segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Nas sábias palavras do João
Ontem fizemos o pinheiro de Natal com a sua ajuda. Temos um presépio em peluche de pendurar no pinheiro e, por algum motivo que me ultrapassa, o João pendurou o Gaspar mesmo lá atrás virado para a parede... já perceberá ele alguma coisa de politica?
Estivemos a brincar com o presépio a sério e a ensinar-lhe o nome de todas os intervenientes (a vaca e o burro ainda incluídos). Preciso com urgência de lhe comprar um presépio só para ele, caso contrário o nosso não sei se chega ao Natal. Acho que vai ser um da Playmobil caro que só ele... :(
Já fomos advertidos pelo mais pequeno que se não nos portarmos bem e não comermos a sopa toda, o Pai Natal não nos traz presentes. Pois, pois. O Gaspar trata disso para Janeiro.
Queria começar ontem a comer os chocolates do calendário do advento... e como lhe explicamos que só começa no dia 1?
(E desde que começou a escola só tivemos uma constipação ligeira sem febre bem nada... mas é melhor escrever isto em letras pequeninas para não se lembrarem...)
terça-feira, 6 de novembro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Da nossa fragilidade
Mas na última semana de Setembro voltou a acontecer. Era a terceira vez que acontecia e não havia praia ou piscina ou frio. Antecipei a consulta no pediatra. Saímos de lá com a (in)segurança de que não devia ser nada, mas tratando-se de dores de cabeça não há como arriscar, diz o Dr. P.: vamos fazer uma ressonância magnética cerebral.
Esse foi o primeiro drama: ressonância nesta idade implica anestesia. Sedação se lhe quiserem chamar. Não fiquei nada confortavel com a situação. O pediatra garantiu-me que não tinha com o que me preocupar, era uma anestesia ligeira. Mas... Depois havia a obrigatoriedade de jejum. E só consegui marcar para as 19h. O que fazer quando ele pedir o lanche? Ou quando pedir água que habitualmente bebe toda a tarde (muita água ele bebe!).
No fundo não correu mal. O avô adormeceu-o e dormiu toda a tarde! Menos um problema. Houve um atraso de meia hora, tiveram o cuidado de me avisar uma vez que ele estava em jejum e tinha que continuar. Mas se tivesse que repetir não o voltaria a fazer na clinica onde fiz. A anestesista foi eficaz mas nada atenciosa ou simpática, como se espera que seja para pessoas que estão em stress (crianças!!!). Queria inclusivé que assinasse um documento em como recebi as informações todas necessárias e autorizava a anestesia... quando não recebi nenhuma informação e depois dele já estar anestesiado! Acordou choroso como é normal mas sem qualquer efeito secundário. Assim que se viu no meu colo estava molengo mas a resmungar com a anestesista que queria perceber se ele reagia aos estimulos e podia vir embora. Nem recobro foi preciso.
No final de contas o João nem deu conta do que se passou e à hora de jantar estava animado e a comer como um leão (recomendavam refeiçõs ligeiras, mas o rapaz tinha fome... o que fazer??)
Depois veio a espera pelo resultado. Só podia estar tudo bem. Ele não tem qualquer atraso de ordem nenhuma. Não se desiquilibra facilmente. Não fica estático e sem reacção. Não teve convulsões. Não tem atitudes estranhas. Não tem nada fora do normal. Mas e se nós não vemos? E se ainda é um problema no início? E se... tudo passa pela cabeça.
O resultado chegou hoje. E estava tudo normal. E aí sim, sosseguei. Quinta feira vamos sossegar também o pediatra e descobrir porque é que o raio dos seios nasais estavam inflamados, que foi a única coisa para que chamaram a atenção (querem ver que vem aí uma sinusite?).
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Quase quase a adormecer
Disse-me ontem com orgulho indisfarçavel: "Mamã, hoje usei tesoura na escola!"
domingo, 30 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Bom dia!
Disse-lhe "Bom dia meu Einstein" e ele responde-me "Bom dia Princesa!".
Não é preciso dizer mais nada, pois não? Litros de baba!
terça-feira, 18 de setembro de 2012
No shopping
sábado, 15 de setembro de 2012
Da escola 3
Depois da primeira semana em que ficava lavado em lágrimas e tinha que ser arrancado do meu colo, na segunda semana ficou com um grande sorriso em cada dia. E desde aí que fica assim, feliz. Dá-me um beijo e vira costas para ir dar um beijo à educadora, a (B)Isabel (como ele lhe chama).
Sabe o nome de todos os meninos, sabe que alguns ainda estão tristes porque tem saudades dos pais, mas ele não fica porque o papá e a mamã vão trabalhar e à tarde o avô vai buscá-lo. Sabe que vai almoçar a um refeitório (já ia na outra escola, mas enfim) e que o quarto de banho é dos meninos grandes, não há cá fraldas. Sabe exactamente o cabide onde ele (e cada um dos outros) deve pôr a mochila, mesmo ainda não tendo a fotografia deles. Distribui beijos às educadoras e auxiliares quando chega e quando o avô o vai buscar.
Tive os maiores elogios por parte da educadora e auxiliar que me deixam afogada em baba até hoje: que era muito bem educado, muito carinhoso, muito sociável, nada conflituoso, muito autónomo, comia muito bem... só dormir a sesta é que não é o forte dele. E em casa é a mesma coisa: dorme muito bem de noite, para dormir a sesta é uma verdadeira perda de tempo para ele. Obviamente que fiz questão de partilhar estes elogios com as educadoras da outra escola, que o facto dele ser assim é também obra delas.
Estamos felizes, e isso é que interessa!
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Da escola 2
Hoje deixei um menino à força e lavado em lágrimas... queria ir trabalhar comigo. Nada o convenceu a ficar. Por isso teve que ficar no colo da educadora em lágrimas. Não percebo, ele até estava animado ao entrar. Talvez tenha sido o compasso de espera enquanto compravamos as t-shirts, batas e chapéu. Viu-me tanto tempo por ali que achou que eu ia ficar... amanhã será diferente.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Primeiro dia na nova escola
Bem ou mal sobreviveu. Não conta muito sobre o que viu, brincou ou comeu, mas não me parece que tenha detestado. Hoje chorou quando o deixei. É normal, adorava as educadoras da outra escola. Amanhã à hora de o deixar na escola é que vou ver realmente como correu hoje.
sábado, 1 de setembro de 2012
Não sei a quem ele sai
Estavamos numa mesa de amigos e o João era a única criança. Todos a comer bolo de chocolate ou de outros sabores... e o que é que o João come? Os morangos que enfeitam as fatias de bolo. E reclama sempre que um bocadinho de bolo vai agarrado a um morango. :-)
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Oh minha mamã!
Esta é a nova forma de me chamar: "Oh minhã mamã, dás-me uma bolacha?". E eu acho um piadão!
domingo, 26 de agosto de 2012
Coisas deste verão
A praia já não tem mistérios: mexe na areia seca ou molhada sem problemas, gosta de saltar nas ondas com muito respeitinho pelo mar, adora poças (piscinas como ele lhe chama) onde possa chapinar e as bolas de berlim são obrigatórias.
Na piscina pede sempre "as minhas bóias", corre toda a zona com pé e "nada" onde não tem. Andar de barco de borracha é uma diversão para ele. É um verdadeiro peixinho.
Detesta pôr protector solar mas não prescinde do chapeu: "Tenho frio na minha cabeça" disse noutro dia quando lho tirei para uma foto.
Fala que se farta e está em plena fase do faz de conta ("É a fingir mamã, não comas a sério" ou " Vou-te dar uma prenda... sabes o que é? Uma cozinha das Princesas!"
sábado, 25 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
"À meia noite...
... noite escura, vou ver televisão pelo buraco da fechadura!!!"
Canta o João a plenos pulmões. Já está contagiado com a febre dos já antiguinhos "Queijinhos Frescos". Adora esta, a Marcha dos Queijinhos, o Onde Tás ó Zéi e, claro, o João (que quer ser cowboy ou super herói). E eu acho um piadão que ele ouça as músicas que eu ouvi há 25 anos.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Último dia de creche
Hoje, ao contrário do que é costume, fui eu levá-lo à creche. Confesso que tive que sair rapidamente e sem grande despedidas da V. Não queria que o João se apercebesse de quanto me custa mudá-lo de creche. Não pela creche em si porque para onde ele vai vai estar muito melhor: a creche é maior, mais bem equipada, com espaços exteriores enormes, com pessoas que me foram bem recomendadas pelas educadoras actuais, etc. Mas custa-me pelas pessoas que tão bem o acolheram e trataram estes dois anos e meio. Foi com elas que ele passou a maior parte da sua existência... Pode ser que ele se adapte melhor que eu! :Assim espero, pelo menos.
Hoje fui-lhe explicando que era o último dia que ia para a escola, que ia levar umas bolachas para comer com os amigos a meio da manhã para celebrar. Não lhe falei na nova escola, falei-lhe apenas nas férias e nos passeios primeiro com o Avô, depois com os Pais. No final das férias logo o preparo para a nova escola. Já lá fomos várias vezes e ele sabe que vai para a escola dos meninos crescidos (foi o pretexto que arranjei). Não tem é noção de quando vai ou de que isso implica não ir para a creche habitual. Acho eu. No entanto fomos lá a semana passada e ele até queria entrar para as salas e ficar a brincar com os meninos. Pode ser que a adaptação seja fácil. Oxalá...

