro cão! Dois cães!". É normal...espera lá! Mas quem é que lhe ensinou que o plural de cão é cães?

(E também há uns tempos que distingue o feminino do masculino em coisas menos básicas que menino e menina)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Está a crescer

Na 4ª feira recebi um recado da escola dizendo que na quinta feira iam fazer uma demonstração de aulas de ginástica e na próxima 2ª feira uma demonstração de aulas de música para os meninos da sala de 2 anos e do jardim de infância. O objectivo, segundo o recado, era os pais poderem escolher com consciência as actividades em que quereriam inscrever os meninos.

Como sou mázinha, pensei logo: mas como é que eu vou saber se ele gosta ou não se não estou lá? Como é que vou conseguir escolher em consciência se não vou ver? Ele não vai saber dizer nada de jeito sobre a aula, a linguagem dele não é assim tão desenvolvida. Até mandei um recado para a escola para confirmar se a apresentação também era para pais ou se era só para as crianças. Era só para as crianças, mas as educadoras dariam o feedback sobre as demonstrações.

Pois tive que engolir as minhas dúvidas. O João diz que gostou muito. Que tinha música. Que era todas as quintas (feiras). Que tirou os sapatos para a ginática. Que eram duas meninas muito giras. Que tinha tunéis. Dizes tu que o rapaz não se explica e não sabe dizer se gostou da ginástica? Ora toma! Delirei em especial quando ele diz "Todas quintas". Ainda hesitei: será que é mesmo isto que ele quer dizer? Mas era. Todas as quintas feiras vai haver ginástica. Vai sim senhor, que a mãe vai inscrever o João. Vamos ver como corre a música na 2ª feira.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pequenas coisas da linguagem

O João tardou a falar, mas agora recupera a cada dia o tempo perdido.

Um exemplo: a semana passada não dizia Dorminhoca (a do Pocoyo). Era a única que ele ainda não tinha aprendido. No fim de semana esforçou-se e dizia qualquer coisa que eu nem sei escrever mas que soava a "ota" e que nós percebiamos que era a Dorminhoca. Ontem dizia já "minhoca". E provavelmente dentro de dias já dirá ainda melhor.

Nunca vou deixar de me espantar (acho eu!) com esta capacidade que eles têm absorver tudo o que veêm ou ouvem: são verdadeiras esponjas.

(E o Pocoyo continua em grande lá por casa... chego a pensar que está viciado!)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

23 meses

Parabéns meu príncipe encantado!

(Se o blogger não estivesse do contra eu teria uma bela foto para colocar aqui... bahhhh!)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A chupeta fica na Madeira? Nãããõooo!

Num acto (certamente) impensado o João atirou a sua chupeta ao mar da Ribeira Brava. Nós aproveitamos logo para lhe explicar que não tínhamos mais e que na Madeira não havia à venda. Ah! E que havia agora um peixinho no imenso mar com a chupeta dele, mas que era impossível encontrá-lo porque o mar era muito grande. Convenceu-se. Até o sono e o cansaço se apoderarem dele. E pediu, e suplicou, e estava mesmo cansado (que estas viagens não são fáceis para eles por mais cuidado que tenhamos). E lá fui eu buscar a chupeta de reserva. Era muita coisa num só dia.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pequenos momentos deliciosos 1

Adoro quando o pai o vai deitar à noite e lhe diz "Vai dar um beijinho à mamã". Ele corre do sítio onde está até mim, já com a chupeta na mão e com aquele biquinho de quem vai dar um beijinho. E dá uma beijoca repenicada, diz "Té manhã" vira costas e vai para o quarto dele. Delicioso.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Zangado

Esta semana foi de muito trabalho e acabei por ir buscar o João a casa do Avô muito mais tarde que o costume. Fui sempre recebida por um bebé zangado: não olhava para mim, recusava os meus beijos e ainda se refugiava no colo do Avô. Impressionante a noção do tempo que já tem! Não por saber as horas, obviamente, mas porque percebeu que o tempo que esteve no Avô sem mim foi diferente do habitual. O que vale é que passado um bocado já nem se lembra da zanga.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Aventureiro no berço

Noutro dia pus o João de castigo no berço dele durante 2 ou 3 minutos. Saí do quarto mas mantive-me por perto. Quando espreito ele tem já um pé por cima das grades. Ainda não conseguia sair, mas tentou. Ora isso leva-nos a uma questão: a grade tem que sair, certo? Caso contrário corre o risco de dar um grande tombo ao tentar sair da cama.

O berço dele é uma cama evolutiva e como tal basta-nos tirar a grade e deixá-lo dormir onde sempre dormiu até acharmos que devemos passar para a cama grande. Enquanto berço tem 140 cm por 70 cm: é ainda bastante grande para ele e não tencionamos montar já a cama grande. Mas surgem-nos dois outros problemas.

Já experimentamos e ele consegue sair muito bem da cama (ele sempre desceu de sofás e camas com muita precaução, nunca caiu ou esteve em vias de cair)... mas não consegue subir para a mesma. É ainda um bocadinho alta para isso. Talvez mais 3 ou 4 centimetros e já consiga. Mas o que fazer entretanto? Pode ser problemático que ele não suba sózinho para a cama ou estou a fazer uma tempestade num copo de água?

A outra questão tem a ver com o facto de o João se mexer muito enquanto dorme. Às vezes encontramo-lo com a cabeça virada para os pés. Normalmente dorme com as costas encostadas à cabeceira do berço ou às grades (só tem grade numa face do berço). O que vai acontecer se lhe tirarmos a grade? Já compramos um tapete fofo por causa das eventuais quedas, mas às vezes o problema não está onde cai mas como cai... Mesmo com uma protecção que tenciono comprar, tenho receio que ele caia e se magoe ou assuste.

Dúvidas e mais dúvidas...

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Primeiro cocó no pote ou Só uma mãe para falar disto online

Antes de dormir o João estava a sentar-se no pote que está no quarto dele. O pai perguntou-lhe se queria fazer xixi e tirou-lhe as calças do pijama e a fralda. Sentou-o no pote em frente a uns brinquedos. Eu, descrente, disse-lhe que ia dormir para a sala (sim, o sono é muito!) e que me avisasse quando acabassem a sessão de pote. Nem passado 3 minutos ouço o pai a fazer uma grande festa porque o João tinha feito cocó no pote. Fui ver... e não é que tinha mesmo?
Se isto significa que está pronto para o desfralde? Não creio, acho que foi uma bela coincidência. Mas que fizemos uma grande festa, lá isso fizemos. Pode ser que assim ele ache piada e repita a proeza.

terça-feira, 19 de abril de 2011

É o pai!

Depois de uma sessão de cócegas do pai da qual ele já estava a ficar farto veio a correr ter comigo meio choroso. Quando lhe perguntei o que se tinha passado ele responde-me com todas as letras: "É o papá!". Queixinhas!

(E são frases pequenas, mas já são frases!)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

E por falar em imitar

O João revelou-se na última semana um verdadeiro papagaio. Repete (ou tenta) tudo o que dizemos. Em poucos dias já diz muito mais palavras que até já lhe perdi a conta. Assim, de um momento para o outro.
Ontem, no dia de anos da Bisavó aprendeu a dizer Bisa (como lhe chamamos). E fez a felicidade dela, claro está. Está a crescer, é o que é.

terça-feira, 29 de março de 2011

Evoluções das últimas semanas

Da linguagem, para além dos "Mamã, Papá, Já tá! Oh!" temos os seguintes vocábulos:

Ãoão - cão
Cucu!
Cocao - colacao
Cocó - o dito cujo
Avô ou Bubu ou Babu
Pêta - chupeta
Cocó - a galinha
Popó - carro
Minhau - gato
Atu - gato
Azul
Futa - fruta, mas às vezes substitui o F por um P. O que nem sempre dá jeito. Em especial em sítios públicos.
Nita - Marianita (a da música)

Começa a repetir imediatamente o que dizemos. Ontem eu disse-lhe que a rã fazia "Rabbit". Imaginem-no a enrolar a  lingua o mais possivel para dizer algo parecido ao que eu disse. E disse. Um mimo! Mas na linguagem continua muito atrasado quando comparado com a maior parte das crianças da idade dele que eu conheço. Nada de preocupante, claro. cada um ao seu ritmo. Só o refiro porque dava muito jeito se ele já se expressasse melhor.

Identifica nos livros o carneiro, o cavalo, o porco, a galinha, o pato, a vaca e muitos outros objectos do dia a dia. Coisas que nem sequer eu imaginava que ele já conseguisse saber o nome e apontar num livro com imagens desenhadas (em vez de reais). Conhece as partes quase todas do seu corpo e consegue apontá-las no dele e no nosso. Está a aprender as cores na creche.

Dá mais beijinhos a pedido, muito embora seja só quando quer ou está distraído. De manhã, quando o pai o leva à creche e diz "Dá beijinho à mãe", ele dá dois beijinhos sseguidos sem sequer tirar a chupeta. E é o que há!

É ágil e tem uma força descomunal. Trepa a tudo o que consegue e tenta trepar ao que não consegue. Corre que se farta de uma forma muito, muito gira. É um patareco a correr. Ri-se que nem um perdido quando corremos atrás dele.

Adora gulodices como iogurtes, fruta, bolachas. Também gosta de comidinha como arroz e massa com qualquer coisa. A sopa e a papa andam numa fase menos boa. Mas optei por fazer sopa inteira e ele já come melhor. Especialmente se tiver ervilhas ou massa.

Continua a adorar música: seja clássica, seja pop, seja infantil. Adora ver os seus dvd's e dança que nem um tonto (e às vezes fica mesmo tonto). Quando o dvd chega ao fim ele sabe perfeitamente qual é o botão do comando que o põe a funcionar. E o dvd volta ao activo! O pai disse isto este fim de semana a uns amigos e eu pensei com os meus botões "Foi coincidência! Coisas de pai babado!". Mas não, é pura verdade. Ontem fê-lo umas 3 vezes. Aliás: telemoveis, máquinas fotográficas, comandos, nada disto já tem mistério para o João.

Quanto a desenhos animados continua a ver só o Pocoyo (já vos disse que já não posso ouvir aquela música?). Ele gosta, parecem-me educativos e simples: uma óptima escolha.

Surpreende-se e fica maravilhado com tudo! Está a descobrir a vida. E nós com ele. E é muito bom.

(E tanta coisa fica sempre por dizer... ai esta cabeça!)

quinta-feira, 10 de março de 2011

É oficial: chegou à fase do bater.

Quando tem sono começa a fazer asneirolas. Levanta a mão por tudo e por nada, bate ao pai e à mãe e ao avô e a quem estiver à frente dele. Não pode ser, claro está. Já sei que é a forma de ele se expressar já que não o faz verbalmente. Já sei que é uma fase e que passa. Mas ainda assim não pode ser.

Ralho-lhe num tom de voz forte e ligeiramente mais alto que o normal (sem gritar). Agarro-lhe os braços com alguma força (sem magoar, óbvio). Digo que assim é mau e que a mãe fica zangada. Ele faz o beicinho mais lindo que alguma vez já vi, o lábio de baixo começa a tremelicar como quem vai chorar mas aguenta estoicamente. Às vezes é suficiente e lá nos faz uma festinha ou um "trrimmm" no nariz como quem diz "Esquece lá isso e vamos brincar".

Outras vezes a birra prossegue e aí vai para o berço, sózinho, de castigo. Chora, fica sentido, e passado um bocado lá se acalma. Aí nós, que estamos à porta à escuta, vamos ter com ele e dizemos que ele não pode ser mau e não pode magoar o papá e a mamã. Faz-nos uma festinha e lá se resolve o caso. Será que este método é eficiente? Alguma sugestão?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Estamos na fase dos beijinhos

O meu filho é um beijoqueiro. Dá beijinhos às meninas, dá beijinhos ao Pocoyo de peluche, dá beijinhos ao Burrinho (do Pooh) gigante, dá beijinhos aos bonecos mais pequeninos dos Legos, dá beijinhos ao pacote das bolachas, dá beijinhos a ele mesmo no ecran do portátil... enfim!

Mas beijinhos a sério, com barulho e tudo. Aprendeu na última semana. Os beijinhos que ele dava até agora eram... especiais! Abria aquela bocarra linda e encostava à nossa cara babando-a toda. Beijinhos bons, esses! Mas estes também são óptimos... e mais apropriados para dar às meninas pequeninas, sem dúvida!