E da escola chega o aviso de que havia meninos com piolhos e que os pais devem estar atentos à cabeça dos filhos... eu nunca vi um piolho! Não sei o que procurar! Recuso-me a acreditar que isso possa acontecer!
Sei que o João não tem porque a educadora esteve a ver a cabeça de todas as crianças e não referiu nada em relação ao João, mas só de pensar nestas bichezas já estou cheia de comichões na cabeça. E se vier a ter? O que fazer? Pentes eléctricos? Shampoos com insecticidas, o vulgar Quitoso? Shampoos por asfixia e sem insecticidas como há tantos hoje em dia? Ninguém merece...
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Desculpe, foi engano!
No dia em que fomos ao zoo de Santo Inácio, estavamos sossegados na fila à espera da fotografia (not!) com o Pocoyo e há um menino da idade do João que se agarra às minhas pernas. Da maneira como o fazia percebi que ele achava que eu era a mãe dele. Ela também estava de calças de ganga claras e tinha-se ausentado por uns instantes deixando-o com a tia e os primos. Achei um piadão à confusão do míudo, fiz-lhe duas festas na cabeça, mas a tia nem se apercebeu. E ele lá continuou agarrado a mim.
O João achou piada ao míudo agarrado à minha perna e resolveu fazer o mesmo na outra perna. O míudo ficou cheio de cíumes (lá está, pensou que eu era a mãe dele) e tentou afastá-lo. Como não conseguiu, o míudo deu-lhe um valente encontrão que o deitou de cabeça ao chão. O João chorava que nem um desalmado. O míudo idem, mas menos intensamente. Eu só me ria com o caricato da situação. A tia sem perceber nada do que se tinha passado, um bocado aflita com o que o míudo pudesse ter feito ao nosso. Parecia mesmo uma cena de um filme cómico.
O João achou piada ao míudo agarrado à minha perna e resolveu fazer o mesmo na outra perna. O míudo ficou cheio de cíumes (lá está, pensou que eu era a mãe dele) e tentou afastá-lo. Como não conseguiu, o míudo deu-lhe um valente encontrão que o deitou de cabeça ao chão. O João chorava que nem um desalmado. O míudo idem, mas menos intensamente. Eu só me ria com o caricato da situação. A tia sem perceber nada do que se tinha passado, um bocado aflita com o que o míudo pudesse ter feito ao nosso. Parecia mesmo uma cena de um filme cómico.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Avião, avião
Na semana passada levamos o João a um concerto de música clássica pela Orquestra do Norte num jardim perto de casa, ao ar livre. Inicialmente fiquei renitente em levar o João, mas como o babysitter de serviço (o avô) também ia e era às 21h (cedo, portanto) resolvemos levá-lo. Liguei para a organização do concerto a perguntar se estava aberto a crianças. Disseram-me que sim, que eram muito benvindas mesmo as mais pequeninas.
Correu muito bem. O João adora música e está habituado a ouvir música muito variada desde pequeno. Fartou-se de dançar (música clássica!) e de dar aos braços como o maestro, até que... passa um avião já bem baixinho. Começa ele: "Abião! Abião! Mamã, abião! Papá, abião! Bobô, abião." Nós só faziamos "Shhhh! Não é João! Não fala alto, João." E ele cada vez mais dizia "Abião!" já muito irritado por nós não vermos. Mas sabem a única coisa que resultou? Foi nós dizermos: "Pois é João, é um avião". Sossegou imediatamente. A vergonha é que já ninguém nos tirava. E até ao fim portou-se novamente exemplarmente.
Correu muito bem. O João adora música e está habituado a ouvir música muito variada desde pequeno. Fartou-se de dançar (música clássica!) e de dar aos braços como o maestro, até que... passa um avião já bem baixinho. Começa ele: "Abião! Abião! Mamã, abião! Papá, abião! Bobô, abião." Nós só faziamos "Shhhh! Não é João! Não fala alto, João." E ele cada vez mais dizia "Abião!" já muito irritado por nós não vermos. Mas sabem a única coisa que resultou? Foi nós dizermos: "Pois é João, é um avião". Sossegou imediatamente. A vergonha é que já ninguém nos tirava. E até ao fim portou-se novamente exemplarmente.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Qualquer dia vamos presos
O João tem a mania de nos chamar muitas vezes e muito alto. Mesmo quando estamos à frente dele. No sábado, no carro, ele gritava "Papá!!!" e o papá respondia-lhe também alto e bom som "Diz!!!". Estiveram nisto um tempão até eu acabar com a brincadeira já farta dos berros :-)
Saímos do carro e fomos ao supermercado. Claro que depois de ter gostado* da brincadeira ele esteve todo o tempo a gritar "Papá!!!!!" alto e bom som enquanto se passeava ao colo do pai... mas aqui o pai já não gritou. Estava mesmo a ver quando alguém chamava um segurança acusando o Nuno de ter raptado um pobre menino: afinal a criança não parava de chamar (gritar?) pelo papá...
(*ups... não era gosado, mas sim gostado! Está feita a correcção.)
Saímos do carro e fomos ao supermercado. Claro que depois de ter gostado* da brincadeira ele esteve todo o tempo a gritar "Papá!!!!!" alto e bom som enquanto se passeava ao colo do pai... mas aqui o pai já não gritou. Estava mesmo a ver quando alguém chamava um segurança acusando o Nuno de ter raptado um pobre menino: afinal a criança não parava de chamar (gritar?) pelo papá...
(*ups... não era gosado, mas sim gostado! Está feita a correcção.)
sábado, 29 de janeiro de 2011
Ainda do Colacao
No dia em que fomos ao Centro de Saúde dar-lhe as vacinas aconteceu um episódio curioso. A enfermeira esteve a ver uma unha encravada no pé do João e quando terminou meteu o bisturi que tinha usado no recipiente de recolha deste tipo de materiais. Um recipiente plástico, circular e amarelo com tampa vermelha. Mal o João lhe pos os olhos em cima exclamou: "Cococao!". A enfermeira achou um piadão. Mal a nossa médica de familia entrou no gabinete para nos cumprimentar (é amiga da nossa família há anos) contou-lhe o que ele tinha dito. Deviam ver o ar escandalizado da médica a perguntar: " E ele já bebe Colacao??". Lá tive eu que lhe explicar que nem sequer alguma vez tinha provado tal alimento e que nem sabemos porque é que aprendeu a dizer tão depressa essa palavra.
domingo, 16 de maio de 2010
Choradeira
Ontem fomos jantar com o meu irmão, a namorada. Logo no início da refeição um empregado muito simpático trazia uma cerveja na mão e dirigindo-se ao João disse em tom de brincadeira "Uma cerveja para este senhor... ah! Não! Afinal não é para ele." O João abriu um berreiro como eu nunca tinha visto e só sossegou no colo do pai.
Sentamo-lo novamente na cadeira e o empregado (o mesmo) veio trazer qualquer coisa e dirige-se a ele dizendo que ele não tinha razão para chorar porque ele também tinha uma bebé em casa. Tira o telemóvel do bolso e mostra-lhe a foto da bebé. Ele, mal o empregado chega à beira dele, desata num pranto nunca visto. Nem o telemóvel (que ele adora) o distraiu para não chorar. Colo e sossegou.
O senhor veio então arrumar a mesa atrás da nossa. Ele apercebeu-se e não tirou os olhos do empregado com um beicinho lindo. O senhor ia dizendo na brincadeira que nem se virava para ele porque estava traumatizado. Mal se cruzaram os olhos de ambos o João desata num berreiro quase impossível de sossegar .
Eu e o pai riamos porque pela primeira vez ele estranhava alguém e era tão giro vê-lo a olhar de lado para o senhor a fazer beicinho. O tio e a tia só diziam que nunca o tinham visto assim e que ele era muito dado e nunca fazia birra ou estranhava ninguém(o que deixou o senhor mais traumatizado). A tia arriscava que ele devia ter tido um pesadelo com alguém parecido com o senhor. Será? Eu acho que foi o sono... mas porquê só com aqule empregado? Foi mesmo a primeira vez que ele estranhou alguém... e o senhor era tão simpático!
Sentamo-lo novamente na cadeira e o empregado (o mesmo) veio trazer qualquer coisa e dirige-se a ele dizendo que ele não tinha razão para chorar porque ele também tinha uma bebé em casa. Tira o telemóvel do bolso e mostra-lhe a foto da bebé. Ele, mal o empregado chega à beira dele, desata num pranto nunca visto. Nem o telemóvel (que ele adora) o distraiu para não chorar. Colo e sossegou.
O senhor veio então arrumar a mesa atrás da nossa. Ele apercebeu-se e não tirou os olhos do empregado com um beicinho lindo. O senhor ia dizendo na brincadeira que nem se virava para ele porque estava traumatizado. Mal se cruzaram os olhos de ambos o João desata num berreiro quase impossível de sossegar .
Eu e o pai riamos porque pela primeira vez ele estranhava alguém e era tão giro vê-lo a olhar de lado para o senhor a fazer beicinho. O tio e a tia só diziam que nunca o tinham visto assim e que ele era muito dado e nunca fazia birra ou estranhava ninguém(o que deixou o senhor mais traumatizado). A tia arriscava que ele devia ter tido um pesadelo com alguém parecido com o senhor. Será? Eu acho que foi o sono... mas porquê só com aqule empregado? Foi mesmo a primeira vez que ele estranhou alguém... e o senhor era tão simpático!
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
A minha primeira (quase) vergonha
Sábado fomos a uma oficina e prontamente o João foi para o colo da dona enquanto o pai esperava pelo marido da senhora para acertar os pormenores.
Depois de muita brincadeira de volta dos cães da senhora ele resolve puxar-lhe o cabelo como faz tantas vezes para se conseguir aproximar da cara das pesoas. Mas desta vez a senhora só tem tempo de levar a mão ao cocuruto da cabeça para segurar o "cabelo". Estranhei, olhei com mais atenção e vi que era uma peruca! Fiquei verde de medo que ele conseguisse arrancar a peruca com o seu... digamos... enérgico puxar de cabelo.
Apesar da minha insistência para o trazer de volta para o meu colo a senhora controlou bem a situação e insistia que não fazia mal mesmo ele tentanto mais vezes. Nem quero imaginar onde me meteria...
Depois de muita brincadeira de volta dos cães da senhora ele resolve puxar-lhe o cabelo como faz tantas vezes para se conseguir aproximar da cara das pesoas. Mas desta vez a senhora só tem tempo de levar a mão ao cocuruto da cabeça para segurar o "cabelo". Estranhei, olhei com mais atenção e vi que era uma peruca! Fiquei verde de medo que ele conseguisse arrancar a peruca com o seu... digamos... enérgico puxar de cabelo.
Apesar da minha insistência para o trazer de volta para o meu colo a senhora controlou bem a situação e insistia que não fazia mal mesmo ele tentanto mais vezes. Nem quero imaginar onde me meteria...
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