domingo, 4 de setembro de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Férias dia 3
Visita ao médico já que a tosse era mais que muita e a febre, embora muito baixinha, estava lá. Antibiótico em xarope: mais uma vez um suplicio para ele e para nós. Odeia tomar qualquer xarope. :(
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
E pronto, é isto.
Eu deixo-o na creche, entregue aos cuidados das educadoras, certa que fica em boas mãos, que nada vai acontecer e que a sua infância e inocência está protegida. E depois é isto: é atacado (aos beijos) por uma coleguinha. Humpf!
(Chegaram as fotos da creche! Esta, segundo consta, é a namorada do João. Entram de mão dada quando chegam ao mesmo tempo, passam a vida aos beijos e abraços. Se bem que ele não está muito animado... será que é coagido a ser namorado dela? Eheheheh!)
(Chegaram as fotos da creche! Esta, segundo consta, é a namorada do João. Entram de mão dada quando chegam ao mesmo tempo, passam a vida aos beijos e abraços. Se bem que ele não está muito animado... será que é coagido a ser namorado dela? Eheheheh!)
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Fralda-cueca
Desde sempre ouvi dizer muito mal das fraldas-cueca. E confesso que até concordei com o que diziam: os miudos não têm a noção se fizerem xixi na fralda-cueca e acham que está tudo bem. Mas resolvi experimentar com receio de xixis no banco do carro ou em casa do Avô (seria mais uma trabalheira para ele!)... e tem resultado tão bem!
É certo que o João já teve o treino de cuecas na creche. Por lá já passou pelo processo de ver o xixi pelas pernas abaixo. Em casa também já aconteceu, três ou quatro vezes. Talvez por isso agora tem corrido tão bem para ambas as partes: o João porta-se exemplarmente e nunca faz xixi na fralda-cueca; a mãe não tem receio que ele o faça na hora e sitío errado já que está protegido. Quando estivermos de férias vamos arriscar as cuecas a sério.
Obviamente não lhe chamamos fralda-cueca mas sim cuecas para ele não pensar que pode fazer xixi como antigamente. E a cabeça é que comanda tudo!
É certo que o João já teve o treino de cuecas na creche. Por lá já passou pelo processo de ver o xixi pelas pernas abaixo. Em casa também já aconteceu, três ou quatro vezes. Talvez por isso agora tem corrido tão bem para ambas as partes: o João porta-se exemplarmente e nunca faz xixi na fralda-cueca; a mãe não tem receio que ele o faça na hora e sitío errado já que está protegido. Quando estivermos de férias vamos arriscar as cuecas a sério.
Obviamente não lhe chamamos fralda-cueca mas sim cuecas para ele não pensar que pode fazer xixi como antigamente. E a cabeça é que comanda tudo!
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Peckey e companhia
O "Peckey" é a última perdição. Tem um gigante que o Avô lhe deu no primeiro aniversário e serve para tudo: dá de comer ao Peckey, faz cucu com o "Peckey", enfim, para tudo. Ver os desenhos animados na televisão? Nããããooo!
Os Firehouse Tales estrearam neste fim de semana em dvd, para diversificar o leque de séries que vê aproveitando a paixão pelos bombeiros. Lá foi vendo alguma coisa mas muito pouco. Gostou mais o pai que o filho. :)
Acha alguma piada ao Mio Mao, mas (acho eu) mais pelo facto dos bonecos miarem do principio ao fim do episódio. E ele acha piada. Não vê um episódio seguido, desiste a meio.
Continua a não haver nada que chegue aos pés do Pocoyo. Esse sim, até a dormir deve ser alvo dos sonhos dele. Acorda a pedir o Pocoyo, chega a casa a pedir o Pocoyo, etc. Lentamente vamos recusando para que não se torne um vicio (não será já?). Convidamo-lo a ver um livro com o Pocoyo como pano de fundo e quando ele menos espera já foi o Pocoyo à sua vidinha e já estamos de volta de outros livros. Mas que é a sua paixão, lá isso é!
O Noddy e o Ruca também estão bem cotados e são reconhecidos mesmo ao longe. Quando passamos na Avenida AEP pelas instalações da Majora grita sempre pelo nome de um deles. A primeira vez pensamos que estava tolinho a chamar pelo Noddy, mas não: ele tem olho atento e vê mesmo aquilo que nós não vemos. Lá está um cartaz enorme atrás das árvores com diversas imagens entre as quais o Noddy e o Ruca. Ver os desenhos animados na televisão? Nããããooo!
Os Firehouse Tales estrearam neste fim de semana em dvd, para diversificar o leque de séries que vê aproveitando a paixão pelos bombeiros. Lá foi vendo alguma coisa mas muito pouco. Gostou mais o pai que o filho. :)
Acha alguma piada ao Mio Mao, mas (acho eu) mais pelo facto dos bonecos miarem do principio ao fim do episódio. E ele acha piada. Não vê um episódio seguido, desiste a meio.
Continua a não haver nada que chegue aos pés do Pocoyo. Esse sim, até a dormir deve ser alvo dos sonhos dele. Acorda a pedir o Pocoyo, chega a casa a pedir o Pocoyo, etc. Lentamente vamos recusando para que não se torne um vicio (não será já?). Convidamo-lo a ver um livro com o Pocoyo como pano de fundo e quando ele menos espera já foi o Pocoyo à sua vidinha e já estamos de volta de outros livros. Mas que é a sua paixão, lá isso é!
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Quartel dos bombeiros
Ontem o Avô resolveu levar o João ao Quartel dos Bombeiros. Já que ele tem uma paixão por carros dos Bombeiros, porque não levá-lo a ver os carros a sério?
Sem saber qual a recepção a esta ideia por parte dos Bombeiros foi surpreendido por uma simpática "nina" chamada "Oana" (Joana) e um "sinhô oão" (senhor João). Levaram-nos a ver todos os carros e ainda fizeram a delicadeza de ligar as luzes todas de um carro magirus que fizeram brilhar os seus olhos (imagino!!).
Bela ideia Avô!
Sem saber qual a recepção a esta ideia por parte dos Bombeiros foi surpreendido por uma simpática "nina" chamada "Oana" (Joana) e um "sinhô oão" (senhor João). Levaram-nos a ver todos os carros e ainda fizeram a delicadeza de ligar as luzes todas de um carro magirus que fizeram brilhar os seus olhos (imagino!!).
Bela ideia Avô!
Hoje de manhã ao entrar no carro...
... perguntou-me pela Vera e pela Vânia, a educadora e a auxiliar da creche. Lá tentei explicar como pude que estavam de férias, depois nós iamos de férias e depois já as via outra vez. Não sei se percebeu, mas eu percebi que ele estava com saudades. E se me corta o coração ver que ele sente falta delas, o mesmo coração transborda de felicidade por ter (ainda mais) a certeza que ele está muito bem entregue durante quase 11 meses do ano.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
E ontem...
... adormeceu ao colo da tia à hora de almoço
... dormiu uma sesta na cama do Avô das 13h30 e as 17h30.
... e mesmo assim a fralda cueca que lhe vesti de manhã estava sequinha quando lha tirei antes do banho às 20h.
Boa, João!
... dormiu uma sesta na cama do Avô das 13h30 e as 17h30.
... e mesmo assim a fralda cueca que lhe vesti de manhã estava sequinha quando lha tirei antes do banho às 20h.
Boa, João!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Das férias da creche em casa do Avô
11h da manhã: pega na mão do avô, guia-o até ao quarto dele (do avô), pede-lhe para se deitar na cama e adormece. Simples, simples. Sem grandes horários e sem grandes rotinas. Férias são férias.
E dorme descansado até às 13h20, acorda, come um enorme prato de sopa cheio de vontade, outro de peixe assado com batatas e ainda meia banana. E brinca a tarde toda. É assim e mais nada!
(Pena que a meteorologia não ajude!)
E dorme descansado até às 13h20, acorda, come um enorme prato de sopa cheio de vontade, outro de peixe assado com batatas e ainda meia banana. E brinca a tarde toda. É assim e mais nada!
(Pena que a meteorologia não ajude!)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Consulta no ortopedista
Ontem fomos finalmente ao ortopedista. Tal como nos tinha dito a Cláudia foi muito simpático e muito cuidadoso. Preocupou-se em cativar a simpatia do João e conseguiu. Dessa forma o João deixou que visse os pés, joelhos, costas, etc. Estava tudo bem, como seria de esperar. Andar em bicos de pés é uma preferência de algumas crianças e por volta dos três anos deixará de o fazer.
No final o João despediu-se dele com um passou-bem e ainda o surpreendeu (e a nós) com festinhas na cara do ortopedista. Conquistou-o ou não? :)
(Em compensação as senhoras da secretaria... bahhhh!)
No final o João despediu-se dele com um passou-bem e ainda o surpreendeu (e a nós) com festinhas na cara do ortopedista. Conquistou-o ou não? :)
(Em compensação as senhoras da secretaria... bahhhh!)
No sábado em Serralves
(Re)descobrimos...
As vacas enormes (medo!), o cavalo, os coelhos, os perús e os patos.
As pinhas e as bolotas. As do chão e as das árvores.
O chão cor de rosa onde é giro arrastar os pés.
As vacas enormes (medo!), o cavalo, os coelhos, os perús e os patos.
As pinhas e as bolotas. As do chão e as das árvores.
O chão cor de rosa onde é giro arrastar os pés.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Tem febre?
Desde a última vez que esteve com febre (que já nem me lembro quando foi!!!), o João tem uma brincadeira que me esqueci de registar: vê a febre a toda a gente. Pega naquela mãozita rechonchuda, encosta na nossa cabeça e diz que não (não temos febre). Depois faz na cabeça de quem estiver ao lado, e na outra e na outra até esgotar as pessoas da sala. E por fim vê a febre na cabecita dele. Delicioso!
Ainda do desfralde
Porque sim:
*O João acorda de manhã com a fralda seca. Não sempre, mas mais de 50% das vezes.Principalmente se não beber leite à noite... já não bebe há muito tempo por iniciativa dele, a não ser em dias excepcionais.
*Segundo a educadora acorda da sesta depois de almoço quase sempre com a fralda seca e as distrações durante o dia são muito, muito, muito raras.
*Ontem andou o dia todo de fralda mas nenhuma foi molhada: xixis e cocós foram sempre na sanita. Desde que acordou com a fralda seca até à hora de dormir. Hoje acordou com a fralda seca outra vez.
*Noutro dia estava de fralda e ficou muito aflito a pôr as mãos na fralda. Nitidamente estava a fazer xixi e achou que ia fazer no chão. Quando se descuida e faz no chão também mostra preocupação... inicialmente! Depois começa com a risota. Não o incentivo, mas também não faço um drama.
Porque não:
*Sábado fez dois xixis pelas pernas abaixo... no meu tapete da sala! Na semana passada também fez um depois de jantar, no mesmo sítio. A solução será tirar o tapete? :-)
*Raramente pede para ir ao pote. Quando o convidamos a ir ao pote aceita bem, vai pelo próprio pé e faz sempre alguma coisa (e é uma grande festa), mas é raro ter iniciativa. A educadora diz que é assim mesmo, mas... deixa-me na dúvida se estará realmente preparado. Se ele não tem noção de que deve ir ao pote ou não tem tempo para pedir... como vai conseguir? Esta é que me deixa mesmo na dúvida!
*O João acorda de manhã com a fralda seca. Não sempre, mas mais de 50% das vezes.Principalmente se não beber leite à noite... já não bebe há muito tempo por iniciativa dele, a não ser em dias excepcionais.
*Segundo a educadora acorda da sesta depois de almoço quase sempre com a fralda seca e as distrações durante o dia são muito, muito, muito raras.
*Ontem andou o dia todo de fralda mas nenhuma foi molhada: xixis e cocós foram sempre na sanita. Desde que acordou com a fralda seca até à hora de dormir. Hoje acordou com a fralda seca outra vez.
*Noutro dia estava de fralda e ficou muito aflito a pôr as mãos na fralda. Nitidamente estava a fazer xixi e achou que ia fazer no chão. Quando se descuida e faz no chão também mostra preocupação... inicialmente! Depois começa com a risota. Não o incentivo, mas também não faço um drama.
Porque não:
*Sábado fez dois xixis pelas pernas abaixo... no meu tapete da sala! Na semana passada também fez um depois de jantar, no mesmo sítio. A solução será tirar o tapete? :-)
*Raramente pede para ir ao pote. Quando o convidamos a ir ao pote aceita bem, vai pelo próprio pé e faz sempre alguma coisa (e é uma grande festa), mas é raro ter iniciativa. A educadora diz que é assim mesmo, mas... deixa-me na dúvida se estará realmente preparado. Se ele não tem noção de que deve ir ao pote ou não tem tempo para pedir... como vai conseguir? Esta é que me deixa mesmo na dúvida!
Quando alguém espirra...
... o normal é ninguém dizer nada ou alguém dizer saúde, santinho ou algo do género. O meu filho grita Tio! Nota-se que o tio espirra muito?
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Último dia de escola
Hoje é o último dia de escola para o João. Um mês inteirinho sem ir à creche dividido pelos mimos do avô e pelas férias com os pais. Estava a ver que nunca mais chegava. Ele adora a creche, eu também. Mas vai-lhe fazer bem este mês de mudança. Vai crescer ainda mais. Vai ser ainda mais feliz.
O avô é que vai ter que redobrar a energia para aguentar a pedalada do mais pequeno durante 15 dias seguidos em vez de duas horas diárias ao final da tarde... mas eu sei que ele adora. E já só (ou ainda) faltam 15 dias para as nossas férias
O avô é que vai ter que redobrar a energia para aguentar a pedalada do mais pequeno durante 15 dias seguidos em vez de duas horas diárias ao final da tarde... mas eu sei que ele adora. E já só (ou ainda) faltam 15 dias para as nossas férias
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Nova visita ao S. João
Ontem o João caiu ao tentar subir para o sofá. Não foi a primeira vez nem será a última, já que ele tem espirito de alpinista. Mas desta vez caiu em cima do braço esquerdo e estava muito queixoso.
Comecei a testá-lo: pedia-lhe um boneco e ele pegava com o braço direito. Insistia para me trazer outro com a mão esquerda e ele choramingava assim que pegava no boneco. Fui para a nossa cama e pedi-lhe para subir.. e ele choramingava ao fazê-lo. Decidimos que havia alguma coisa errada e que iamos ao hospital. Enquanto desciamos no elevador o João tentou carregar nos botões com a mão direita. Pedi-lhe que o fizesse com a esquerda e ele tentou fazê-lo mas com os dedos encolhidos. Comecei a preocupar-me mais.
Na consulta de triagem a médica/enfermeira concordou que havia alguma coisa errada no braço/mão esquerdos e pediu-me para aguardar. As urgências estavam vazias. Havia apenas dois ou três meninos, todos no seguimento de quedas. O João entusiasmou-se com uma das meninas e começou a brincar, a subir cadeiras, a comer bolachas, etc. Comecei a achar que se calhar não deveriamos estar ali porque a pouco e pouco via que ele usava o braço e a mão quase como habitualmente.
Chegamos ao ortopedista e o João já estava como novo. Não fizemos raio-x já que o ortopedista achou que não havia necessidade. Apalpou-lhe braço e mão e ele nem um chorinho deu. Estava impecável. O ortopedista explicou que era provável que ele tivesse deslocado alguma coisa ou tivesse feito uma pequena luxação que rapidamente foi ao sitio (muito normal nestas idades). Inicialmente ele evitava mexer-se porque lhe doía e, mesmo depois de já ter ido ao sítio, ele deveria evitar mexer-se com medo que lhe doesse. Mas que a pouco e pouco ganhava confiança e perdia o medo todo. E de facto foi isso que eu acho que aconteceu na sala de espera... na brincadeira com os meninos esqueceu-se do medo da dor.
E que todas as visitas ao S. João terminem assim!
Comecei a testá-lo: pedia-lhe um boneco e ele pegava com o braço direito. Insistia para me trazer outro com a mão esquerda e ele choramingava assim que pegava no boneco. Fui para a nossa cama e pedi-lhe para subir.. e ele choramingava ao fazê-lo. Decidimos que havia alguma coisa errada e que iamos ao hospital. Enquanto desciamos no elevador o João tentou carregar nos botões com a mão direita. Pedi-lhe que o fizesse com a esquerda e ele tentou fazê-lo mas com os dedos encolhidos. Comecei a preocupar-me mais.
Na consulta de triagem a médica/enfermeira concordou que havia alguma coisa errada no braço/mão esquerdos e pediu-me para aguardar. As urgências estavam vazias. Havia apenas dois ou três meninos, todos no seguimento de quedas. O João entusiasmou-se com uma das meninas e começou a brincar, a subir cadeiras, a comer bolachas, etc. Comecei a achar que se calhar não deveriamos estar ali porque a pouco e pouco via que ele usava o braço e a mão quase como habitualmente.
Chegamos ao ortopedista e o João já estava como novo. Não fizemos raio-x já que o ortopedista achou que não havia necessidade. Apalpou-lhe braço e mão e ele nem um chorinho deu. Estava impecável. O ortopedista explicou que era provável que ele tivesse deslocado alguma coisa ou tivesse feito uma pequena luxação que rapidamente foi ao sitio (muito normal nestas idades). Inicialmente ele evitava mexer-se porque lhe doía e, mesmo depois de já ter ido ao sítio, ele deveria evitar mexer-se com medo que lhe doesse. Mas que a pouco e pouco ganhava confiança e perdia o medo todo. E de facto foi isso que eu acho que aconteceu na sala de espera... na brincadeira com os meninos esqueceu-se do medo da dor.
E que todas as visitas ao S. João terminem assim!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Festas e mais festas!
Na creche no dia do aniversário.
Em casa do Avô no dia do aniversário.
No piquenique no "paque" no domingo.
Estava feliz em todas as festas... e só por isso valeu a pena!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Dois anos!
Parabéns João! O teu sorriso vai ser sempre o mais lindo que já vimos, as tuas festinhas vão ser sempre as mais saborosas que já tivemos e as tuas descobertas vão ser sempre as mais maravilhosas. Que sejas feliz é tudo o que queremos.
E agora... festa!!!
E agora... festa!!!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Tantas!!!
Adoro ouvir o João olhar para uma taça de uvas e dizer com ar de satisfação: "Tantas".
Agora aplica muito este termo, bem como outros como "grande", "pequenino", "atrás", "maior". São pequenas palavras, mas é muito engraçado de ver que ele já as consegue aplicar nas situações certas.
Agora aplica muito este termo, bem como outros como "grande", "pequenino", "atrás", "maior". São pequenas palavras, mas é muito engraçado de ver que ele já as consegue aplicar nas situações certas.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Viagens no jardim do Palácio de Cristal
No fim de semana fomos passear até ao Palácio de Cristal. O João quis parar em cada lago, cada fonte, cada bebedouro. E havia birra se não parávamos!
Quer mergulhar as mãos, o corpo todo se o deixarmos. No lago, nas fontes, nas poças se houver. Quer beber água a cada esquina, e no Palácio há imensos bebedouros. Até banhinho queria tomar!
É mesmo um pato na água.
Quer mergulhar as mãos, o corpo todo se o deixarmos. No lago, nas fontes, nas poças se houver. Quer beber água a cada esquina, e no Palácio há imensos bebedouros. Até banhinho queria tomar!
É mesmo um pato na água.
Hoje sem fralda...
8h10 - xixi no pote
8h20 - cocó na sanita
8h30 - saiu de casa para a creche com as cuecas dos Cars e sem fralda.
Ui, ui. Vamos ver como corre!
8h20 - cocó na sanita
8h30 - saiu de casa para a creche com as cuecas dos Cars e sem fralda.
Ui, ui. Vamos ver como corre!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Viagens no vento
No fim de semana fomos à Casa da Música ao workshop para crianças "Viagens no Vento". Recomendo muito mesmo. Foi uma hora muito bem passada entre música e brinquedos fora do vulgar (pratos de metal, bambus, pandeiretas, tudo o que pudesse fazer barulho!). Mais uma vez gostamos muito.
Das cores
E dois dias depois de eu dizer que para o João tudo é azul ele surpreende-nos e já sabe identificar perfeitamente o laranja, o verde, o azul e o branco. Toma lá mãe que é para não andares a "difamar" a criança!
sábado, 16 de julho de 2011
Comboios
Estamos numa fase de comboios. O João faz comboios de tudo. Muito diretinhos, as peças meticulosamente alinhadas lado a lado. Ele faz comboios de carros, comboios de telecomandos, comboios de colheres, comboios de cubos, etc. E quando nós pegamos nos cubos para fazer torres com ele... ele faz comboios de torres!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Avião, avião
Na semana passada levamos o João a um concerto de música clássica pela Orquestra do Norte num jardim perto de casa, ao ar livre. Inicialmente fiquei renitente em levar o João, mas como o babysitter de serviço (o avô) também ia e era às 21h (cedo, portanto) resolvemos levá-lo. Liguei para a organização do concerto a perguntar se estava aberto a crianças. Disseram-me que sim, que eram muito benvindas mesmo as mais pequeninas.
Correu muito bem. O João adora música e está habituado a ouvir música muito variada desde pequeno. Fartou-se de dançar (música clássica!) e de dar aos braços como o maestro, até que... passa um avião já bem baixinho. Começa ele: "Abião! Abião! Mamã, abião! Papá, abião! Bobô, abião." Nós só faziamos "Shhhh! Não é João! Não fala alto, João." E ele cada vez mais dizia "Abião!" já muito irritado por nós não vermos. Mas sabem a única coisa que resultou? Foi nós dizermos: "Pois é João, é um avião". Sossegou imediatamente. A vergonha é que já ninguém nos tirava. E até ao fim portou-se novamente exemplarmente.
Correu muito bem. O João adora música e está habituado a ouvir música muito variada desde pequeno. Fartou-se de dançar (música clássica!) e de dar aos braços como o maestro, até que... passa um avião já bem baixinho. Começa ele: "Abião! Abião! Mamã, abião! Papá, abião! Bobô, abião." Nós só faziamos "Shhhh! Não é João! Não fala alto, João." E ele cada vez mais dizia "Abião!" já muito irritado por nós não vermos. Mas sabem a única coisa que resultou? Foi nós dizermos: "Pois é João, é um avião". Sossegou imediatamente. A vergonha é que já ninguém nos tirava. E até ao fim portou-se novamente exemplarmente.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
O João e as cores
João, de que cor é o mar? Assul!
E de que cor é o céu? Assul!
E a casa? Assul!
E o carro? Assul!
E o sol? Assul!
E a árvore? Assul!
E a massinha? Assul!
Conseguem detectar algum padrão? :)
E de que cor é o céu? Assul!
E a casa? Assul!
E o carro? Assul!
E o sol? Assul!
E a árvore? Assul!
E a massinha? Assul!
Conseguem detectar algum padrão? :)
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Da consulta dos dois
"Óptimo", foi o que o pediatra escreveu no boletim de saúde.
91cm de comprimento
13 kg de gente
50 cm de juízo
"E não se vê que ele anda tao bem? Andar em bicos de pé é só por brincadeira, vê-se bem." Mas por vontade da mãe o ortopedista também está marcado.
Estivemos na consulta quase uma hora. De amena cavaqueira. É bom quando é assim.
91cm de comprimento
13 kg de gente
50 cm de juízo
"E não se vê que ele anda tao bem? Andar em bicos de pé é só por brincadeira, vê-se bem." Mas por vontade da mãe o ortopedista também está marcado.
Estivemos na consulta quase uma hora. De amena cavaqueira. É bom quando é assim.
Esta manhã
Pus o protector solar ao João e deixei-o sem roupa nem fralda enquanto fui buscar umas coisas ao quarto dele (para o protector não colar à roupa). Entretanto ele vem a correr "Mamã, xixi, xixi!" Achei estranho porque a fralda estava cheia, mas lá o pus na sanita. Qual não é o meu espanto quando ele faz um cocó na sanita. Fizemos grande festa, claro está.
Fomos de novo para a sala e quando chegamos ele faz o seu ar de espantado: "Oh" e aponta para o chão. Tinha três (três!!)lindos presentes sólidos (vulgo cocós) no tapete da sala!! Safado! Mas há que ter pensamento positivo. Podia-os ter pisado e não pisou.
Fomos de novo para a sala e quando chegamos ele faz o seu ar de espantado: "Oh" e aponta para o chão. Tinha três (três!!)
terça-feira, 12 de julho de 2011
Telemóvel
O João pega no meu telemóvel, acende o ecrã no pequeno botão existente na parte superior do aparelho. Depois desliza o dedo sobre o ecrã (no sitio certo e da esquerda para a direita) para o desbloquear. E depois explora e vê o que quer com aquele dedo gordito em riste sobre o ecrã.
Onde está o chip deles que lhes permite fazer estas coisas mas que ainda não lhes permite controlar os esfincteres ou dizer uma frase que se perceba? Onde?
Onde está o chip deles que lhes permite fazer estas coisas mas que ainda não lhes permite controlar os esfincteres ou dizer uma frase que se perceba? Onde?
Mamã: %$$#%&"#$#% papá teto.
Tradução muito livre:
"Mamã: diz ao papá para estar quieto!"
Cada vez fala mais e mais depressa e às vezes não e fácil compreendê-lo. Mesmo. Mas é giro, muito giro.
"Mamã: diz ao papá para estar quieto!"
Cada vez fala mais e mais depressa e às vezes não e fácil compreendê-lo. Mesmo. Mas é giro, muito giro.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Para quem tem filhos que gostam de pintados*...
Aqui encontram muito e de todos os personagens. Quase, já que não há do Pocoyo. Algum site que sugiram para os miúdos mais miúdos? Agradecem-se as sugestões. :-)
* tradução Joanês-Português: pintar um desenho, pinturas.
* tradução Joanês-Português: pintar um desenho, pinturas.
Onde está o Wally?... perdão, o João?
(Mas o título também podia ser "O avô é ainda mais galinha que a mãe e o pai porque não resisitiu a ir lá espreitar").
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Pequenas coisas da linguagem
O João tardou a falar, mas agora recupera a cada dia o tempo perdido.
Um exemplo: a semana passada não dizia Dorminhoca (a do Pocoyo). Era a única que ele ainda não tinha aprendido. No fim de semana esforçou-se e dizia qualquer coisa que eu nem sei escrever mas que soava a "ota" e que nós percebiamos que era a Dorminhoca. Ontem dizia já "minhoca". E provavelmente dentro de dias já dirá ainda melhor.
Nunca vou deixar de me espantar (acho eu!) com esta capacidade que eles têm absorver tudo o que veêm ou ouvem: são verdadeiras esponjas.
(E o Pocoyo continua em grande lá por casa... chego a pensar que está viciado!)
Um exemplo: a semana passada não dizia Dorminhoca (a do Pocoyo). Era a única que ele ainda não tinha aprendido. No fim de semana esforçou-se e dizia qualquer coisa que eu nem sei escrever mas que soava a "ota" e que nós percebiamos que era a Dorminhoca. Ontem dizia já "minhoca". E provavelmente dentro de dias já dirá ainda melhor.
Nunca vou deixar de me espantar (acho eu!) com esta capacidade que eles têm absorver tudo o que veêm ou ouvem: são verdadeiras esponjas.
(E o Pocoyo continua em grande lá por casa... chego a pensar que está viciado!)
Etiquetas:
Está a crescer,
Linguagem,
O que eu gosto
terça-feira, 5 de julho de 2011
Não vão acreditar...
Dá para acreditar que quando o pai foi levar o João à creche preparavam-se para o sentar na nossa cadeira (grupo 1/2/3) sem estar devidamente instalada no banco do carro? Punham-lhe o cinto do carro nele e na cadeira ao mesmo tempo (como nós usamos) e siga viagem.
Sim, eu sei que a cadeira pode ser usada assim a partir dos 4 anos, mas o João não tem idade, peso ou altura para isso.
Sim, eu ofereci-me ontem para a montar na carrinha mas agradeceram e disseram que a sabiam instalar.
Sim, estão lá os cintos da cadeira para o prender, mas nem isso devem ter visto.
E sim, as intruções de utilização estão num autocolante nas costas da cadeira.
Apre! Ainda bem que eu pedi ao pai para não sair da creche sem verificar se ele estava correctamente sentado na cadeira. E amanhã vou lá eu outra vez certificar-me que ele vai seguro e dentro da lei.
Sim, eu sei que a cadeira pode ser usada assim a partir dos 4 anos, mas o João não tem idade, peso ou altura para isso.
Sim, eu ofereci-me ontem para a montar na carrinha mas agradeceram e disseram que a sabiam instalar.
Sim, estão lá os cintos da cadeira para o prender, mas nem isso devem ter visto.
E sim, as intruções de utilização estão num autocolante nas costas da cadeira.
Apre! Ainda bem que eu pedi ao pai para não sair da creche sem verificar se ele estava correctamente sentado na cadeira. E amanhã vou lá eu outra vez certificar-me que ele vai seguro e dentro da lei.
Ortopedista...
No mesmo dia em que soube da meningite da menina da creche (que está melhor!), aconteceu outra coisa curiosa que até me esqueci com o susto.
O Avô vinha com o João a descer a rua da creche e ao atravessar houve um ciclista que parou para os deixar passar. E ficou parado. Quando já estavam a chegar ao final da rua o mesmo ciclista parou junto a eles e perguntou ao meu pai se o bebé tinha médico de família. O meu pai respondeu que sim e questionou o porquê da pergunta. O ciclista, um rapaz da minha idade, disse ao meu pai que era médico e que tinha reparado que o João andava em bicos de pés. Que o deveria levar ao médico de família porque era uma questão médica, mas situação fácil de resolver quando as crianças são pequenas.
Já tinhamos falado ao pediatra nesta questão há uns meses. O pediatra explicou-me que havia duas possiveis razões para ele andar em bicos de pé: há crianças que o fazem porque acham piada; ou há crianças que têm um tendão mais preso e é para eles mais confortável andar assim. Se nós considerássemos que o João andava assim 80% das vezes, então teriamos que ver a questão. Nós referimos que não, que ele andaria assim 10% a 20% das vezes (no máximo) e por isso concluimos que fosse por brincadeira. De facto ele ainda o faz mas não penso que o faça mais do que anteriormente. Na creche nunca me referiram a questão e é lá que ele passa a maior parte do dia.
Fico então sem saber o que pensar. Temos consulta com o pediatra este mês, vamos contar-lhe o episódio e voltar a falar no assunto.
O Avô vinha com o João a descer a rua da creche e ao atravessar houve um ciclista que parou para os deixar passar. E ficou parado. Quando já estavam a chegar ao final da rua o mesmo ciclista parou junto a eles e perguntou ao meu pai se o bebé tinha médico de família. O meu pai respondeu que sim e questionou o porquê da pergunta. O ciclista, um rapaz da minha idade, disse ao meu pai que era médico e que tinha reparado que o João andava em bicos de pés. Que o deveria levar ao médico de família porque era uma questão médica, mas situação fácil de resolver quando as crianças são pequenas.
Já tinhamos falado ao pediatra nesta questão há uns meses. O pediatra explicou-me que havia duas possiveis razões para ele andar em bicos de pé: há crianças que o fazem porque acham piada; ou há crianças que têm um tendão mais preso e é para eles mais confortável andar assim. Se nós considerássemos que o João andava assim 80% das vezes, então teriamos que ver a questão. Nós referimos que não, que ele andaria assim 10% a 20% das vezes (no máximo) e por isso concluimos que fosse por brincadeira. De facto ele ainda o faz mas não penso que o faça mais do que anteriormente. Na creche nunca me referiram a questão e é lá que ele passa a maior parte do dia.
Fico então sem saber o que pensar. Temos consulta com o pediatra este mês, vamos contar-lhe o episódio e voltar a falar no assunto.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Praia e segurança infantil
O João começou hoje a praia. Não é um rico dia, é certo, mas para eles está bom. O que interessa é brincar ao ar livre e sair da rotina.
Noutro dia questionei a Directora da creche sobre como seriam transportados os meninos para a praia. Disse-me que tinham cadeiras próprias para o efeito, que os mais pequeninos nem iam no autocarro mas sim na carrinha de 9 lugares deles (eles são 14 na sala de 1 ano, como pode???) e que ficasse descansada que a segurança para eles era essencial. Não fiquei descansada. Acho que a Directora, ao contrário da Educadora, é o que se pode chamar de fogo de vista: parece muito cautelosa, muito interessada, mas grande parte é conversa. Aproveitei para oferecer a cadeira do carro o Avô (que faz menos falta) para levar o João e a Directora ficou de me avisar caso fosse preciso.
Hoje fiz questão de esperar que os meninos saíssem da creche para o autocarro e a carrinha para ver como iam. E claro que só não adivinho o Euromilhões. Ele ia num banco elevatório, com o cinto da carrinha posto (apenas a parte de baixo). A educadora viu-me a espreitar, saiu da carrinha e começou a falar de trivialidades. Deixei-a falar à vontade a ver se referia o assunto. Não referiu. Disse-lhe então que o a cadeira do João não era apropriada ao peso e idade do João e que ele não viajaria assim. Pediu imensa desculpa que a culpa era dela que se tinha esquecido de me pedir a cadeira na 6ª feira e que não quis incomodar no fim de semana. Incomodar? A segurança do meu filho nunca incomóda, foi o que lhe respondi. Percebi logo que o objectivo era manter aquela cadeira para ver se colava, e caso eu me queixasse já tinham esta desculpa.
Por este ano o assunto já está resolvido e ele vai na cadeira do Avô, mas sei que no próximo ano vai ser uma luta para colocar a cadeira no autocarro. Pelo que pude ver nenhum menino tinha cadeira do grupo 1 ou 1/2/3 ou até 2/3 no autocarro. Eventualmente teriam os banquinhos elevatórios, mas não consegui ver. Mas havia meninos da sala do João naquele autocarro. Com um ano. Apenas 5 iam na carrinha de 9 lugares. Algum pai ou mãe se importou? Não. :-(
É o que eu lamento naquela creche. Gosto muito da educadora e da auxiliar e sei que o João é muito bem tratado. Caso contrário não ficaria todo contente na creche nem chamaria por elas todo feliz quando as vê. Mas... estas pequenas (grandes) coisas eram de evitar. Eu sei que dá trabalho tirar e pôr as cadeiras todos os dias (a carrinha é utilizada também para ir buscar crianças grandes do ATL), mas é a segurança das crianças que está em jogo. E é para isso que eu pago. E as coisas acontecem...
(E depois lembro-me das minha próprias viagens para a praia com a creche ou os passeios da escola... iamos 3 num banco para 2. Cintos? O que era isso? Cadeiras? Sim, os meus pais tinham para nós, mas não era muito comum. Mas não estou a ser exagerada, pois não? Eu sei que não, é a segurança do João.)
Noutro dia questionei a Directora da creche sobre como seriam transportados os meninos para a praia. Disse-me que tinham cadeiras próprias para o efeito, que os mais pequeninos nem iam no autocarro mas sim na carrinha de 9 lugares deles (eles são 14 na sala de 1 ano, como pode???) e que ficasse descansada que a segurança para eles era essencial. Não fiquei descansada. Acho que a Directora, ao contrário da Educadora, é o que se pode chamar de fogo de vista: parece muito cautelosa, muito interessada, mas grande parte é conversa. Aproveitei para oferecer a cadeira do carro o Avô (que faz menos falta) para levar o João e a Directora ficou de me avisar caso fosse preciso.
Hoje fiz questão de esperar que os meninos saíssem da creche para o autocarro e a carrinha para ver como iam. E claro que só não adivinho o Euromilhões. Ele ia num banco elevatório, com o cinto da carrinha posto (apenas a parte de baixo). A educadora viu-me a espreitar, saiu da carrinha e começou a falar de trivialidades. Deixei-a falar à vontade a ver se referia o assunto. Não referiu. Disse-lhe então que o a cadeira do João não era apropriada ao peso e idade do João e que ele não viajaria assim. Pediu imensa desculpa que a culpa era dela que se tinha esquecido de me pedir a cadeira na 6ª feira e que não quis incomodar no fim de semana. Incomodar? A segurança do meu filho nunca incomóda, foi o que lhe respondi. Percebi logo que o objectivo era manter aquela cadeira para ver se colava, e caso eu me queixasse já tinham esta desculpa.
Por este ano o assunto já está resolvido e ele vai na cadeira do Avô, mas sei que no próximo ano vai ser uma luta para colocar a cadeira no autocarro. Pelo que pude ver nenhum menino tinha cadeira do grupo 1 ou 1/2/3 ou até 2/3 no autocarro. Eventualmente teriam os banquinhos elevatórios, mas não consegui ver. Mas havia meninos da sala do João naquele autocarro. Com um ano. Apenas 5 iam na carrinha de 9 lugares. Algum pai ou mãe se importou? Não. :-(
É o que eu lamento naquela creche. Gosto muito da educadora e da auxiliar e sei que o João é muito bem tratado. Caso contrário não ficaria todo contente na creche nem chamaria por elas todo feliz quando as vê. Mas... estas pequenas (grandes) coisas eram de evitar. Eu sei que dá trabalho tirar e pôr as cadeiras todos os dias (a carrinha é utilizada também para ir buscar crianças grandes do ATL), mas é a segurança das crianças que está em jogo. E é para isso que eu pago. E as coisas acontecem...
(E depois lembro-me das minha próprias viagens para a praia com a creche ou os passeios da escola... iamos 3 num banco para 2. Cintos? O que era isso? Cadeiras? Sim, os meus pais tinham para nós, mas não era muito comum. Mas não estou a ser exagerada, pois não? Eu sei que não, é a segurança do João.)
Circuito da Boavista
Ontem levamos o João ao Circuito da Boavista. Fomos com algum receio porque aqueles carros fazem bastante barulho e temiamos que se assustasse. Mas como os bilhetes estavam disponiveis e não os pagamos... arriscamos.
Foi o delirio. Não sei se gostou mais dos carros se do helicoptero que os acompanhava. Cada vez que passavam ele gritava "Mais, mais!". Como demoravam a voltar a passar lá se sentava mas mal os ouvia ao longe levantava-se num ápice para os ver. Um sucesso!
Foi o delirio. Não sei se gostou mais dos carros se do helicoptero que os acompanhava. Cada vez que passavam ele gritava "Mais, mais!". Como demoravam a voltar a passar lá se sentava mas mal os ouvia ao longe levantava-se num ápice para os ver. Um sucesso!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Gelado afinal é bom!
Na passada sexta feira fomos novamente ao Portugal dos Pequenitos. O João delirou, mesmo com o calor infernal que estava em Coimbra.
A certa altura resolvemos comprar gelados. O pai comprou um e ofereceu ao João que, como sempre, recusou mal aproximou os lábios. É muito frio e ele não gosta(va). Depois foi a mãe comprar um Corneto Soft de morango. Voltei a oferecer-lhe... e ele aceitou. Deu uma lambidela, deu duas, deu três, até que eu achei piada e passei-lhe o gelado para a mão para tirar uma foto. Asneira! Nunca mais vi o meu gelado de volta. Pela primeira vez na vida comeu um gelado e comeu logo quase todo. O desperdício foi quase nulo... e com razão, aquele gelado é mesmo bom.
A certa altura resolvemos comprar gelados. O pai comprou um e ofereceu ao João que, como sempre, recusou mal aproximou os lábios. É muito frio e ele não gosta(va). Depois foi a mãe comprar um Corneto Soft de morango. Voltei a oferecer-lhe... e ele aceitou. Deu uma lambidela, deu duas, deu três, até que eu achei piada e passei-lhe o gelado para a mão para tirar uma foto. Asneira! Nunca mais vi o meu gelado de volta. Pela primeira vez na vida comeu um gelado e comeu logo quase todo. O desperdício foi quase nulo... e com razão, aquele gelado é mesmo bom.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Um susto
Ontem o avô foi buscar o João à creche e veio de lá com um recado. Uma menina de 6 meses tinha sido internada com meningite. Fiquei em estado de quase pânico. O nosso pediatra perdeu uma sobrinha com uma meningite e já conversamos imensas vezes sobre isso. Logo eu estava mais ou menos a par e sabia que se a menina tinha sido internada e a creche me estava a informar é porque seria uma meningite meningococica, a mais grave. Se fosse viral ninguém teria a preocupação de me informar.
O delegado de saúde contactou a creche e deixou um antibiótico para todos os meninos tomarem apenas por prevenção durante dois dias. Intragável, por sinal, e muito difícil de o João o tomar.
Liguei imediatamente para o pediatra que me descansou. Realçou que a bebé não era da sala do João logo o risco de contágio é relativamente pequeno. Segundo ele, habitualmente só se dá antibiótico aos meninos da mesma sala até porque sendo bebés não convivem com os outros meninos. Mas eu sei que eles às vezes vão ver os bebés, talvez por isso lhes tenham dado também. Outra coisa que me disse é que os sintomas aparecem normalmente em 24h a 48h. Quando lhe disse que o João já não ia à creche desde 4ª feira (benditos feriados!) disse-me logo que não existe praticamente nenhuma probabilidade de vir desenvolver a doença. Na opinião dele nem precisava de tomar o antibiótico. Suspirei de alivio, claro.
No entanto optei por lhe dar na mesma o antibiótico. Não sei ao certo que tipo de contacto ele teve com a bebé: ele passa a vida aos beijinhos aos bebés! E sei também que a bactéria se pode alojar no nariz e garganta não causando qualquer problema à própria pessoa mas podendo transmiti-la a outros que podem ficar doentes. Por isso, à cautela, lá está o João a tomar aquele xarope intragável. E eu fiquei com uma dor de cabeça que só passou depois das 10h da noite...
Fica para informação este link da Direcção Geral de Saúde.
O delegado de saúde contactou a creche e deixou um antibiótico para todos os meninos tomarem apenas por prevenção durante dois dias. Intragável, por sinal, e muito difícil de o João o tomar.
Liguei imediatamente para o pediatra que me descansou. Realçou que a bebé não era da sala do João logo o risco de contágio é relativamente pequeno. Segundo ele, habitualmente só se dá antibiótico aos meninos da mesma sala até porque sendo bebés não convivem com os outros meninos. Mas eu sei que eles às vezes vão ver os bebés, talvez por isso lhes tenham dado também. Outra coisa que me disse é que os sintomas aparecem normalmente em 24h a 48h. Quando lhe disse que o João já não ia à creche desde 4ª feira (benditos feriados!) disse-me logo que não existe praticamente nenhuma probabilidade de vir desenvolver a doença. Na opinião dele nem precisava de tomar o antibiótico. Suspirei de alivio, claro.
No entanto optei por lhe dar na mesma o antibiótico. Não sei ao certo que tipo de contacto ele teve com a bebé: ele passa a vida aos beijinhos aos bebés! E sei também que a bactéria se pode alojar no nariz e garganta não causando qualquer problema à própria pessoa mas podendo transmiti-la a outros que podem ficar doentes. Por isso, à cautela, lá está o João a tomar aquele xarope intragável. E eu fiquei com uma dor de cabeça que só passou depois das 10h da noite...
Fica para informação este link da Direcção Geral de Saúde.
Paia
O João não pára de pedir praia. A toda a hora. Cada vez que vê uma imagem do mar na televisão, cada vez que vê água, cada vez que vê a toalha de praia, cada vez que ... enfim, tudo lhe faz lembrar a praia. Ou a piscina, que o rapaz não é esquisito. Este fim de semana foi bastante preenchido e só conseguimos dar um saltinho à praia no final de tarde de domingo. O tempo, embora quente, não estava nada de especial. Teimava em soprar um ventinho que, não sendo forte, aborrecia. Claro que o João não se importou nada e aquela hora e meia de praia foi uma delicia para ele. E eu gosto tanto de o ver feliz. O próximo fim de semana vai ser de praia. Está prometido. E depois são mais duas semanas de praia com a creche! Ele ainda nem se apercebeu disso... quando se aperceber vai delirar!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Fim de semana de exageros!
Foi muito passeio e pouco descanso:
- Festa da Coca em Monção na 5ª feira
- Portugal dos Pequenitos em Coimbra na 6ª feira
- Festa do segundo aniversário da M. no sábado com direito a banho de piscina para o João (de camisola e tudo, que o rapaz nem deu tempo de tirar)
- Piquenique de festa de segundo aniversário da M. no domingo com direito a final de tarde na praia
Esteve muito calor este fim de semana. Demasiado para tanta coisa que tinhamos que fazer. Mas lá conseguimos ultrapassar esse problema e divertimo-nos em grande. Agora não sabemos como vamos aguentar até ao próximo fim de semana... O que vale é que hoje já há outra vez festa lá em casa. :-)
- Festa da Coca em Monção na 5ª feira
- Portugal dos Pequenitos em Coimbra na 6ª feira
- Festa do segundo aniversário da M. no sábado com direito a banho de piscina para o João (de camisola e tudo, que o rapaz nem deu tempo de tirar)
- Piquenique de festa de segundo aniversário da M. no domingo com direito a final de tarde na praia
Esteve muito calor este fim de semana. Demasiado para tanta coisa que tinhamos que fazer. Mas lá conseguimos ultrapassar esse problema e divertimo-nos em grande. Agora não sabemos como vamos aguentar até ao próximo fim de semana... O que vale é que hoje já há outra vez festa lá em casa. :-)
domingo, 26 de junho de 2011
A sonhar
O João é filho de quem é e não há nada que enganar. Tal como a mãe fala a dormir.
Noutro dia, ainda na Madeira, dormia a sesta no carro. De repente levanta a cabeça e diz "abião"! Volta a pousar a cabeça e dorme descansadamente.
Outra vez, também a dormir a sesta no carro em viagem já não sei para onde, levanta a cabeça, abre os olhos e diz "a menina, a menina!". Volta fechar os olhos e dorme sossegado. Tinhamos andado à procura de uma menina com quem ele tinha brincado umas horas antes e que tinha ido embora com a mãe. Devia estar a sonhar com isso.
É tão giro ver nele pequenas coisas nossas.
Noutro dia, ainda na Madeira, dormia a sesta no carro. De repente levanta a cabeça e diz "abião"! Volta a pousar a cabeça e dorme descansadamente.
Outra vez, também a dormir a sesta no carro em viagem já não sei para onde, levanta a cabeça, abre os olhos e diz "a menina, a menina!". Volta fechar os olhos e dorme sossegado. Tinhamos andado à procura de uma menina com quem ele tinha brincado umas horas antes e que tinha ido embora com a mãe. Devia estar a sonhar com isso.
É tão giro ver nele pequenas coisas nossas.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
23 meses
Parabéns meu príncipe encantado!
(Se o blogger não estivesse do contra eu teria uma bela foto para colocar aqui... bahhhh!)
(Se o blogger não estivesse do contra eu teria uma bela foto para colocar aqui... bahhhh!)
Pela primeira vez...
O João ficou a chorar no infantário. Na segunda feira o pai foi levá-lo e correu tudo dentro do normal. Ontem fui eu levá-lo e ele não queria ficar nem por nada. Chorou agarrado a mim, foi para a sala a chorar e ficou na sala a chorar (que eu fiquei por lá a "ler" os recados no placard para ver se o ouvia!). Ele nunca o fez, nem quando era bebézinho nem depois de já mais crescido. Não gostei.
Fiquei desorientada sem saber o que pensar... será porque fui eu deixá-lo e costuma ser o pai? Será que foi porque sempre que ele vai comigo de manhã é para casa do avô e e ele pensou que era isso que ia acontecer? Será que é por a educadora estar de férias e meteram lá outra pessoa? Será que foi por nós termos estado de férias? Só questões sem resposta, coisa que eu detesto.
Hoje aconteceu a mesma coisa. Quando a auxiliar da sala dele o veio buscar agarrou-se a mim a chorar e só com muito esforço e promessas de ir ver os bichinhos que eles lá têm é que me largou. A chorar, mas foi com a auxiliar.
Mas hoje venho já mais descansada. Mal saímos do carro à porta da creche ele começou a "perguntar" "Vera? Vera?" Nitidamente ele sentiu a falta da educadora que meteu estes 3 dias de férias. No primeiro dia ficou bem porque não sabia que ela não estava, mas no segundo já não queria ficar. Depois, em conversa com a auxiliar (que ele adora!), percebi que tinham uma estagiária na sala que ainda não está habituada a lidar com os miudos e isso também o afectou. Segunda feira vai voltar a ficar bem com toda a certeza!
Fiquei desorientada sem saber o que pensar... será porque fui eu deixá-lo e costuma ser o pai? Será que foi porque sempre que ele vai comigo de manhã é para casa do avô e e ele pensou que era isso que ia acontecer? Será que é por a educadora estar de férias e meteram lá outra pessoa? Será que foi por nós termos estado de férias? Só questões sem resposta, coisa que eu detesto.
Hoje aconteceu a mesma coisa. Quando a auxiliar da sala dele o veio buscar agarrou-se a mim a chorar e só com muito esforço e promessas de ir ver os bichinhos que eles lá têm é que me largou. A chorar, mas foi com a auxiliar.
Mas hoje venho já mais descansada. Mal saímos do carro à porta da creche ele começou a "perguntar" "Vera? Vera?" Nitidamente ele sentiu a falta da educadora que meteu estes 3 dias de férias. No primeiro dia ficou bem porque não sabia que ela não estava, mas no segundo já não queria ficar. Depois, em conversa com a auxiliar (que ele adora!), percebi que tinham uma estagiária na sala que ainda não está habituada a lidar com os miudos e isso também o afectou. Segunda feira vai voltar a ficar bem com toda a certeza!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Palavras mais usadas nas férias
Olha, olha!
Papéu! (chapéu)
Tintado (pintar, o entretimento ideal para as refeições mais prolongadas)
Túnel (havia tantos, não haveria de aprender!)
Tixa (lagartixa, adorou vê-las e tentar apanhá-las!)
Oh! (espantado, às vezes de verdade outras a fazer fita... é um fiteiro este meu filho)
Tuitado (cuidado, de tanto o ouvir naqueles precipícios com vista para o mar!)
Bião (avião)
Érico (Teleférico)
Paia (na realidade era piscina, mas...)
Badô (elevador... era o que dava estarmos no 10º andar; em casa só anda três nem dá para tomar o gosto)
Mar
Céu
Sou (sol)
Bóia
Pachicho (passarinho)
Papéu! (chapéu)
Tintado (pintar, o entretimento ideal para as refeições mais prolongadas)
Túnel (havia tantos, não haveria de aprender!)
Tixa (lagartixa, adorou vê-las e tentar apanhá-las!)
Oh! (espantado, às vezes de verdade outras a fazer fita... é um fiteiro este meu filho)
Tuitado (cuidado, de tanto o ouvir naqueles precipícios com vista para o mar!)
Bião (avião)
Érico (Teleférico)
Paia (na realidade era piscina, mas...)
Badô (elevador... era o que dava estarmos no 10º andar; em casa só anda três nem dá para tomar o gosto)
Mar
Céu
Sou (sol)
Bóia
Pachicho (passarinho)
Ser pai e mãe
No fim de semana fomos almoçar a um centro comercial. Enquanto dava a sopa ao João ele riscava pintava uns desenhos. Na mesa ao lado estava um pai e uma mãe com uma Mafalda. O pai e a mãe discutiam (em voz baixa, mas a discutir) enquanto a Mafalda rondava a mesa deles. E estiverem assim desde que chegamos. Sem sequer olhar para a menina. Quando ela viu o João pintar abeirou-se da nossa mesa. Como já me tinha apercebido da situação perguntei-lhe se queria pintar. Ela disse que ia perguntar à mãe. E foi. Só à quinta chamada de atenção é que a mãe olhou para ela. Disse-lhe que podia, mas nem olhou para nós para ver o nosso aspecto. A Mafalda sentou-se a pintar e a conversar connosco. Disse-me que tinha 4 anos, que sabia pintar bem mas que quando era bebé como o João também só sabia fazer riscos e por isso eu não ficasse chateada com ele (porque eu estava a elogiar a pintura dela). Amorosa. E lá esteve até que a mãe saiu disparada da mesa e o pai veio buscá-la e agradeceu. Dei-lhe os desenhos para levar com ela. Acho que fizemos o dia daquela menina mais feliz. Ou menos triste. Todos temos dias melhores e dias piores, mas enquanto me lembrar da cara triste da menina a vaguear à volta da mesa tentarei não ter dias piores.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
A viagem de avião
Correu surpreendentemente bem.
À espera de um momento dificil preparamos tudo:
- chupeta para aliviar a pressão nos ouvidos
- comida e bebida para entreter e aliviar a fome
- livros e mais livros
- PSP com os videos do Pocoyo e das Músicas da Carochinha
- dois ou três brinquedos preferidos
- cromos do Pocoyo
- etc.
Não foi preciso nada disso. Explicamos-lhe que iamos andar de avião, mostramos-lhe os aviões da sala de embarque, dissemos-lhe que ele fazia muito barulho porque tinha que fazer muita força para levantar mas que não fazia mal. Não ficou lá muito convencido. Mas lá começou a imitar o pai a fazer o barulho do avião a levantar (só visto!).
Quando começamos a subir as escadas para o avião começou a chorar e a agarrar-se ao pai. Entramos com ele em prantos mas subitamente parou quando o avô lhe perguntou se queria ir ver os aviões à janela. Foi todo contente e não tivemos mais choros.
Como embarcamos às 14h30 (hora da sesta) acabou por adormecer ao meu colo e fez a viagem quase toda a dormir. Aterrou a dormir. Abriu um olho por causa do barulho mas voltou a fechá-lo no mesmo instante. Não precisamos de livros, músicas, nada. Só da janela do avião para lhe mostrar a vista nos primeiros instantes e da chupeta para dormir.
No regresso repetiu-se o choro ao entrar no avião, mas passou mais rapidamente. Desta vez tinha dormido meia hora a seguir ao almoço o que não o deixou adormecer facilmente. Esteve uma hora acordado e ainda tivemos tempo de ver um livro, de lanchar e de ver a paisagem e as nuvens, mas depois enroscou-se no meu colo e adormeceu. Mais uma vez não teve oportunidade de sentir o avião aterrar já que saiu ainda a dormir.
Mas giro foi vê-lo a fazer força para ajudar o avião a levantar. "Força João, faz força para ajudar o avião a levantar!" E ele lá se contraía todo, fazia o barulho do avião a levantar e foi um fartote de riso. Foi a maneira que arranjamos para ele não se assustar com o barulho e resultou na perfeição.
Em ambas as viagens, no controle de bagagem de mão, apenas me pediram para provar a água que levava. Iogurtes, boiões de fruta, fruta, bolachas, nada disso foi controlado. E foram tão, tão, tão simpáticos com o João em ambos os aeroportos: fartaram-se de brincar com ele enquanto nós tiravamos tudo dos bolsos, fechavamos carrinho, separavamos as comidas e bebidas dele, etc. Aprovado!
À espera de um momento dificil preparamos tudo:
- chupeta para aliviar a pressão nos ouvidos
- comida e bebida para entreter e aliviar a fome
- livros e mais livros
- PSP com os videos do Pocoyo e das Músicas da Carochinha
- dois ou três brinquedos preferidos
- cromos do Pocoyo
- etc.
Não foi preciso nada disso. Explicamos-lhe que iamos andar de avião, mostramos-lhe os aviões da sala de embarque, dissemos-lhe que ele fazia muito barulho porque tinha que fazer muita força para levantar mas que não fazia mal. Não ficou lá muito convencido. Mas lá começou a imitar o pai a fazer o barulho do avião a levantar (só visto!).
Quando começamos a subir as escadas para o avião começou a chorar e a agarrar-se ao pai. Entramos com ele em prantos mas subitamente parou quando o avô lhe perguntou se queria ir ver os aviões à janela. Foi todo contente e não tivemos mais choros.
Como embarcamos às 14h30 (hora da sesta) acabou por adormecer ao meu colo e fez a viagem quase toda a dormir. Aterrou a dormir. Abriu um olho por causa do barulho mas voltou a fechá-lo no mesmo instante. Não precisamos de livros, músicas, nada. Só da janela do avião para lhe mostrar a vista nos primeiros instantes e da chupeta para dormir.
No regresso repetiu-se o choro ao entrar no avião, mas passou mais rapidamente. Desta vez tinha dormido meia hora a seguir ao almoço o que não o deixou adormecer facilmente. Esteve uma hora acordado e ainda tivemos tempo de ver um livro, de lanchar e de ver a paisagem e as nuvens, mas depois enroscou-se no meu colo e adormeceu. Mais uma vez não teve oportunidade de sentir o avião aterrar já que saiu ainda a dormir.
Mas giro foi vê-lo a fazer força para ajudar o avião a levantar. "Força João, faz força para ajudar o avião a levantar!" E ele lá se contraía todo, fazia o barulho do avião a levantar e foi um fartote de riso. Foi a maneira que arranjamos para ele não se assustar com o barulho e resultou na perfeição.
Em ambas as viagens, no controle de bagagem de mão, apenas me pediram para provar a água que levava. Iogurtes, boiões de fruta, fruta, bolachas, nada disso foi controlado. E foram tão, tão, tão simpáticos com o João em ambos os aeroportos: fartaram-se de brincar com ele enquanto nós tiravamos tudo dos bolsos, fechavamos carrinho, separavamos as comidas e bebidas dele, etc. Aprovado!
domingo, 19 de junho de 2011
A viagem em (algumas) fotos
"Tanto espaço para correr que há no Aeroporto!"
"Olha! Olha! Avião!"
"Este bicho é muito giro... e grande!"
"Estas bananas são mesmo boas!"
"Este sol é mesmo forte. Mamã, emprestas-me os teus óculos? Vá lá, são mais giros que os meus!"
"Este sol é mesmo forte. Mamã, emprestas-me os teus óculos? Vá lá, são mais giros que os meus!"
"Mas... eu atirei a chupeta para ali. Como não a veêm?!?"
"Esta chupeta termometro também não é má, mas não é a mesma coisa. Falta muito para chegar ao hotel e ter outra peta?" "As tixas são muito giras. E há muitas!"
"Dizem que este é o ponto mais alto da Madeira? Deixa-me trepar mais um bocadinho para ficar ainda mais alto!"
"Este chapéu que o avô me deu é engraçado!"
"Cucu! Estamos tão alto!"
"Ah! Boa vida na Marina do Funchal. Até tenho quem me carregue!"
"Esta praia é muito boa! Diferente, mas muito boa! Dizem que se chama piscina."
"Não mergulhes papá! Cuidado!"
"Ah! Com a mamã é que eu estou seguro!"
"Será que eu quero ir no teleférico do Garajau? Não sei não..."
"Esta também é praia? Mas só tem pedras? É mesmo assim? Então está bem, vou atirar algumas ao mar para ver se encontro a areia!"
"O nosso avião quer levar-me o chapéu!!!"
segunda-feira, 13 de junho de 2011
A chupeta fica na Madeira? Nãããõooo!
Num acto (certamente) impensado o João atirou a sua chupeta ao mar da Ribeira Brava. Nós aproveitamos logo para lhe explicar que não tínhamos mais e que na Madeira não havia à venda. Ah! E que havia agora um peixinho no imenso mar com a chupeta dele, mas que era impossível encontrá-lo porque o mar era muito grande. Convenceu-se. Até o sono e o cansaço se apoderarem dele. E pediu, e suplicou, e estava mesmo cansado (que estas viagens não são fáceis para eles por mais cuidado que tenhamos). E lá fui eu buscar a chupeta de reserva. Era muita coisa num só dia.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Férias
Para a semana vamos de férias. Vamos passear, conhecer novos sítios, mergulhar em águas mais mornas, apanhar sol, comer bem, brincar muito, dormir o do costume ou menos, etc. Assim esperamos, pelo menos! E vai saber muito bem!
terça-feira, 7 de junho de 2011
Do fim de semana de praia
"Paia... aeia... ábua ábua. "
O nosso fim de semana foi assim: cheio de praia e sol. Sábado esteve uma manhã de praia fantástica. Bastante calor, uma brisa suave, maré baixa... perfeito! Domingo não esteve mau, mas estava um bocadinho de vento. O João, muito embora não seja o fã número um da areia, também não desgosta. O que ele gosta mesmo é da água do mar... de a beber, claro. No sábado lambia as mãos, lambia a pá, lambia tudo que lhe vinha parar às mãos. Até um seixo ele lambeu. A certa altura desisti de o proibir: não adiantava de nada e, apesar de não ser a coisa mais limpa do mundo, também não o vai matar. Curiosamente no domingo já quase não o fazia. Está aberta a época balnear!
O nosso fim de semana foi assim: cheio de praia e sol. Sábado esteve uma manhã de praia fantástica. Bastante calor, uma brisa suave, maré baixa... perfeito! Domingo não esteve mau, mas estava um bocadinho de vento. O João, muito embora não seja o fã número um da areia, também não desgosta. O que ele gosta mesmo é da água do mar... de a beber, claro. No sábado lambia as mãos, lambia a pá, lambia tudo que lhe vinha parar às mãos. Até um seixo ele lambeu. A certa altura desisti de o proibir: não adiantava de nada e, apesar de não ser a coisa mais limpa do mundo, também não o vai matar. Curiosamente no domingo já quase não o fazia. Está aberta a época balnear!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Birras!
Sejam muito benvindas! E a teimosia tambem. Espero é que nao fiquem por cá muito tempo, que ainda vamos no inicio e a paciência já não abunda. Ignorar, ignorar, ignorar é a palavra de ordem.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Toys'r Us
Cada vez que passamos ao largo desta loja, o João fica completamente entusiasmado. Puxa-nos para lá, choraminga se vamos em sentido contrário, insiste e volta a insistir. Nós só lá fomos com ele umas 3 ou 4 vezes, mas parece que foi o suficiente para ele perceber que é o paraíso das crianças. O que o move não é tanto os brinquedos para trazer para casa, mas sim as imensas casinhas, baloiços e balancés que por lá há para os meninos experimentarem e pedincharem aos pais. A nossa sorte é que ele ainda não pedincha. :-)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Fim de tarde de domingo
"No domingo à tarde a mamã e o papá levaram-me a passear ao pé dum rio com uma amiga da mamã. Depois foram lanchar e queriam que eu provasse uma coisa estranha... eles chamavam-lhe caracóis. Eu só não percebi porque é que eles comiam aquelas coisas de dentro dumas cascas quando as cascas tinham muito melhor aspecto. Pena que não me deixaram provar as cascas. O resto não quis, blheccc! Mas bebi sumo e comi torradas.
Fiz amizade com toda a gente da esplanada, em especial com uns senhores que tinham idade para ser meus avós. Eram simpáticos e até me ofereceram os tais caracóis e torradas. Eu tive vergonha e não aceitei. A mamã diz para não aceitar nada de estranhos...
Depois começou a chover forte e feio e a trovejar muito. Obviamente que não tive medo nenhum e que me diverti imenso a apanhar as gotas que caiam do telhadinho que cobria a esplanada onde estavamos. Toda a gente estava escandalizada por a mamã e o papá me deixarem brincar com a chuva. Diziam que me estava a molhar todo, mas ouvi a mamã dizer que não fazia mal porque estavam 27 graus e porque tinha uma roupa suplente para mim. Ela pensa em tudo. E eu diverti-me tanto com a chuva! Ainda bem que eles me deixaram. Depois vesti a roupa sequinha e fui para casa. Ah! Ainda tive direito a uma daquelas bolas grandes que saiem de dentro de uma máquina... não sei como o meu pai fez, mas saiu de lá de dentro um brinquedo. Giro!
E foi uma tarde muito divertida!"
João, 22 meses
Fiz amizade com toda a gente da esplanada, em especial com uns senhores que tinham idade para ser meus avós. Eram simpáticos e até me ofereceram os tais caracóis e torradas. Eu tive vergonha e não aceitei. A mamã diz para não aceitar nada de estranhos...
Depois começou a chover forte e feio e a trovejar muito. Obviamente que não tive medo nenhum e que me diverti imenso a apanhar as gotas que caiam do telhadinho que cobria a esplanada onde estavamos. Toda a gente estava escandalizada por a mamã e o papá me deixarem brincar com a chuva. Diziam que me estava a molhar todo, mas ouvi a mamã dizer que não fazia mal porque estavam 27 graus e porque tinha uma roupa suplente para mim. Ela pensa em tudo. E eu diverti-me tanto com a chuva! Ainda bem que eles me deixaram. Depois vesti a roupa sequinha e fui para casa. Ah! Ainda tive direito a uma daquelas bolas grandes que saiem de dentro de uma máquina... não sei como o meu pai fez, mas saiu de lá de dentro um brinquedo. Giro!
E foi uma tarde muito divertida!"
João, 22 meses
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















