- 15kg,
- 94 cm
- muita birra para entrar no consultório
- muita birra para tirar a roupa
- muita birra para medir
- muita birra para pesar
- muita birra para auscultar
- muita birra para vestir
- pouca birra para sair do consultório
Não sei o que lhe deu, nem parecia ele! Estava mesmo em dia não. E eu a pensar que o medo do pediatra já tinha passado... a última consulta tinha corrido tão bem.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Tu estás fixe!
Foi assim que o pediatra terminou a consulta do João na passada segunda feira. Referiu que o notou muito crescido, já sem os jeitos de bebé. Que em apenas três meses ele desenvolveu muito a todos os níveis: linguagem, motricidade, interacção, etc.
O João, por seu lado, mal viu o pediatra ficou todo contente. Lá vai o tempo em que chorava mal o via. Apertou-lhe a mão e lá foram de mão dada para o consultório. Assim que o pediatra falou em tirar a roupa sentou-se no chão a descalçar os sapatos. Lá vai o tempo em que chorava mal se tocava nele para tirar a roupa no consultório.
Saimos de lá com a receita de Rybomunyl para reforçar o sistema imunitário contra infecções respiratórias (ai os infantários!) e Pantelmin para a desparatisação anual.
O João, por seu lado, mal viu o pediatra ficou todo contente. Lá vai o tempo em que chorava mal o via. Apertou-lhe a mão e lá foram de mão dada para o consultório. Assim que o pediatra falou em tirar a roupa sentou-se no chão a descalçar os sapatos. Lá vai o tempo em que chorava mal se tocava nele para tirar a roupa no consultório.
Saimos de lá com a receita de Rybomunyl para reforçar o sistema imunitário contra infecções respiratórias (ai os infantários!) e Pantelmin para a desparatisação anual.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Consulta no ortopedista
Ontem fomos finalmente ao ortopedista. Tal como nos tinha dito a Cláudia foi muito simpático e muito cuidadoso. Preocupou-se em cativar a simpatia do João e conseguiu. Dessa forma o João deixou que visse os pés, joelhos, costas, etc. Estava tudo bem, como seria de esperar. Andar em bicos de pés é uma preferência de algumas crianças e por volta dos três anos deixará de o fazer.
No final o João despediu-se dele com um passou-bem e ainda o surpreendeu (e a nós) com festinhas na cara do ortopedista. Conquistou-o ou não? :)
(Em compensação as senhoras da secretaria... bahhhh!)
No final o João despediu-se dele com um passou-bem e ainda o surpreendeu (e a nós) com festinhas na cara do ortopedista. Conquistou-o ou não? :)
(Em compensação as senhoras da secretaria... bahhhh!)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Nova visita ao S. João
Ontem o João caiu ao tentar subir para o sofá. Não foi a primeira vez nem será a última, já que ele tem espirito de alpinista. Mas desta vez caiu em cima do braço esquerdo e estava muito queixoso.
Comecei a testá-lo: pedia-lhe um boneco e ele pegava com o braço direito. Insistia para me trazer outro com a mão esquerda e ele choramingava assim que pegava no boneco. Fui para a nossa cama e pedi-lhe para subir.. e ele choramingava ao fazê-lo. Decidimos que havia alguma coisa errada e que iamos ao hospital. Enquanto desciamos no elevador o João tentou carregar nos botões com a mão direita. Pedi-lhe que o fizesse com a esquerda e ele tentou fazê-lo mas com os dedos encolhidos. Comecei a preocupar-me mais.
Na consulta de triagem a médica/enfermeira concordou que havia alguma coisa errada no braço/mão esquerdos e pediu-me para aguardar. As urgências estavam vazias. Havia apenas dois ou três meninos, todos no seguimento de quedas. O João entusiasmou-se com uma das meninas e começou a brincar, a subir cadeiras, a comer bolachas, etc. Comecei a achar que se calhar não deveriamos estar ali porque a pouco e pouco via que ele usava o braço e a mão quase como habitualmente.
Chegamos ao ortopedista e o João já estava como novo. Não fizemos raio-x já que o ortopedista achou que não havia necessidade. Apalpou-lhe braço e mão e ele nem um chorinho deu. Estava impecável. O ortopedista explicou que era provável que ele tivesse deslocado alguma coisa ou tivesse feito uma pequena luxação que rapidamente foi ao sitio (muito normal nestas idades). Inicialmente ele evitava mexer-se porque lhe doía e, mesmo depois de já ter ido ao sítio, ele deveria evitar mexer-se com medo que lhe doesse. Mas que a pouco e pouco ganhava confiança e perdia o medo todo. E de facto foi isso que eu acho que aconteceu na sala de espera... na brincadeira com os meninos esqueceu-se do medo da dor.
E que todas as visitas ao S. João terminem assim!
Comecei a testá-lo: pedia-lhe um boneco e ele pegava com o braço direito. Insistia para me trazer outro com a mão esquerda e ele choramingava assim que pegava no boneco. Fui para a nossa cama e pedi-lhe para subir.. e ele choramingava ao fazê-lo. Decidimos que havia alguma coisa errada e que iamos ao hospital. Enquanto desciamos no elevador o João tentou carregar nos botões com a mão direita. Pedi-lhe que o fizesse com a esquerda e ele tentou fazê-lo mas com os dedos encolhidos. Comecei a preocupar-me mais.
Na consulta de triagem a médica/enfermeira concordou que havia alguma coisa errada no braço/mão esquerdos e pediu-me para aguardar. As urgências estavam vazias. Havia apenas dois ou três meninos, todos no seguimento de quedas. O João entusiasmou-se com uma das meninas e começou a brincar, a subir cadeiras, a comer bolachas, etc. Comecei a achar que se calhar não deveriamos estar ali porque a pouco e pouco via que ele usava o braço e a mão quase como habitualmente.
Chegamos ao ortopedista e o João já estava como novo. Não fizemos raio-x já que o ortopedista achou que não havia necessidade. Apalpou-lhe braço e mão e ele nem um chorinho deu. Estava impecável. O ortopedista explicou que era provável que ele tivesse deslocado alguma coisa ou tivesse feito uma pequena luxação que rapidamente foi ao sitio (muito normal nestas idades). Inicialmente ele evitava mexer-se porque lhe doía e, mesmo depois de já ter ido ao sítio, ele deveria evitar mexer-se com medo que lhe doesse. Mas que a pouco e pouco ganhava confiança e perdia o medo todo. E de facto foi isso que eu acho que aconteceu na sala de espera... na brincadeira com os meninos esqueceu-se do medo da dor.
E que todas as visitas ao S. João terminem assim!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Da consulta dos dois
"Óptimo", foi o que o pediatra escreveu no boletim de saúde.
91cm de comprimento
13 kg de gente
50 cm de juízo
"E não se vê que ele anda tao bem? Andar em bicos de pé é só por brincadeira, vê-se bem." Mas por vontade da mãe o ortopedista também está marcado.
Estivemos na consulta quase uma hora. De amena cavaqueira. É bom quando é assim.
91cm de comprimento
13 kg de gente
50 cm de juízo
"E não se vê que ele anda tao bem? Andar em bicos de pé é só por brincadeira, vê-se bem." Mas por vontade da mãe o ortopedista também está marcado.
Estivemos na consulta quase uma hora. De amena cavaqueira. É bom quando é assim.
domingo, 17 de abril de 2011
O pediatra
O pediatra do João é um senhor muito simpático e com grande empatia com as crianças. E empatia verdadeira, não forçada. Talvez por isso ontem mostrou-nos a fotografia que o paciente anterior lhe tinha levado: era o Guilherme (o nome do menino) vestido de Dr. P. no carnaval. E não faltava nada! O gel no cabelo, o bigode quase retorcido, a gravata do género das que ele usa, a bata com o nome bordado, os óculos, o estetoscópio com o bonequinho. Tudo, tudo! E estava giro o míudo! E o pediatra orgulhoso, claro está.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
E no pediatra
Mal saiu do elevador e percebeu onde estava já não queria entrar. Lá entramos na sala de espera e eu passei a ter um filho cola. Não podia dar um passo para o lado que ele choramingava e agarrava-se às minhas pernas. Quando viu o pediatra começou o pranto. Choramingava, agarrava-se a mim, um suplicio. Lá conseguimos fazer tudo o que tinhamos a fazer. Para o pediatra a birra de medo do João era canja. "Conheço bem piores", diz ele. É normal nesta idade e depois passa.
Pesado, medido, observado e vestido... e já não era nada com ele! Metia-se com o Dr. P. no jogo do olha, ri e foge, viu se ele tinha febre (com a mãozita na testa do Dr. P.), foi buscar um banco pequenino para se sentar ao pé dele e até lhe deu um passou-bem quando viemos embora. Fizeram as pazes, portanto. Pode ser que para a próxima já não haja choradeira (embora não conte).
E enquanto a mãe pagava o João "namorava" a secretária que desde que ele nasceu é bem simpática com ele e connosco. Um mimo de se ver!
Resultado:
- Alto,
- Sobre o magro (a quem ele sai???),
- Ouvido esquerdo perfeito (o da otite),
- Pulmões limpinhos (foram-se os ranhos e as tosses! Viva a Primavera!),
- Lindo (esta sou eu que digo, mas o Dr. P. concorda certamente),
- Óptimo.
Pesado, medido, observado e vestido... e já não era nada com ele! Metia-se com o Dr. P. no jogo do olha, ri e foge, viu se ele tinha febre (com a mãozita na testa do Dr. P.), foi buscar um banco pequenino para se sentar ao pé dele e até lhe deu um passou-bem quando viemos embora. Fizeram as pazes, portanto. Pode ser que para a próxima já não haja choradeira (embora não conte).
E enquanto a mãe pagava o João "namorava" a secretária que desde que ele nasceu é bem simpática com ele e connosco. Um mimo de se ver!
Resultado:
- Alto,
- Sobre o magro (a quem ele sai???),
- Ouvido esquerdo perfeito (o da otite),
- Pulmões limpinhos (foram-se os ranhos e as tosses! Viva a Primavera!),
- Lindo (esta sou eu que digo, mas o Dr. P. concorda certamente),
- Óptimo.
terça-feira, 1 de março de 2011
Do Saúde 24
Liguei para a Saúde 24 na madrugada de Domingo. Liguei porque a febre não baixava mesmo com Ben-u-ron e Brufen de quatro em quatro horas, porque ele tinha aquela respiração ofegante característica da febre, mas acima de tudo porque estava tão mole que nem acordava quando lhe mexiamos (nada característico dele) e gemia ao respirar. Depois percebi que os gemidos são normais quando se tem febre, mas eu nunca tinha ouvido.
Atendeu-me uma enfermeira simpática que ouviu tudo o que lhe expliquei, fez algumas perguntas e concluiu que o deveria levar ao hospital apenas porque poderia estar desidratado (praticamente não bebeu soro de rehidratação e a água que bebeu vomitou) e porque não era normal ele ter febre dois dias depois de ter acabado um antibiótico (o da otite).
Em relação ao primeiro aspecto claramente ele não estava desidratado. Eu conheço-o bem e por isso não me preocupei. Quanto ao segundo, inconscientemente fiquei um pouco apreensiva. Mas já no hospital, enquanto esperávamos pelo pediatra, fez-se luz. Oh senhora enfermeira: então a senhora não sabe que os antibióticos servem apenas para curar infecções provocadas por bactérias? Que não fazem nada quanto aos vírus? E que provavelmente o que ele tinha era uma virose, conforme a senhora disse e muito bem? Assustou-me sem necessidade!! Obviamente isto foi confirmado tal e qual pelo pediatra de serviço (um amor!) que me confirmou que até a meio do antibiótico para eliminar uma bactéria poderia surgir febre provocada por um vírus.
Atendeu-me uma enfermeira simpática que ouviu tudo o que lhe expliquei, fez algumas perguntas e concluiu que o deveria levar ao hospital apenas porque poderia estar desidratado (praticamente não bebeu soro de rehidratação e a água que bebeu vomitou) e porque não era normal ele ter febre dois dias depois de ter acabado um antibiótico (o da otite).
Em relação ao primeiro aspecto claramente ele não estava desidratado. Eu conheço-o bem e por isso não me preocupei. Quanto ao segundo, inconscientemente fiquei um pouco apreensiva. Mas já no hospital, enquanto esperávamos pelo pediatra, fez-se luz. Oh senhora enfermeira: então a senhora não sabe que os antibióticos servem apenas para curar infecções provocadas por bactérias? Que não fazem nada quanto aos vírus? E que provavelmente o que ele tinha era uma virose, conforme a senhora disse e muito bem? Assustou-me sem necessidade!! Obviamente isto foi confirmado tal e qual pelo pediatra de serviço (um amor!) que me confirmou que até a meio do antibiótico para eliminar uma bactéria poderia surgir febre provocada por um vírus.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Com uma otite do tamanho duma casa grande
Foi assim que o pediatra do João descreveu como o João acordaria hoje se não tivessemos ido lá ontem.
Quando o Avô o foi buscar à creche disseram-lhe que esteve choroso e mimalho o dia todo. E que punha muito a mão na orelha. O Avô não lhe conseguiu dar de lanchar. Só chorava e queria colo. Não se acalmou com o colo do Avô, nem do Pai, nem tão pouco comigo. Como não é normal nele liguei ao pediatra que me mandou ir imediatamente ter com ele ao consultório. Assim fizemos. Chegou lá mais calmo, menos choroso, mas sem ser o furacão que conhecemos. Não se meteu com a recepcionista, não mexeu em todos os brinquedos, não correu mil e uma vezes pelo longo corredor que há por lá , não atacou os outros meninos de beijos. Nada disto que é habitual quer vá a consulta de rotina, quer vá a consultas de "emergência" como esta. Portanto o caso era sério. E lá estava a otite a começar no ouvido esquerdo. Antibiótico em xarope que ele adora (not) e mimo são a solução.
Fomos para casa e durante algum tempo ainda esteve choroso. Demos-lhe um biberão de leite porque certamente recusaria a sopa ou mesmo a papa. Dei-lhe Ben-u-ron para as dores e acho que foi remédio santo. Arrebitou e ainda jantou com os papás. Depois ainda pediu bolachas e queijo. Estava a recuperar do lanche perdido.
Por incrivel que pareça dormiu a noite toda seguida e hoje acordou bem disposto. Talvez a pedir mais colinho que o habitual, mas nada mais.
E pronto: é esta a nossa primeira otite, quase com 20 meses. E com isto tudo não fomos comprar os peixinhos que lhe prometemos (o pai até saiu mais cedo de propósito!) nem brincar com uns meninos giros, giros, giros. Será que nos dão uma segunda oportunidade???
Quando o Avô o foi buscar à creche disseram-lhe que esteve choroso e mimalho o dia todo. E que punha muito a mão na orelha. O Avô não lhe conseguiu dar de lanchar. Só chorava e queria colo. Não se acalmou com o colo do Avô, nem do Pai, nem tão pouco comigo. Como não é normal nele liguei ao pediatra que me mandou ir imediatamente ter com ele ao consultório. Assim fizemos. Chegou lá mais calmo, menos choroso, mas sem ser o furacão que conhecemos. Não se meteu com a recepcionista, não mexeu em todos os brinquedos, não correu mil e uma vezes pelo longo corredor que há por lá , não atacou os outros meninos de beijos. Nada disto que é habitual quer vá a consulta de rotina, quer vá a consultas de "emergência" como esta. Portanto o caso era sério. E lá estava a otite a começar no ouvido esquerdo. Antibiótico em xarope que ele adora (not) e mimo são a solução.
Fomos para casa e durante algum tempo ainda esteve choroso. Demos-lhe um biberão de leite porque certamente recusaria a sopa ou mesmo a papa. Dei-lhe Ben-u-ron para as dores e acho que foi remédio santo. Arrebitou e ainda jantou com os papás. Depois ainda pediu bolachas e queijo. Estava a recuperar do lanche perdido.
Por incrivel que pareça dormiu a noite toda seguida e hoje acordou bem disposto. Talvez a pedir mais colinho que o habitual, mas nada mais.
E pronto: é esta a nossa primeira otite, quase com 20 meses. E com isto tudo não fomos comprar os peixinhos que lhe prometemos (o pai até saiu mais cedo de propósito!) nem brincar com uns meninos giros, giros, giros. Será que nos dão uma segunda oportunidade???
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Vacinas
Ontem foi dia de vacinas. Nunca foi tão mau. Não pelo que chorou (nem foi muito!) ou pelo que lhe custou na altura, porque isso passa com uma chupeta, um colo mais prolongado e um livro do Pocoyo estrategicamente colocado na mochila já a pensar nesta eventualidade. Foi mau pelo que passou depois. Adormeceu no carro. Chegou a casa, acordou e chorou, chorou, chorou. Não nos deixava sequer por gelo. Mas se tocava em qualquer um dos braços (levou a dos 18 meses e o reforço da Prevenar) encolhia-se e chorava. Chorava muito. Soluçava sem parar. Acabei por lhe dar Ben-u-ron para as dores. Não jantou, nem sequer o biberão de leite que lhe oferecemos. Acabou por dormir bem, mas hoje de manhã ainda se encolheu quando lhe tocamos no braço. Não lhe dei outro Ben-u-ron e estou para aqui a pensar se não o deveria ter feito...
O que vale é que, segundo sei, agora só voltamos aos 5 anos.
O que vale é que, segundo sei, agora só voltamos aos 5 anos.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Consulta no pediatra
Enquanto esperavamos encontrou uma menina com a mesma idade que ele na sala de espera: a Clarinha. Dirigiu-se a ela, deu-lhe um grande abraço e um beijinho. Depois começou a disparatar e a empurrá-la, mas eu ralhava, dizia-lhe que não se magoa a menina e lá ia ele fazer-lhe uma festinha de desculpa.
Mal viu o pediatra (ainda na sala de espera) começou a chorar. Lá lhe deu um passou-bem entre dois choros de mimo, mas só parou de chorar muito para lá do meio da consulta. O pediatra diz que é o síndrome das batas brancas ;-)
"Óptimo" foi o que o pediatra escreveu no livrinho dele. Ficou surpreendido positivamente quando o auscultou pois depois da virose que apanhou em Dezembro e que o deixou com uma tosse terrível, contava que o João ainda estivesse cheio de tosse. Nada! Pulmões limpinhos.
Pé direito para dentro ao andar é normal para um bebé. Até aos 2/3 anos deve passar. Para já nada de preocupante. O tropeçar idem. Contou-nos que a neta, com 3 anos, ainda tropeça que se farta com a pressa em andar/correr. E pior que o João, não sabe cair. O João normalmente defende-se: põe as mãos à frente.
Baixou um bocadito de percentil, mas é normal por várias razões. Primeiro porque não pára quieto um minuto: a maior parte do que come é gasto em correrias e brincadeiras. Além disso esteve doente três ou quatro vezes durante este período. Nada de grave, mas afectou-lhe o apetite. Parece-me que finalmente agora voltou em força.
Disse-nos que o nosso bebé era dos bons, ou seja, daqueles que dormem a noite toda seguida e que ainda tem sono para dormir mais durante o dia. E nós temos consciência da sorte que temos.
Despediu-se do Dr. P. com mais um passou-bem muito tímido e respirou de alívio quando o viu pelas costas.
E agora lá vamos nós às vacinas. :-(
Para registo:
Altura: 82 cm
Peso: 11340gr
PC:47,8 cm
Mal viu o pediatra (ainda na sala de espera) começou a chorar. Lá lhe deu um passou-bem entre dois choros de mimo, mas só parou de chorar muito para lá do meio da consulta. O pediatra diz que é o síndrome das batas brancas ;-)
"Óptimo" foi o que o pediatra escreveu no livrinho dele. Ficou surpreendido positivamente quando o auscultou pois depois da virose que apanhou em Dezembro e que o deixou com uma tosse terrível, contava que o João ainda estivesse cheio de tosse. Nada! Pulmões limpinhos.
Pé direito para dentro ao andar é normal para um bebé. Até aos 2/3 anos deve passar. Para já nada de preocupante. O tropeçar idem. Contou-nos que a neta, com 3 anos, ainda tropeça que se farta com a pressa em andar/correr. E pior que o João, não sabe cair. O João normalmente defende-se: põe as mãos à frente.
Baixou um bocadito de percentil, mas é normal por várias razões. Primeiro porque não pára quieto um minuto: a maior parte do que come é gasto em correrias e brincadeiras. Além disso esteve doente três ou quatro vezes durante este período. Nada de grave, mas afectou-lhe o apetite. Parece-me que finalmente agora voltou em força.
Disse-nos que o nosso bebé era dos bons, ou seja, daqueles que dormem a noite toda seguida e que ainda tem sono para dormir mais durante o dia. E nós temos consciência da sorte que temos.
Despediu-se do Dr. P. com mais um passou-bem muito tímido e respirou de alívio quando o viu pelas costas.
E agora lá vamos nós às vacinas. :-(
Para registo:
Altura: 82 cm
Peso: 11340gr
PC:47,8 cm
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Andar
Ao fim de dois meses e tal a andar parece-me que o João está a ficar muito trapalhão. Tropeça nos tapetes, nos próprios pés, nos bonecos... por tudo e por nada. E ele não era assim.
Quero crer que a justificação seja a sua maior autonomia, a sua vontade de correr e não de andar, o não ligar ao que está a fazer porque já é natural.
Mas na consulta de amanhã não vou deixar de perguntar ao pediatra se será normal...
Quero crer que a justificação seja a sua maior autonomia, a sua vontade de correr e não de andar, o não ligar ao que está a fazer porque já é natural.
Mas na consulta de amanhã não vou deixar de perguntar ao pediatra se será normal...
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Nas vésperas do Natal...
Ontem foi um dia cheio... pediatra e festa de Natal numa só tarde.
Uma vez que a febre não dava tréguas (mesmo não sendo muito alta) resolvemos levá-lo ao pediatra. O meu filho engana todos muito bem, até o pediatra. Mal lá chegamos diz o Dr. P.: "Isso não é nada! Vê-se logo na cara dele que isso é alguma coisa vírica e que passa em três dias... já passaram 3 dias?". Mas mal o auscultou começou a dizer: "João tu estás uma desgraça! O que andaste a fazer? Isto está bem pior do que eu pensava!". Claro que engana todos... ele corria e metia-se com todos na sala de espera. Tem ar de tudo menos de doente! Agora começou a saga dos medicamentos: antibiótico, expectorante, Celestone, nebulizações com Pulmicort, Ben-u-ron caso persista a febre (mas desde ontem à tarde que já não tem). E se há coisa que ele não toma são os xaropes... mais de metade ele deita fora. E custa-me tanto dar-lhe o da meia-noite: ele chora desalmadamente e tem ataques de tosse incontrolaveis por acordar aquela hora :(
Depois de sair do pediatra já eram quase 4 horas da tarde e ele ainda não tinha dormido. Deixei-o dormir uma hora e levei-o ao sitio onde iria ser a Festa de Natal. Tinha decidido que não ia, mas a educadora teve a gentileza de me ligar dizendo que era uma pena o João não participar, não ficar com esta recordação (só se for em foto, porque lembrar-se? Não me parece!), etc, etc. Como ela insistiu tanto e foi tão amorosa lá o levei. Mas como só tinha dormido uma hora estava muito mole e rabugento. Esteve o tempo ao colo da sua adorada auxiliar. À parte disso, a festa estava gira. Eles foram vestidos de rato Mickey e as meninas de Minnie e estavam impecaveis. Lá estavam eles no palco ao som da música mas sem grande noção do motivo por qual estavam lá. Eles e todos com menos de três anos... Acho que estas coisas são mais para os pais que para os miúdos, mas enfim.
Uma vez que a febre não dava tréguas (mesmo não sendo muito alta) resolvemos levá-lo ao pediatra. O meu filho engana todos muito bem, até o pediatra. Mal lá chegamos diz o Dr. P.: "Isso não é nada! Vê-se logo na cara dele que isso é alguma coisa vírica e que passa em três dias... já passaram 3 dias?". Mas mal o auscultou começou a dizer: "João tu estás uma desgraça! O que andaste a fazer? Isto está bem pior do que eu pensava!". Claro que engana todos... ele corria e metia-se com todos na sala de espera. Tem ar de tudo menos de doente! Agora começou a saga dos medicamentos: antibiótico, expectorante, Celestone, nebulizações com Pulmicort, Ben-u-ron caso persista a febre (mas desde ontem à tarde que já não tem). E se há coisa que ele não toma são os xaropes... mais de metade ele deita fora. E custa-me tanto dar-lhe o da meia-noite: ele chora desalmadamente e tem ataques de tosse incontrolaveis por acordar aquela hora :(
Depois de sair do pediatra já eram quase 4 horas da tarde e ele ainda não tinha dormido. Deixei-o dormir uma hora e levei-o ao sitio onde iria ser a Festa de Natal. Tinha decidido que não ia, mas a educadora teve a gentileza de me ligar dizendo que era uma pena o João não participar, não ficar com esta recordação (só se for em foto, porque lembrar-se? Não me parece!), etc, etc. Como ela insistiu tanto e foi tão amorosa lá o levei. Mas como só tinha dormido uma hora estava muito mole e rabugento. Esteve o tempo ao colo da sua adorada auxiliar. À parte disso, a festa estava gira. Eles foram vestidos de rato Mickey e as meninas de Minnie e estavam impecaveis. Lá estavam eles no palco ao som da música mas sem grande noção do motivo por qual estavam lá. Eles e todos com menos de três anos... Acho que estas coisas são mais para os pais que para os miúdos, mas enfim.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Centro de saúde e pediatra
Ontem de manhã fomos à médica de família do Centro de Saúde de manhã e ao pediatra à tarde. De manhã saí do consultório com um aperto no coração e de tarde com um suspiro de alivio. Curioso, não é?
A médica do Centro de Saúde chamou-me a atenção para o facto do João ainda não se por de pé sózinho, não bater palminhas, não responder a ordens simples como "Dá!" ou "Diz adeus", etc. Disse-me que ele esra muito pouco estimulado no infantário e que deveria ponderar mudá-lo já que isso pode marcar o desenvilvimento dele.
Fiquei preocupada e partilhei imediatamente essa preocupação com a directora do infantário que me garantiu que os bebés tinham toda a atenção devida e que eram estimulados de acordo com as necessidades e respostas de cada um uma vez que são todos diferentes. Não fiquei 100% convencida porque acho mesmo que o podiam estimular mais um bocadinho, mas também não desgostei da forma como abordou e enfrentou a questão.
Ao fim da tarde fomos ao pediatra que simplesmente nos disse: "Se ele não faz essas gracinhas todas é porque vocês não o MASSACRAM o suficiente! Eles fazem essas gracinhas mas nem percebem o que estão a fazer, é só para deleite dos pais e avós que acham muita graça. O desenvolvimento vê-se por muitas outras coisas. Não vê como ele é um bebé simpático e carinhoso? A maior parte da idade dele chora assim que me vê. Eles são todos diferentes!"
Suspiro de alívio! Gosto do nosso pediatra por ser descomplicado.
A médica do Centro de Saúde chamou-me a atenção para o facto do João ainda não se por de pé sózinho, não bater palminhas, não responder a ordens simples como "Dá!" ou "Diz adeus", etc. Disse-me que ele esra muito pouco estimulado no infantário e que deveria ponderar mudá-lo já que isso pode marcar o desenvilvimento dele.
Fiquei preocupada e partilhei imediatamente essa preocupação com a directora do infantário que me garantiu que os bebés tinham toda a atenção devida e que eram estimulados de acordo com as necessidades e respostas de cada um uma vez que são todos diferentes. Não fiquei 100% convencida porque acho mesmo que o podiam estimular mais um bocadinho, mas também não desgostei da forma como abordou e enfrentou a questão.
Ao fim da tarde fomos ao pediatra que simplesmente nos disse: "Se ele não faz essas gracinhas todas é porque vocês não o MASSACRAM o suficiente! Eles fazem essas gracinhas mas nem percebem o que estão a fazer, é só para deleite dos pais e avós que acham muita graça. O desenvolvimento vê-se por muitas outras coisas. Não vê como ele é um bebé simpático e carinhoso? A maior parte da idade dele chora assim que me vê. Eles são todos diferentes!"
Suspiro de alívio! Gosto do nosso pediatra por ser descomplicado.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Consulta
- 75,5 cm de altura
- 9340 gr de peso
- 45,8 cm de juizo
Um miudo muito giro, com algumas pintas mas nada de especial, muito mexido (e por isso nao engordou muito), com carta branca para muita praia, muitos passeios, enfim... muito verao! Fartou-se de choramingar porque queria ir para o colo do pediatra todo o tempo... e nao dava! Ele tinha que o auscultar, medir, etc, etc. Continuo a dizer: o meu filho e um oferecido!
(e eu nao tenho acentos no meu teclado... espero que percebam!)
- 9340 gr de peso
- 45,8 cm de juizo
Um miudo muito giro, com algumas pintas mas nada de especial, muito mexido (e por isso nao engordou muito), com carta branca para muita praia, muitos passeios, enfim... muito verao! Fartou-se de choramingar porque queria ir para o colo do pediatra todo o tempo... e nao dava! Ele tinha que o auscultar, medir, etc, etc. Continuo a dizer: o meu filho e um oferecido!
(e eu nao tenho acentos no meu teclado... espero que percebam!)
terça-feira, 25 de maio de 2010
"Eu tenho
- pintas dentro das orelhas
- pintas atrás das orelhas
- pintas debaixo do meu farto cabelo
- pintas nos cantinhos interiores dos olhos
- pintas na zona das pestanas
- pintas nas sobrancelhas
- pintas em todo o lado...
E a mãe queixa-se que não me consegue por um produto cor de rosa (que deve ser muito bom para comer, mas ela não deixa) porque não chega as borbulhas todas e porque eu não paro quieto. Já viram como e injusto? Eu só dou 32 voltas de cada vez que me sentam no fraldario. Podiam ser 100 ou mais... Logo vamos ao Doutor e já lhe vou fazer queixa."
João Diogo, 10 meses
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Do Sr. Doutor
Comprimento: 74,5cm (acima do percentil 75)
Peso: 9240 gr (percentil 50)
Juízo: 45 cm (percentil 50)
De resto óptimo. Alto e sobre o magro, como ele gosta. Afinal são as bochechas que enganam quando dizem "Que bebé tão gordinho!". Muito simpático e falador. Muito crescido a todos os niveis. Não ter dentes não significa nada de especial, tem muito tempo. A alergia ao calor é normal e o ar condicionado vai ser o nosso melhor amigo no verão. Vamos acabar de vez com os restos de tosse com Pulmicort e Celestone. Até ao mês que vem!
Peso: 9240 gr (percentil 50)
Juízo: 45 cm (percentil 50)
De resto óptimo. Alto e sobre o magro, como ele gosta. Afinal são as bochechas que enganam quando dizem "Que bebé tão gordinho!". Muito simpático e falador. Muito crescido a todos os niveis. Não ter dentes não significa nada de especial, tem muito tempo. A alergia ao calor é normal e o ar condicionado vai ser o nosso melhor amigo no verão. Vamos acabar de vez com os restos de tosse com Pulmicort e Celestone. Até ao mês que vem!
quarta-feira, 24 de março de 2010
Do pediatra
72 cm de altura
8,660kg de peso
44,6 cm de juízo
Um "fofinho" muito bem disposto e muito mexido. Mais uma vez gostou do colo do pediatra, em especial do bigode. Mas aquele bigode está mesmo a pedi-las não Maria? Adorou os bonecos do consultório e tentou comer todo o papel que cobria a marquesa. Enfim, está óptimo.
Tudo isto enquanto o pediatra nos contava a história dum antigo paciente com um grave problema neurológico detectado por ele por volta dos 5 meses e que ele já não via desde o ano e meio (encaminhou-o para o hospital por motivos financeiros, claro está). Agora, já com três anos, entrou no seu consultório antes de nós. Muito mais desenvolvido do que aquilo que ele poderia imaginar, a falar perfeitamente, a dar os primeiros passinhos ajudado pela mãe e a ver já qualquer coisa (era completamente cego). Um verdadeiro milagre, disse ele. Ainda bem que há milagres destes!
8,660kg de peso
44,6 cm de juízo
Um "fofinho" muito bem disposto e muito mexido. Mais uma vez gostou do colo do pediatra, em especial do bigode. Mas aquele bigode está mesmo a pedi-las não Maria? Adorou os bonecos do consultório e tentou comer todo o papel que cobria a marquesa. Enfim, está óptimo.
Tudo isto enquanto o pediatra nos contava a história dum antigo paciente com um grave problema neurológico detectado por ele por volta dos 5 meses e que ele já não via desde o ano e meio (encaminhou-o para o hospital por motivos financeiros, claro está). Agora, já com três anos, entrou no seu consultório antes de nós. Muito mais desenvolvido do que aquilo que ele poderia imaginar, a falar perfeitamente, a dar os primeiros passinhos ajudado pela mãe e a ver já qualquer coisa (era completamente cego). Um verdadeiro milagre, disse ele. Ainda bem que há milagres destes!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Pediatra
Impecável.
71 cm e 8,5kg. A tender para o alto mas nem gordo nem magro.
Passa a fazer duas refeições principais de sopa e fruta e às vezes vai substituir a sopa por farinha de pau (bleghh!) ou açorda, ambas com pescada.
E está giro... não sei se já tinha dito?
71 cm e 8,5kg. A tender para o alto mas nem gordo nem magro.
Passa a fazer duas refeições principais de sopa e fruta e às vezes vai substituir a sopa por farinha de pau (bleghh!) ou açorda, ambas com pescada.
E está giro... não sei se já tinha dito?
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Mais uma visita ao pediatra
Duas visitas ao pediatra numa só semana é dose! O que vale é que viemos de lá sempre com a mesma resposta:
"Isto não é nada! Acredito que a si lhe pareça que está doente, mas para mim, que não o vejo todos os dias, está com um ar óptimo! É apenas uma virose e vai passar com uns dias sem infectário. Os pulmões estão limpissímos, nem parece que está cheio de tosse. Não se preocupe."
Fomos lá novamente porque desde o fim de semana que o rapaz abana a cabeça (como que a dizer que não) quando está mais mole ou com sono. Ora, associado à febre pensei que poderia ser uma otite. Quando liguei ao pediatra e falei neste sintoma, ele pensou o mesmo e mandou-me ir lá. Felizmente era falso alarme. Das duas uma: ou foi uma mania que apanhou durante uns dias, ou era para aliviar possíveis dores relacionadas com dentes. Entretanto já não faz isso.
Hoje dormiu muito bem, acordou sem febre, o narizito já está menos funguento (acho que a água do mar ajudou imenso!), mas... num ataque de tosse a seguir ao leite vomitou tudo! Cá para mim o piolho não gostou da roupa que lhe vesti (e já agora da minha) e vomitou para que eu tivesse que lhe trocar tudo. Piolho! A mãe tem que chegar limpinha e a horas ao emprego, senão qualquer dia despedem-na, tá?!?
Sabem o que me descansa no meio disto tudo? É que tirando momentos em que a febre subiu um bocadinho mais, ele está sempre sorridente, falador e brincalhão. Isso é que me dá a certeza que tudo vai passar!
"Isto não é nada! Acredito que a si lhe pareça que está doente, mas para mim, que não o vejo todos os dias, está com um ar óptimo! É apenas uma virose e vai passar com uns dias sem infectário. Os pulmões estão limpissímos, nem parece que está cheio de tosse. Não se preocupe."
Fomos lá novamente porque desde o fim de semana que o rapaz abana a cabeça (como que a dizer que não) quando está mais mole ou com sono. Ora, associado à febre pensei que poderia ser uma otite. Quando liguei ao pediatra e falei neste sintoma, ele pensou o mesmo e mandou-me ir lá. Felizmente era falso alarme. Das duas uma: ou foi uma mania que apanhou durante uns dias, ou era para aliviar possíveis dores relacionadas com dentes. Entretanto já não faz isso.
Hoje dormiu muito bem, acordou sem febre, o narizito já está menos funguento (acho que a água do mar ajudou imenso!), mas... num ataque de tosse a seguir ao leite vomitou tudo! Cá para mim o piolho não gostou da roupa que lhe vesti (e já agora da minha) e vomitou para que eu tivesse que lhe trocar tudo. Piolho! A mãe tem que chegar limpinha e a horas ao emprego, senão qualquer dia despedem-na, tá?!?
Sabem o que me descansa no meio disto tudo? É que tirando momentos em que a febre subiu um bocadinho mais, ele está sempre sorridente, falador e brincalhão. Isso é que me dá a certeza que tudo vai passar!
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