terça-feira, 29 de novembro de 2011

Para a posteridade

Expressões deliciosas do João:r
"Bês??" (Vês?)
"Qual queres?"
"Que foi, mamã?"
"Eta não!"
"Mais uma!"
"Só amanhã!"

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Há alguns minutos...

... o João apareceu-me na sala pronto para sair (para a creche). Trazia numa mão a toalha de praia e o balde de plástico do Pocoyo e na outra as havaianas da mãe. :-)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A única coisa que realmente me aborrece...

...é ver esta cara linda doente ou triste. Felizmente não acontece muitas vezes! Tudo o resto eu tolero... e de sorriso nos lábios, como não poderia deixar de ser!

Tempo de chuva

O Avô costuma ir buscar o João à creche por volta das 17 horas. Em tempo de chuva forte, é mais prático ser eu a ir buscá-lo uma vez que vou de carro e não se molha todo no curto mas longo caminho até casa do Avô. Curto em distância, mas longo porque ele tem que ver tudo: autocarros, obras, carros pequeninos (vulgo Smarts), etc. E levá-lo ao colo está fora de questão, que ele já é muito pesado para as costas do Avô.

No entanto há um senão. Só o consigo ir buscar por volta das 18 horas (a passar um bocadinho). Ele começa a ver os amigos ir embora (quando ele é sempre o primeiro). Depois, por volta das 17h45, a educadora desce com ele para a sala comum onde funciona o prolongamento de horário a partir das 18 horas. Finalmente, às 18 horas, a educadora despede-se e ele fica com uma auxiliar (de quem ele até gosta). Durante este processo chora, pede para ir embora, chama pelo Avô e pela Mãe. "Raquel, não qué sala, qué i embora. O Avô?" Só sossega com uma bolacha na boca, mas mesmo assim não muito. A alegria e o alívio dele quando me vê é notória. E custa-me tanto deixá-lo lá até às seis da tarde... e corta o coração ao Avô. Passa a vida à janela a ver se pára de chover. Mas achamos que é o melhor para ele. Será? Dúvidas, as eternas dúvidas de educar uma criança.

domingo, 20 de novembro de 2011

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Da creche

Hoje fui à reunião de pais da creche. A reunião de pais já tinha sido durante a semana que estivemos de férias, mas marquei com a Educadora para saber o que tinha sido falado.

O João é esperto e amoroso, juntamente com a R. é uma grande ajuda para a educadora no ensino das cores e dos números aos outros meninos, está sempre disponivel para ajudar a arrumar os catres de dormir ou deitar fora uma fralda dos mais pequeninos, come muito bem sózinho, calça-se sózinho depois da sesta ("Mãe, não me mande sapatos de cordões!"), adora a Capoeira e o professor, brinca bem com todos os meninos e meninas e nunca lhes bate ou é agressivo, junta-se sempre ao Rodrigo e ao David (os únicos rapazes da sala), gosta de brincar com os carros e na casinha,  só bebe leite ao lanche se estiver bem quentinho, tem vergonha de tirar a camisola (e eu pensava que era birra... mas acabei de testar e parece mesmo vergonha!), não tem descuidos nos xixis e cocós, começa a dormir a sesta sem chupeta, e tantas outras coisas.

No final da conversa questionei a Educadora como seria no próximo ano a passagem da creche para o jardim de infância: se ela e a auxiliar iriam com ele, se havia mais que uma sala de jardim de infância, etc. Eu já sabia as respostas, queria apenas confirmar o que já suspeitava. E confirmei ainda mais do que esperava. A Educadora, directamente mas pedindo discrição, aconselhou-me a procurar outro jardim de infância. O jardim de infância ali é apenas uma sala para os meninos dos 3 aos 5 anos. Eles têm necessidades diferentes consoante as idades. Além disso, as actividades que eles fazem lá são limitadas e meninos dessas idades precisam de ser mais estimulados, de ir mais longe, de serem permanentemente desafiados. Tudo palavras da Educadora.

A meu pedido recomendou-me duas outras creches na zona: uma onde está uma amiga da Auxiliar a trabalhar e outra onde anda o filho de uma outra educadora lá da creche do João. Recomendou-me que não escolhesse uma que eu também já tinha visto (quando ele nasceu) e não tinha gostado. Agradeci-lhe a sinceridade e reforcei a minha ideia de que o João, este ano, está bem entregue (e esteve até agora). E mais uma vez saí de lá com a certeza que posso confiar plenamente na Educadora e na Auxiliar do João. Já na Direcção da escola, não confio nem um bocadinho. E agora ainda menos.

E agora começa a angústia da separação. Só de pensar que no próximo ano o João vai ter novos amigos, novas educadoras, novos espaços... já me dá um aperto no coração. Mesmo que seja melhor para ele, temo a sua reacção à mudança. Já o disse tantas vezes a outras mães: eles habituam-se, são muito mais flexiveis que nós. Mas agora, que é com o João, já não acredito tanto nesta teoria. :-(

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Quem canta os seus males espanta

Não deve haver mal que pegue ao pequeno lá de casa, porque ele canta que se farta! Passa a vida a cantar a Bola do Manel, o Balão do João, o Autocarro, O Mar Enrola na Areia, o Atirei o Pau ao Gato, enfim, tudo o que conhece.
Acho que vou seguir o exemplo dele... pode ser que assim o mal também não me pegue!
Atirei o pau ao gato to to, mas o gato to to...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Frases do momento proferidas pelo rapaz lá de casa

"O João ajuda!"
"O João faz!"
"O João consegue!"
"O João mexe!"
"O João calça!"
"O João fecha!"
"O João liga!"
"O João põe!"
...

Qualquer dia sento-me no sofá e ele faz tudo por mim. Boa!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Da sua perspicácia

Num dos hóteis onde estivemos na semana passada havia um grande parque infantil onde havia um slide (um cabo preso em dois lados que permite deslizar por ele apoiado numa espécie de banquinho). Comentário do João enquanto andava: "É igual ao eléctrico!"

Das férias de Outono

Deu beijos e abraços fortes aos nossos amigos Lisboetas, chorou baba e ranho quando percebeu que tão cedo não vai brincar com a sua amiguinha "Újia" (Júlia!), andou de autocarro panorâmico, comboio e cacilheiro, divertiu-se no Aquário Vasco da Gama e no Pavilhão do Conhecimento, delirou no Badoca Park com os animais em liberdade (em especial com as girafas), deu ainda para molhar os pés na lagoa de Santo André, brincou em todos os parques infantis que encontrou nos hotéis, comeu muito e bem, vomitou um jantar (e nós aflitos a pensar que vinha uma gastro mas foi só uma indisposição), cantou(amos) todas as canções que conhece, correu e saltou muito, cresceu.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ainda fico surpreendida...

... quando ficamos num hotel e o João  sabe exactamente qual é a porta do nosso quarto num corredor cheio de portas iguais. Sem olhar para os números das portas e logo a seguir à primeira vez que entramos. Já faz isto há exactamente um ano, altura em que também estivemos de fim de semana prolongado em Lisboa. E nunca se engana! As capacidades dos mais pequenos são mesmo fantásticas.