terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mais uma nódoa negra

Desta vez caiu do sofá em casa do Avô e deu com a cara em cima do porta-revistas de madeira.  Ainda não sei como o fez já que estava de mão dada comigo. Que raio de volta ele conseguiu dar para aterrar naquele canto???

Resultado: nódoa negra na bochecha e um bocadinho esfolado junto à orelha.

E muito me continuo a surpreender com o meu sangue frio e rapidez de raciocínio ao:
- pegar nele imediatamente sem esperar ajuda (a pensar que se tinha magoado no olho que era onde ele punha a mão!),
- levá-lo para debaixo da torneira para refrescar a zona e ver os estragos (não havia sangue, mas se fosse no olho....)
- entregá-lo ao Avô e pegar numas delícias do mar para lhe por na cara... "Mas tinhas lá daquelas placas de gel apropriadas" dizia o meu pai! (claro que peguei no que vi primeiro)
- pegar no Arnidol e esfregar-lhe na bochecha.

(E eu sempre pensei que ficaria muito aflita... acho que o instinto maternal supera todas as possibilidades de ter um "chilique")

2 comentários:

Mami ( Sónia ) disse...

Eu acho que nessas alturas ligamos o automático :)

Patricia disse...

Revi-me nas tuas palavras, porque nos momentos de aperto com os pequenitos, nós nem pensamos. Fazemos. É curiosa essa capacidade do ser humano. As melhoras do doi-doi do João. Bjcas