sexta-feira, 29 de julho de 2011

Último dia de escola

Hoje é o último dia de escola para o João. Um mês inteirinho sem ir à creche dividido pelos mimos do avô e pelas férias com os pais. Estava a ver que nunca mais chegava. Ele adora a creche, eu também. Mas vai-lhe fazer bem este mês de mudança. Vai crescer ainda mais. Vai ser ainda mais feliz.
O avô é que vai ter que redobrar a energia para aguentar a pedalada do mais pequeno durante 15 dias seguidos em vez de duas horas diárias ao final da tarde... mas eu sei que ele adora. E já só (ou ainda) faltam 15 dias para as nossas férias

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nova visita ao S. João

Ontem o João caiu ao tentar subir para o sofá. Não foi a primeira vez nem será a última, já que ele tem espirito de alpinista. Mas desta vez caiu em cima do braço esquerdo e estava muito queixoso.

Comecei a testá-lo: pedia-lhe um boneco e ele pegava com o braço direito. Insistia para me trazer outro com a mão esquerda e ele choramingava assim que pegava no boneco. Fui para a nossa cama e pedi-lhe para subir.. e ele choramingava ao fazê-lo. Decidimos que havia alguma coisa errada e que iamos ao hospital. Enquanto desciamos no elevador o João tentou carregar nos botões com a mão direita. Pedi-lhe que o fizesse com a  esquerda e ele tentou fazê-lo mas com os dedos encolhidos. Comecei a preocupar-me mais.

Na consulta de triagem a médica/enfermeira concordou que havia alguma coisa errada no braço/mão esquerdos e pediu-me para aguardar. As urgências estavam vazias. Havia apenas dois ou três meninos, todos no seguimento de quedas. O João entusiasmou-se com uma das meninas e começou a brincar, a subir cadeiras, a comer bolachas, etc. Comecei a achar que se calhar não deveriamos estar ali porque a pouco e pouco via que ele usava o braço e a mão quase como habitualmente.

Chegamos ao ortopedista e o João já estava como novo. Não fizemos raio-x já que o ortopedista achou que não havia necessidade. Apalpou-lhe braço e mão e ele nem um chorinho deu. Estava impecável. O ortopedista explicou que era provável que ele tivesse deslocado alguma coisa ou tivesse feito uma pequena luxação que rapidamente foi ao sitio (muito normal nestas idades). Inicialmente ele evitava mexer-se porque lhe doía e, mesmo depois de já ter ido ao sítio, ele deveria evitar mexer-se com medo que lhe doesse. Mas que a pouco e pouco ganhava confiança e perdia o medo todo. E de facto foi isso que eu acho que aconteceu na sala de espera... na brincadeira com os meninos esqueceu-se do medo da dor.

E que todas as visitas ao S. João terminem assim!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Festas e mais festas!

 Na creche no dia do aniversário.


 Em casa do Avô no dia do aniversário.


No piquenique no "paque" no domingo.

Estava feliz em todas as festas... e só por isso valeu a pena!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dois anos!

Parabéns João! O teu sorriso vai ser sempre o mais lindo que já vimos, as tuas festinhas vão ser sempre as mais saborosas que já tivemos e as tuas descobertas vão ser sempre as mais maravilhosas. Que sejas feliz é tudo o que queremos.
E agora... festa!!!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tantas!!!

Adoro ouvir o João olhar para uma taça de uvas e dizer com ar de satisfação: "Tantas".

Agora aplica muito este termo, bem como outros como "grande", "pequenino", "atrás", "maior". São pequenas palavras, mas é muito engraçado de ver que ele já as consegue aplicar nas situações certas.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Viagens no jardim do Palácio de Cristal

No fim de semana fomos passear até ao Palácio de Cristal. O João quis parar em cada lago, cada fonte, cada bebedouro. E havia birra se não parávamos!
Quer mergulhar as mãos, o corpo todo se o deixarmos. No lago, nas fontes, nas poças se houver. Quer beber água a cada esquina, e no Palácio há imensos bebedouros. Até banhinho queria tomar!
É mesmo um pato na água.

Se a previsão estiver correcta

Bem aparecido sejas, Verão!

(E vamos ter piquenique de aniversário no fim de semana!!!)

Hoje sem fralda...

8h10 - xixi no pote
8h20 - cocó na sanita
8h30 - saiu de casa para a creche com as cuecas dos Cars e sem fralda.
Ui, ui. Vamos ver como corre!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Viagens no vento

No fim de semana fomos à Casa da Música ao workshop para crianças "Viagens no Vento". Recomendo muito mesmo. Foi uma hora muito bem passada entre música e brinquedos fora do vulgar (pratos de metal, bambus, pandeiretas, tudo o que pudesse fazer barulho!). Mais uma vez gostamos muito.

Das cores

E dois dias depois de eu dizer que para o João tudo é azul ele surpreende-nos e já sabe identificar perfeitamente o laranja, o verde, o azul e o branco. Toma lá mãe que é para não andares a "difamar" a criança!

sábado, 16 de julho de 2011

Comboios

Estamos numa fase de comboios. O João faz comboios de tudo. Muito diretinhos, as peças meticulosamente alinhadas lado a lado. Ele faz comboios de carros, comboios de telecomandos, comboios de colheres, comboios de cubos, etc. E quando nós pegamos nos cubos para fazer torres com ele... ele faz comboios de torres!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Avião, avião

Na semana passada levamos o João a um concerto de música clássica pela Orquestra do Norte num jardim perto de casa, ao ar livre. Inicialmente fiquei renitente em levar o João, mas como o babysitter de serviço (o avô) também ia e era às 21h (cedo, portanto) resolvemos levá-lo. Liguei para a organização do concerto a perguntar se estava aberto a crianças. Disseram-me que sim, que eram muito benvindas mesmo as mais pequeninas.

Correu muito bem. O João adora música e está habituado a ouvir música muito variada desde pequeno. Fartou-se de dançar (música clássica!) e de dar aos braços como o maestro, até que... passa um avião já bem baixinho. Começa ele: "Abião! Abião! Mamã, abião! Papá, abião! Bobô, abião." Nós só faziamos "Shhhh! Não é João! Não fala alto, João." E ele cada vez mais dizia "Abião!" já muito irritado por nós não vermos. Mas sabem a única coisa que resultou? Foi nós dizermos: "Pois é João, é um avião". Sossegou imediatamente. A vergonha é que já ninguém nos tirava. E até ao fim portou-se novamente exemplarmente.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O João e as cores

João, de que cor é o mar? Assul!
E de que cor é o céu? Assul!
E a casa? Assul!
E o carro? Assul!
E o sol? Assul!
E a árvore? Assul!
E a massinha? Assul!

Conseguem detectar algum padrão? :)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Da consulta dos dois

"Óptimo", foi o que o pediatra escreveu no boletim de saúde.

91cm de comprimento
13 kg de gente
50 cm de juízo

"E não se vê que ele anda tao bem? Andar em bicos de pé é só por brincadeira, vê-se bem." Mas por vontade da mãe o ortopedista também está marcado.

Estivemos na consulta quase uma hora. De amena cavaqueira. É bom quando é assim.

Esta manhã

Pus o protector solar ao João e deixei-o sem roupa nem fralda enquanto fui buscar umas coisas ao quarto dele (para o protector não colar à roupa). Entretanto ele vem a correr "Mamã, xixi, xixi!" Achei estranho porque a fralda estava cheia, mas lá o pus na sanita. Qual não é o meu espanto quando ele faz um cocó na sanita. Fizemos grande festa, claro está.

Fomos de novo para a sala e quando chegamos ele faz o seu ar de espantado: "Oh" e aponta para o chão. Tinha três (três!!) lindos presentes sólidos (vulgo cocós) no tapete da sala!! Safado! Mas há que ter pensamento positivo. Podia-os ter pisado e não pisou.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Telemóvel

O João pega no meu telemóvel, acende o ecrã no pequeno botão existente na parte superior do aparelho. Depois desliza o dedo sobre o ecrã (no sitio certo e da esquerda para a direita) para o desbloquear. E depois explora e vê o que quer com aquele dedo gordito em riste sobre o ecrã.
Onde está o chip deles que lhes permite fazer estas coisas mas que ainda não lhes permite controlar os esfincteres ou dizer uma frase que se perceba? Onde?

Mamã: %&#$$#%&"#$#% papá teto.

Tradução muito livre:

"Mamã: diz ao papá para estar quieto!"

Cada vez fala mais e mais depressa e às vezes não e fácil compreendê-lo. Mesmo. Mas é giro, muito giro.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Para quem tem filhos que gostam de pintados*...

Aqui encontram muito e de todos os personagens. Quase, já que não há do Pocoyo. Algum site que sugiram para os miúdos mais miúdos? Agradecem-se as sugestões. :-)

* tradução Joanês-Português: pintar um desenho, pinturas.

Onde está o Wally?... perdão, o João?

(Mas o  título também  podia ser "O avô é ainda mais galinha que a mãe e o pai porque não resisitiu a ir lá espreitar").

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pequenas coisas da linguagem

O João tardou a falar, mas agora recupera a cada dia o tempo perdido.

Um exemplo: a semana passada não dizia Dorminhoca (a do Pocoyo). Era a única que ele ainda não tinha aprendido. No fim de semana esforçou-se e dizia qualquer coisa que eu nem sei escrever mas que soava a "ota" e que nós percebiamos que era a Dorminhoca. Ontem dizia já "minhoca". E provavelmente dentro de dias já dirá ainda melhor.

Nunca vou deixar de me espantar (acho eu!) com esta capacidade que eles têm absorver tudo o que veêm ou ouvem: são verdadeiras esponjas.

(E o Pocoyo continua em grande lá por casa... chego a pensar que está viciado!)

terça-feira, 5 de julho de 2011

Não vão acreditar...

Dá para acreditar que quando o pai foi levar o João à creche preparavam-se para o sentar na nossa cadeira (grupo 1/2/3) sem estar devidamente instalada no banco do carro?  Punham-lhe o cinto do carro nele e na cadeira ao mesmo tempo (como nós usamos) e siga viagem.
Sim, eu sei que a cadeira pode ser usada assim a partir dos 4 anos, mas o João não tem idade, peso ou altura para isso.
Sim, eu ofereci-me ontem para a montar na carrinha mas agradeceram e disseram que a sabiam instalar.
Sim, estão lá os cintos da cadeira para o prender, mas nem isso devem ter visto.
E sim, as intruções de utilização estão num autocolante nas costas da cadeira.
Apre! Ainda bem que eu pedi ao pai para não sair da creche sem verificar se ele estava correctamente sentado na cadeira. E amanhã vou lá eu outra vez certificar-me que ele vai seguro e dentro da lei.

Ortopedista...

No mesmo dia em que soube da meningite da menina da creche (que está melhor!), aconteceu outra coisa curiosa que até me esqueci com o susto.

O Avô vinha com o João a descer a rua da creche e ao atravessar houve um ciclista que parou para os deixar passar. E ficou parado. Quando já estavam a chegar ao final da rua o mesmo ciclista parou junto a eles e perguntou ao meu pai se o bebé tinha médico de família. O meu pai respondeu que sim e questionou o porquê da pergunta. O ciclista, um rapaz da minha idade, disse ao meu pai que era médico e que tinha reparado que o João andava em bicos de pés. Que o deveria levar ao médico de família porque era uma questão médica, mas situação fácil de resolver quando as crianças são pequenas.

Já tinhamos falado ao pediatra nesta questão há uns meses. O pediatra explicou-me que havia duas possiveis razões para ele andar em bicos de pé: há crianças que o fazem porque acham piada; ou há crianças que têm um tendão mais preso e é para eles mais confortável andar assim. Se nós considerássemos que o João andava assim 80% das vezes, então teriamos que ver a questão. Nós referimos que não, que ele andaria assim 10% a 20% das vezes (no máximo) e por isso concluimos que fosse por brincadeira. De facto ele ainda o faz mas não penso que o faça mais do que anteriormente. Na creche nunca me referiram a questão e é lá que ele passa a maior parte do dia.

Fico então sem saber o que pensar. Temos consulta com o pediatra este mês, vamos contar-lhe o episódio e voltar a falar no assunto.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Praia e segurança infantil

O João começou hoje a praia. Não é um rico dia, é certo, mas para eles está bom. O que interessa é brincar ao ar livre e sair da rotina.

Noutro dia questionei a Directora da creche sobre como seriam transportados os meninos para a praia. Disse-me que tinham cadeiras próprias para o efeito, que os mais pequeninos nem iam no autocarro mas sim na carrinha de 9 lugares deles (eles são 14 na sala de 1 ano, como pode???) e que ficasse descansada que a segurança para eles era essencial. Não fiquei descansada. Acho que a Directora, ao contrário da Educadora, é o que se pode chamar de fogo de vista: parece muito cautelosa, muito interessada, mas grande parte é conversa. Aproveitei para oferecer a cadeira do carro o Avô (que faz menos falta) para levar o João e a Directora ficou de me avisar caso fosse preciso.

Hoje fiz questão de esperar que os meninos saíssem da creche para o autocarro e a carrinha para ver como iam. E claro que só não adivinho o Euromilhões. Ele ia num banco elevatório, com o cinto da carrinha posto (apenas a parte de baixo). A educadora viu-me a espreitar, saiu da carrinha e começou a falar de trivialidades. Deixei-a falar à vontade a ver se referia o assunto. Não referiu. Disse-lhe então que o a cadeira do João não era apropriada ao peso e idade do João e que ele não viajaria assim. Pediu imensa desculpa que a culpa era dela que se tinha esquecido de me pedir a cadeira na 6ª feira e que não quis incomodar no fim de semana. Incomodar? A segurança do meu filho nunca incomóda, foi o que lhe respondi. Percebi logo que o objectivo era manter aquela cadeira para ver se colava, e caso eu me queixasse já tinham esta desculpa.

Por este ano o assunto já está resolvido e ele vai na cadeira do Avô, mas sei que no próximo ano vai ser uma luta para colocar a cadeira no autocarro. Pelo que pude ver nenhum menino tinha cadeira do grupo 1 ou 1/2/3 ou até 2/3 no autocarro. Eventualmente teriam os banquinhos elevatórios, mas não consegui ver. Mas havia meninos da sala do João naquele autocarro. Com um ano. Apenas 5 iam na carrinha de 9 lugares. Algum pai ou mãe se importou? Não. :-(

É o que eu lamento naquela creche. Gosto muito da educadora e da auxiliar e sei que o João é muito bem tratado. Caso contrário não ficaria todo contente na creche nem chamaria por elas todo feliz quando as vê. Mas... estas pequenas (grandes) coisas eram de evitar. Eu sei que dá trabalho tirar e pôr as cadeiras todos os dias (a carrinha é utilizada também para ir buscar crianças grandes do ATL), mas é a segurança das crianças que está em jogo. E é para isso que eu pago. E as coisas acontecem...


(E depois lembro-me das minha próprias viagens para a praia com a creche ou os passeios da escola... iamos 3 num banco para 2. Cintos? O que era isso? Cadeiras? Sim, os meus pais tinham para nós, mas não era muito comum. Mas não estou a ser exagerada, pois não? Eu sei que não, é a segurança do João.)

Circuito da Boavista

Ontem levamos o João ao Circuito da Boavista. Fomos com algum receio porque aqueles carros fazem bastante barulho e temiamos que se assustasse. Mas como os bilhetes estavam disponiveis e não os pagamos... arriscamos.
Foi o delirio. Não sei se gostou mais dos carros se do helicoptero que os acompanhava. Cada vez que passavam ele gritava "Mais, mais!". Como demoravam a voltar a passar lá se sentava mas mal os ouvia ao longe levantava-se num ápice para os ver. Um sucesso!